sexta-feira, 5 de maio de 2023

"O TAL"...

"...: tudo parecia indicar que, pela primeira vez, tínhamos um arcabouço amplo o bastante para incluir todo o complicado espectro de partículas elementares e suas interações, mas estreito o bastante para determinar tudo nesse campo, excetuados os fatores contingentes." ***
*** Os números que levaram OMS a decretar fim da emergência global de covid-19 *** Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS, declarou o fim da emergência global relacionada à covid Article information Author,André Biernath Role,Da BBC News Brasil em Londres Twitter,@andre_biernath Há 8 horas A Organização Mundial da Saúde (OMS) acaba de anunciar o fim da emergência de saúde pública global relacionada à covid-19. Durante uma coletiva de imprensa, o biólogo etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da entidade, anunciou que resolveu acatar as orientações de um comitê criado para analisar a situação da doença causada pelo coronavírus. "Há 1.221 dias, a OMS ficou sabendo de um aumento de casos de pneumonia em Wuhan, na China. No dia 30 de janeiro de 2020, [...] eu declarei que estávamos numa emergência de saúde pública de importância internacional, o mais alto nível de alarme", contextualizou ele. "Em três anos, a covid-19 virou nosso mundo de cabeça para baixo. Quase 7 milhões de mortes foram registradas, mas nós sabemos que esse número é bem maior e chega pelo menos a 20 milhões de óbitos." ****************************************** *** O arcabouço legal do SUS, por exemplo, é formado pelo conjunto de leis que determina o que é o SIstema Único de Saúde no Brasil e de que forma ele atua. Está previsto na Constituição Federal de 1988, na Lei Orgânica da Saúde (Lei N. 8.080/1990), na Lei N. 8.142/1990, Lei N/ 12.401/2011, Lei N. 12.466/2011 e Decreto N. 7.508/2011. *** #Ambulâncias antigas/memórias de Olga *** Mal Secreto Jards Macalé Não choro Meu segredo é que sou rapaz esforçado Fico parado, calado, quieto Não corro, não choro, não converso Massacro meu medo Mascaro minha dor Já sei sofrer Não preciso de gente que me oriente Se você me pergunta Como vai? Respondo sempre igual Tudo legal Mas quando você vai embora Movo meu rosto no espelho Minha alma chora Vejo o Rio de Janeiro Comovo, não salvo, não mudo Meu sujo olho vermelho Não fico parado, não fico calado, não fico quieto Corro, choro, converso E tudo mais jogo num verso Intitulado Mal secreto Composição: Jards Macalé / Waly Salomão. ************************************************************************
*** sexta-feira, 5 de maio de 2023 Luiz Carlos Azedo - O governo e três derrotas anunciadas Correio Braziliense A derrota de quarta-feira e as que virão nas próximas medidas provisórias revelam a desarticulação governista na Câmara e, sobretudo, a insatisfação de Lira. O conceito de formação da base deu errado Na quarta-feira à tarde, durante uma conversa com jornalistas no cafezinho da Câmara, o ex-senador petista Paulo Rocha (PA) sentia o cheiro de animal ferido: “não estou gostando do que estou sentindo por aqui, o Alexandre Padilha (ministro das Relações Institucionais) precisa frequentar mais o Congresso”. Ontem, depois da derrota do governo na Câmara, que derrubou o decreto que alterava o marco regulatório do saneamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva praticamente repetiu as mesmas palavras, ao discursar na reunião do Conselhão — integrado por empresários, líderes sindicais e outros representantes da sociedade. A formação do fórum foi uma ourivesaria de Padilha, mas o ministro deixou desguarnecida a própria retaguarda. Foi advertido pelo presidente da República de que deveria mostrar a mesma competência no Congresso. Relator do substitutivo que derrubou o marco do saneamento, o líder do Cidadania, Alex Manente (SP), que comanda uma bancada de apenas quatro deputados, articulou a manobra que pegou de surpresa o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), que ficou vendido na hora da votação. No primeiro teste importante para o Executivo, o governo teve apenas 136 votos, num universo de 513 deputados. Votaram contra o Palácio do Planalto 295 deputados, ou seja, número suficiente para inviabilizar qualquer proposta do governo. As bancadas do MDB, do PSD, do União Brasil, e até do PSB, que têm nove ministros na Esplanada, votaram maciçamente contra o governo. Desde quando o decreto foi publicado, o mal-estar na Câmara era grande. Por dois motivos: primeiro, o novo marco sanitário foi fruto de muita discussão e negociação; segundo, ao fortalecer as antigas companhias estaduais de saneamento, o decreto estava na contramão do processo de privatização do setor. “Estamos sustando a contratação de estatais em diversos estados sem licitação e a possibilidade de contar situações irregulares como parte da capacidade econômica”, argumentou o relator. O assunto mexe diretamente com os interesses e alianças dos deputados, porque as privatizações estão se dando com o empoderamento de municípios grandes e médios, que formam consórcios locais, numa complexa negociação que envolve as antigas estatais — algumas das quais já privatizadas —, as novas empresas privadas de saneamento e as prefeituras, porque a titularidade do saneamento é municipal, embora o fornecimento da água seja estadual. Na prática, o novo marco do saneamento organizou um setor privado bastante capilarizado, com poder igual ou superior ao das empresas de transportes coletivos e de coleta de resíduos sólidos na política local. Mais recados Representante da classe média de São Bernardo, onde tem sua principal base eleitoral, Manente é um parlamentar experiente, acostumado aos embates com o PT desde os tempos de vereador em sua cidade. Entretanto, jamais teria êxito na votação, que entrou em pauta de última hora, sem combinar com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que o governo seria derrotado. Para uma oposição na ofensiva, que comemorava o adiamento da votação da chamada Lei das Fake News, e uma base parlamentar insatisfeita, a derrubada do decreto era um prato feito, uma derrota anunciada. O governo metera a mão numa cumbuca que não mais lhe pertencia. Há duas outras matérias nas quais o Palácio do Planalto tem limitadas possibilidades de vitória: o retorno do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) à estrutura do Ministério da Fazenda e a extinção da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), ligada ao Ministério da Saúde. No primeiro caso, será um recado para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de apoio ao presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, que ontem foi novamente criticado por Lula. No segundo, o alvo é ministra da Saúde, Nísia Trindade, porque a instituição atende 1.500 comunidades — entre as quais as indígenas —, porém sempre foi um feudo da Câmara, porque mexe com interesses políticos da base. A derrota de quarta-feira e as que virão nas próximas medidas provisórias revelam a desarticulação da base governista na Câmara e, sobretudo, a insatisfação de Lira. O conceito da articulação da base do governo, revelado na formação do blocão MDB-PSD-Republicanos-Podemos-PSC, era conseguir uma maioria simples sem depender do presidente da Câmara. Deu errado. A atuação do ministro da Casa Civil, Rui Costa, na Esplanada, também enfraqueceu os laços dos ministros e parlamentares dos partidos aliados. A culpa não é só do ministro Padilha. Livro – A editora Boitempo lança hoje, às 19h, em Brasília, na Livraria Circulares (CLN 313, Bloco A, Asa Norte), a coletânea Brasil sob escombros: desafios do governo Lula para reconstruir o país, organizada por Juliana Paula Magalhães e Luiz Felipe Osório. ************************
*** sexta-feira, 5 de maio de 2023 Pedro Doria - O fracasso da Câmara com o meio digital O Globo Nasceu a ilusão de que haveria uma agência para definir quais informações são publicáveis e quais não O fracasso da Câmara dos Deputados em votar o Projeto de Lei que regulamenta as plataformas digitais, na última terça-feira, mostra que o processo legislativo brasileiro está fundamentalmente quebrado. Era difícil encontrar mais que dois ou três deputados governistas capazes de defender o texto do relator, Orlando Silva (PCdoB-SP). Não o conheciam. Não quer dizer que fosse fácil encontrar na oposição parlamentares com críticas consistentes — um punhado, não mais. O problema é mais amplo. Boa parte do debate fora do Congresso, na praça pública, estava permeado por desinformação e marcado pela polarização patológica. A responsabilidade por isso começa no Legislativo e no Executivo. Não houve um esforço real de explicar à sociedade o que o projeto propunha. Como colou o apelido PL das Fake News, criou-se a impressão de que o objetivo era definir o que é mentira. Daí nasceu a ilusão de que haveria uma agência para definir quais informações são publicáveis e quais não. Foi fácil, a partir daí, para plataformas e bolsonarismo se unirem no entorno de outro apelido, “PL da Censura”. Hoje, em virtude do Marco Civil da Internet, as plataformas não são responsáveis pelo conteúdo que terceiros publicam. A gente publica uma coisa no Face, no Twitter, no TikTok, as empresas não têm nada com isso. O espírito que moveu conceber a lei dessa forma vem dos anos 1990, quando as pequenas startups que inventavam a internet eram empresas frágeis, que poderiam ser esmagadas por uma onda de processos. Interessava à sociedade abrir um espaço de proteção para que pudessem criar o novo. Hoje, as big techs são as maiores empresas, em valor de mercado, jamais criadas na História do capitalismo. Não tem para bancos, para petroleiras, para a GE. São gigantes transnacionais com imenso poder. E, diferentemente do que ocorria na época do Marco Civil, essas empresas não apenas recebem passivamente conteúdo de terceiros. Elas literalmente escolhem qual informação será vista por milhões e qual não terá audiência. É para isso que servem seus algoritmos. Para escolher o que será visto e o que não será. Para corrigir esse problema, o projeto estabelece três pontos importantes. O primeiro é que as empresas passam a ser responsabilizadas ao impulsionar conteúdos que promovam crimes em geral e, em particular, violência contra a mulher, crianças e adolescentes, racismo e ameaça à democracia. Se permitirem ou contribuírem para a disseminação desse tipo de conteúdo, hoje já tipificado como crime, passarão a ser corresponsáveis junto aos autores das postagens. Este ponto é importante: são conteúdos já tipificados como crimes. A diferença é que, agora, se ajudarem a espalhar o que já é crime, serão responsabilizadas. O segundo ponto importante é que se estabelece um protocolo de segurança. Em momentos muito particulares, como o período de medo com massacres escolares, autoridades poderão pedir às plataformas atenção especial a um tema. Postagens que incitem estes ataques, por exemplo. Por fim, elas terão de publicar com regularidade relatórios de riscos sistêmicos. O nome é pomposo, mas quer dizer algo bastante simples. São empresas movidas a inovação. Toda inovação pode gerar efeitos colaterais não previstos. Elas devem informar à sociedade os riscos previstos. A Meta tinha conhecimento de que suas redes incentivavam depressão em adolescentes, automutilação, e jamais tornaram isso público. Passarão a ser obrigadas. Podemos discutir sobre cada um desses dispositivos. Mas não foi o que fizemos coletivamente nas últimas semanas. ************************************* *** Senador Alessandro Vieira: "O projeto das fake news não coloca em risco a liberdade religiosa." ***************************************
*** sexta-feira, 5 de maio de 2023 José de Souza Martins* - A comissão e a questão da terra Eu & Fim de Semana /Valor Econômico O presidente da Câmara teme que a criação da CPI e sua colocação nas mãos do deputado Salles dela faça um circo O presidente da Câmara dos Deputados acolheu um requerimento de criação da CPI do MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra. Atende a uma demanda dos ruralistas bolsonaristas. Reivindica a relatoria da comissão o deputado Ricardo Salles, que foi ministro do governo anterior. Notabilizou-se na reunião governamental de 22 de abril de 2020, quando recomendou ao então presidente da República que o governo aproveitasse que a imprensa estava distraída com a pandemia de covid e “deixasse a boiada passar” na questão das normas relativas ao meio ambiente. O MST alerta para o fato de que a criação da CPI tem por objetivo criminalizá-lo, organização popular que tem uma história de luta pela democratização do acesso à terra. E com isso dar um encaminhamento social à complicada, desfigurada e satanizada questão agrária. Entra no inquérito já condenado e com ele condenado o novo governo. O presidente da Câmara teme que a CPI nas mãos do deputado Salles se torne um circo. O circo, porém, não terá como não arrastar ao picadeiro os fundamentos irregulares do direito brasileiro de propriedade da terra, base das injustiças que motivam o MST. O MST, surgido em 1984, tem atuado no sentido de assegurar a reforma agrária socialmente necessária, reconhecida em lei no início do regime militar de 1964. Sociologicamente, é ele um movimento social, cujo objetivo é o de formular os termos e a viabilidade da grande reforma social de que o país carece desde as vésperas da Independência. A baderna de grileiros e grandes invasores de terras indígenas, de posseiros e devolutas tem criado impasses e tensões. Em 2000, o governo cancelou o cadastro de 1.899 propriedades, correspondentes a 62,7 milhões de hectares de terras cujos proprietários não apresentaram os documentos relativos ao direito pretendido. Em 2006, um estudo oficial estimava que 100 milhões de hectares estavam sob suspeita de grilagem, reivindicados com base em documentos falsificados. Satanizar o MST não resolve a questão que o motiva em favor de uma alternativa social para dela sairmos, a efetiva reforma agrária. No dilema entre terra de negócio e terra de trabalho, é esta a de referência do movimento social. Durante todo o período colonial, o acesso à terra e seu uso foi regulado pelo regime de sesmarias, decretado em 1375 e transplantado para o Brasil na conquista. Nesse regime, o rei tinha o domínio sobre as terras do país. Ao particular a terra era pelo governo cedida, sujeita, porém, à posse útil. Se não fosse observada, a terra caía em comisso, devoluta. Voltava a ser distribuída. A Lei de Terras, de 1850, que transferiu aos particulares o domínio da terra que era do Estado, criou nosso atual regime de propriedade, o da propriedade absoluta, que juntou uso e domínio. O decorrente Registro Paroquial de 1854 e 1856 tornou-se, então, o alicerce da cadeia dominial que fundamenta o direito de propriedade da terra no Brasil. A partir da Revolução de Outubro de 1930, com o Código de Águas, de 1934, o direito ao solo foi separado do direito ao subsolo, uma medida decisiva para o desenvolvimento do país. Com o tempo, os territórios indígenas, sob tutela do Estado, foram reconhecidos como reservas de uso tribal, segundo valores e princípios da cultura indígena, insuscetíveis de apropriação privada. A condição de que a propriedade da terra deve cumprir uma função social, já na Constituição de 1946 abrandou o direito de propriedade e culminou com a reforma constitucional de 1964, do regime militar, o Estatuto da Terra e a institucionalização da reforma agrária. Mais adiante, os territórios de comunidades quilombolas foram amparados por concepções comunitárias de direito sobre a terra de seu modo de vida. No último ano do regime militar, sendo ministro o general Danilo Venturini, passos foram dados no sentido de reformular as bases de regularização do direito à terra. Devido à alta incidência de irregularidades e de documentos falsos de propriedade, feitos pela indústria de grilagem de terras, a posse útil e o trabalho sobre a terra passariam a ser a referência da Justiça fundiária. A inovação foi boicotada. Estamos ainda no curso da revisão das consequências dos erros e violações da Lei de Terras, de 1850. O MST, quando reivindica e ocupa terras, aparentemente o faz em nome do que supõe ser a legitimidade do retorno delas à sua função social de terras de trabalho. Retorna a valores positivos do regime sesmarial. A CPI poderá indevidamente julgar o MST, que não é sua função. Mas não poderá julgar, porque será inútil, a consciência social e as carências sociais que por meio dele se expressam. É aí que o tosquiador poderá sair tosquiado. *José de Souza Martins é sociólogo. Professor Emérito da Faculdade de Filosofia da USP. Professor da Cátedra Simón Bolivar, da Universidade de Cambridge, e fellow de Trinity Hall (1993-94). Pesquisador Emérito do CNPq. Membro da Academia Paulista de Letras. Entre outros livros, é autor de “As duas mortes de Francisca Júlia - A Semana de Arte Moderna antes da semana” (Editora Unesp, 2022). **********************************************************************
*** Mais tarde, foi motorista de táxi e, depois, de ambulância.[1] *** *** Moreira da Silva - Sucessos do Kid Morengueira ******************************************************************
*** Qual o significado de arcabouço fiscal? Os principais pontos da nova regra fiscal do governo *** Significado de Arcabouço O que é Arcabouço: Arcabouço é uma estrutura, o esqueleto no caso dos humanos e animais, e também um conjunto em que algo é baseado e construído. No sentido figurado, arcabouço é a capacidade de produzir algo. Ter um arcabouço teórico quer dizer ter a base ou direcionamentos intelectuais formados a partir da leitura de uma bibliografia. Constitui o instrumental necessário para compreender novas teorias, desenvolver teses ou simplesmente embasar uma opinião. As palavras que servem como sinônimos para arcabouço são: esqueleto, carcaça, estrutura, armação, esboço e preparo. O arcabouço ósseo é a armação formada pelas costelas e outros ossos que constituem o tórax. Arcabouço geológico é o conjunto de rochas de determinada região, que determina quais os recursos minerais disponíveis para aquela estrutura. Arcabouço conceitual é uma espécie de grade de conceitos utilizados para desmembrar um problema específico, para buscar diferentes soluções a partir de mais de uma perspectiva. Também pode ser chamado de framework. Arcabouço Legal Arcabouço legal ou arcabouço jurídico constitui a legislação básica, aquelas leis e normas que são o embasamento de todas as outras dentro do ordenamento jurídico. É a partir do arcabouço legal ou jurídico que vão atuar os juristas, os legisladores e os advogados. O arcabouço legal do SUS, por exemplo, é formado pelo conjunto de leis que determina o que é o SIstema Único de Saúde no Brasil e de que forma ele atua. Está previsto na Constituição Federal de 1988, na Lei Orgânica da Saúde (Lei N. 8.080/1990), na Lei N. 8.142/1990, Lei N/ 12.401/2011, Lei N. 12.466/2011 e Decreto N. 7.508/2011. ***************************

quinta-feira, 4 de maio de 2023

MAJOR

*** Benedict Cumberbatch, Patrick Kenny e Tom Hiddleston em Cavalo de Guerra (Foto: ) *** Romance de folhetim, o que é publicado em episódios pela imprensa, suscitando o interesse do leitor. ***
*** Cavalo de Guerra (War Horse) ***
*** Benedict Cumberbatch as Major Jamie Stewart in War Horse, riding Topthorn. *** Major Jamie Stewart is an officer of the British Army, serving in the Yeomanry Cavalry. He commanded the suprise attack on the German encampment. He seems to be close friends with Captain Nicholls. He is taken prisoner after the charge, so his fate is uncertain. He commands the North Somerset Yeomanry in the battle. *** *** Folhetim (Ao Vivo) Gal Costa ************************************ *** Aliado discutiu golpe de Estado com Mauro Cid em dezembro | CNN 360 *** CNN Brasil 4 de mai. de 2023 #CNNBrasil O ex-major do Exército Ailton Barros discutiu, em dezembro de 2022, um golpe de Estado com o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), Mauro Cid. As informações são de Daniela Lima, âncora da CNN. ********************************************** "O TENENTE-CORONEL MAURO CID E O EX-MAJOR DO EXÉRCITO AILTON BARROS DISCUTIRAM UM GOLPE DE ESTADO POR ÁUDIOS NO WHATSAP. AS INFORMAÇÕES SÃO DA CNN BRASIL" ***
*** Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu ajudante de ordens, tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid Reprodução/Twitter *** PODER360 3.mai.2023 (quarta-feira) - 13h28 O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), o tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, conhecido como coronel Cid, foi preso nesta 4ª feira (3.mai.2023) em operação da PF (Polícia Federal) que investiga a inserção de dados falsos nos cartões de vacinação contra a covid-19.Ele é filho do general Mauro Cesar Lourena Cid, que foi colega do ex-presidente no curso de formação de oficiais do Exército. Formado em 2000 na Aman (Academia Militar das Agulhas Negras), Cid se preparava para assumir um posto nos Estados Unidos em 2018 quando foi designado para ser ajudante de Bolsonaro. ***
*** Paulo Honório contrata o Seu Ribeiro para cuidar das contabilidades vivera em uma cidadezinha do interior, onde era chamado de Major *** Capítulo 7 O narrador apresenta-nos a figura de seu Ribeiro, "velho alto, magro, curvado, amarelo, de suíças", que ele conhece na Gazeta do Brito e contrata como guarda-livros. Conta em seguida a história do apogeu e decadência dessa bonita figura humana, que "tinha setenta anos e era infeliz, mas havia sido moço e feliz" - vivera em uma cidadezinha do interior, onde era chamado de Major e representava a cultura, a lei, a ordem e a justiça. Sua mulher "rezava o terço e contava histórias de santos às crianças". Mas a cidade progrediu, cresceu e tudo mudou: vieram juiz de direito, promotor, delegado, um padre, o médico, as máquinas, o automóvel. A mulher de seu Ribeiro morreu de tristeza, os filhos partiram e ele mudou-se para uma casinha, e finalmente escondeu-se na capital, onde trabalhou e sofreu muito para sobreviver. E conclui: " - Tenho a impressão de que o senhor deixou as pernas debaixo de um automóvel, seu Ribeiro. Por que não andou mais depressa? É o diabo..." SÃO BERNARDO - GRACILIANO RAMOS https://www.educabras.com/vestibular/materia/resumo_de_obras_literarias/aulas/sao_bernardo_graciliano_ramos ****************************
*** Ex-major do Exército e ex-ajudante de ordem de Bolsonaro teriam discutido golpe de estado - O Informante *** Major do exército: tudo sobre a profissão A primeira das patentes de oficiais superiores no Exército.. Profissional está apto a chefiar equipes do Estado Maior. ***
*** major do exército *** Sobre a profissão O que faz um Major do exército? O major do Exército desempenha funções de adjunto de comando em uma unidade do Exército, ocupando a primeira patente de oficiais superiores. Hierarquicamente, ele está acima do capitão e abaixo do tenente-coronel. Em tempos de paz, seu trabalho consiste em defender e promover os valores militares entre seus subordinados, e também assessorar o comando do Exército, uma vez que o major faz parte do Estado Maior - órgão que dá apoio à tomada de decisões por meio de planejamento, estudos e gerenciamento de recursos. Já em tempos de guerra, o major também atua coordenando tropas e ações em batalhas. Como atua um Major do exército? Onde atua um Major do exército? Por que ser um Major do exército? Como se tornar um Major do exército? Para se tornar um major do Exército, é necessário fazer o curso de formação militar e prestar concurso para se tornar militar de carreira. Em geral, o aprovado no concurso leva cerca de 15 anos (entre promoções para tenente e capitão) para se tornar major. https://querobolsa.com.br/carreiras-e-profissoes/major-do-exercito ************************************************************************* *** O que faz um Major do exército? O major do Exército desempenha funções de adjunto de comando em uma unidade do Exército, ocupando a primeira patente de oficiais superiores. Hierarquicamente, ele está acima do capitão e abaixo do tenente-coronel. *** *** São Bernardo (1934), de Graciliano Ramos. Prof. Marcelo Nunes. [prof. marcelo nunes] *** https://www.youtube.com/watch?v=SUQL5ItSK3M ********************************************* *** Bolsonaro foi expulso do Exército por indisciplina *** Rede TVT 13 de jun. de 2021 #Exército #JairBolsonaro #Pazuello Em entrevista ao Brasil TVT, o ex-ministro e ex-deputado Aldo Rebelo (sem partido) fez uma análise da decisão do Exército de não punir Pazuello por participação em ato político ao lado do presidente Jair Bolsonaro.
*** João 1 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. 5 E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. 6 Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. 7 Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele. 8 Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz. 9 Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. 10 Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. 11 Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. 12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; 13 Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. 15 João testificou dele, e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: O que vem após mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu. 16 E todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça. 17 Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. 18 Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou. 19 E este é o testemunho de João, quando os judeus mandaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para que lhe perguntassem: Quem és tu? 20 E confessou, e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo. 21 E perguntaram-lhe: Então quê? És tu Elias? E disse: Não sou. És tu profeta? E respondeu: Não. 22 Disseram-lhe pois: Quem és? para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes de ti mesmo? 23 Disse: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías. 24 E os que tinham sido enviados eram dos fariseus. 25 E perguntaram-lhe, e disseram-lhe: Por que batizas, pois, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta? 26 João respondeu-lhes, dizendo: Eu batizo com água; mas no meio devós está um a quem vós não conheceis. 27 Este é aquele que vem após mim, que é antes de mim, do qual eu não sou digno de desatar a correia da alparca. 28 Estas coisas aconteceram em Betabara, do outro lado do Jordão, onde João estava batizando. 29 No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. 30 Este é aquele do qual eu disse: Após mim vem um homem que é antes de mim, porque foi primeiro do que eu. 31 E eu não o conhecia; mas, para que ele fosse manifestado a Israel, vim eu, por isso, batizando com água. 32 E João testificou, dizendo: Eu vi o Espírito descer do céu como pomba, e repousar sobre ele. 33 E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo. 34 E eu vi, e tenho testificado que este é o Filho de Deus. 35 No dia seguinte João estava outra vez ali, e dois dos seus discípulos; 36 E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus. 37 E os dois discípulos ouviram-no dizer isto, e seguiram a Jesus. 38 E Jesus, voltando-se e vendo que eles o seguiam, disse-lhes: Que buscais? E eles disseram: Rabi (que, traduzido, quer dizer Mestre), onde moras? 39 Ele lhes disse: Vinde, e vede. Foram, e viram onde morava, e ficaram com ele aquele dia; e era já quase a hora décima. 40 Era André, irmão de Simão Pedro, um dos dois que ouviram aquilo de João, e o haviam seguido. 41 Este achou primeiro a seu irmão Simão, e disse-lhe: Achamos o Messias (que, traduzido, é o Cristo). 42 E levou-o a Jesus. E, olhando Jesus para ele, disse: Tu és Simão, filho de Jonas; tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro). 43 No dia seguinte quis Jesus ir à Galiléia, e achou a Filipe, e disse-lhe: Segue-me. 44 E Filipe era de Betsaida, cidade de André e de Pedro. 45 Filipe achou Natanael, e disse-lhe: Havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José. 46 Disse-lhe Natanael: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Disse-lhe Filipe: Vem, e vê. 47 Jesus viu Natanael vir ter com ele, e disse dele: Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo. 48 Disse-lhe Natanael: De onde me conheces tu? Jesus respondeu, e disse-lhe: Antes que Filipe te chamasse, te vi eu, estando tu debaixo da figueira. 49 Natanael respondeu, e disse-lhe: Rabi, tu és o Filho de Deus; tu és o Rei de Israel. 50 Jesus respondeu, e disse-lhe: Porque te disse: Vi-te debaixo da figueira, crês? Coisas maiores do que estas verás. 51 E disse-lhe: Na verdade, na verdade vos digo que daqui em diante vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem. ***************************************************************************** *** PF prende ex-assessor de Bolsonaro e faz buscas na casa do ex-presidente *** Rádio BandNews FM há 1 dia https://www.youtube.com/watch?v=KuFdYalLIVM *************************************************** 'Cavalo de Guerra': 10 curiosidades sobre o filme da 'Sessão da Tarde' Produção de Steven Spielberg tem trama emocionante sobre amizade entre rapaz e animal na Primeira Guerra Mundial 4 min de leitura QUEM ONLINE 19 SET 2019 - 09H00 ATUALIZADO EM 19 SET 2019 - 09H00 WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Linkedin Copiar Link Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cavalo de Guerra, superprodução de Steven Spielberg da Sessão da Tarde desta quinta-feira (19), conta a incrível história de amizade entre um rapaz inglês, Albert (Jeremy Irvine, de Mamma Mia! Lá Vamos Nós) e seu cavalo Joey, formando uma dupla inseparável - até a Primeira Guerra Mundial explodir. Indicado a seis Oscar, inclusive o de Melhor Filme, o longa de 2011 chegou a a utilizar 268 cavalos em uma única cena de batalha, reproduzindo com realismo os horrores da guerra. Spielberg decidiu fazer o filme depois que Kathleen Kennedy, produtora com ele de clássicos como E.T. e Indiana Jones, viu a peça basead no livro de Michael Morpurgo sobre a trajetória de Joey. A trama começa quando o pai de Albert, Ted (Peter Mullan, de Ozark) um fazendeiro ex-herói de guerra, compra o cavalo em um leilão, e o jovem logo se se apega ao animal. Quando a Inglaterra declara à Alemanha, Ted, sem dinheiro, vende o animal ao Exército. Assim que tem idade suficiente, Albert se alista, e o longa acompanha os caminhos dele e Joey durante os quatro anos da guerra - o cavalo passa por vários "donos" e o rapaz fica próximo de outro animal. O elenco conta com nomes conhecidos do público como Benedict Cumberbatch (de Sherlock) e Tom Hiddleston (de Thor), que contranceram juntos, anos depois em Vingadores: Guerra Infinita. Emily Watson, indica ao Oscar de Melhor Atriz por Ondas do Destino e Hillary e Jackie, vive a mãe de Albert, e Liam Cunningham, o querido ser Davos de Game of Thrones, um oficial do Exército. Confira 10 curiosidades sobre o filme, mais trailer, fotos e pôster: 1 - Michael Morpurgo escreveu o livro Cavalo de Guerra depois de conhecer veteranos da Primeira Guerra Mundial que contaram a importância dos animais na batalha e como alguns deles formaram fortes laços com seus cavalos. O escritor começou a pesquisar e descobriu que, apenas do lado britânico, um milhão de cavalos morreeu no conflito - além de 886 mil homens. Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) 2 - Steven Spielberg já tinha dirigido vários filmes que envolviam a Segunda Guerra Mundial, como o Resgate do Soldado Ryan, 1941 e A Lista de Schinder; além de ter produzido outros dois e ter sido responsável por duas séries sobre o tema, Band of Brothers e The Pacific. Filho de um veterano do conflito, ele confessou que nunca tinha se interessado pela Primeira Guerra Mundial até Cavalo de Guerra. Ao ouvir sobre a história, o diretor leu o livro, viu a peça, visitou o Imperial War Museum em Londres e decidiu que a saga de Joey ia ser seu próximo filme, aprovando roteiro e elenco em poucos meses. 3 - Cavalo de Guerra foi filmado em 64 dias em locações no interior da Inglaterra. Como Spielberg é do tipo que odeia spoilers e que qualquer foto de seus projetos vaze, tudo relacionado às filmagens era feito com o codinome Dartmoor, o nome de uma das áreas onde eles trabalharam. 4 - Para dar vida a Joey, 14 cavalos diferentes interpretaram o cavalo: oito para o animal adulto, quatro como potros e dois recém-nascidoso. O cavalo "principal", Finder's Key, também esteve em Seabscuit, Alma de Herói, e os treinadores tiveram três meses para preparar todos os animais para as filmagens. Jeremy Irvine e Emily Blunt em cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Jeremy Irvine e Emily Blunt em cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) 5 - Jeremy Irvine, o Albert, nunca tinha montado em um cavalo antes de ser escalado para o filme, o primeiro de sua carreira, e teve aulas intensivas por meses para dar veracidade ao papel. O ator também teve o famoso "pé de trincheira" nas cenas de guerra - a condição recebeu esse nome justamente na Primeira Guerra, quando os soldados ficavam com os pés submersos na água fria e lama das trincheiras e desenvolviam infecções seríssimas, que em alguns casos levavam à gangrena e amputação. 6 - Na principal batalha do filme foram usados 280 cavalos, e durante toda produção um ferreiro ficou a postos para substituir as ferraduras que ficavam presas na lama. Uma equipe especial de caracterização foi destinada só para os cavalos principais: os animais que fizeram Joey tiveram o pelo tingido e recebiam uma maquiagem especial para ficar com as mesmas marcas, como "meias brancas" nas patas e o sinal de estrela na testa. Jeremy Irvine em cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Jeremy Irvine em cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) 7 - Boa parte dos armamentos da Primeira Guerra Mundial usados em Cavalo de Guerra foram recriados pelo produção, inclusive tanques - um deles está em exibição ao lado de tanques reais em Dorset. Museu e colecionadores também emprestaram armas e espadas, e Spielberg recorreu ainda a negociantes de objetos antigos. 8 - Todos os figurinos foram cuidadosamente criados após dias de estudo no Imperial Museum of War. As roupas dos personagens principais foram feitos por uma empresa em Londres, enquanto as dos coadjuvantes e extras vieram da Polônia. Todas as botas do filme também foram feitas sob medidas para os atores. Benedict Cumberbatch, Patrick Kenny e Tom Hiddleston em Cavalo de Guerra (Foto: ) Benedict Cumberbatch, Patrick Kenny e Tom Hiddleston em Cavalo de Guerra (Foto: ) 9 - John Williams, responsável pelos temas de vários filmes de Spielberg e da franquia Star Wars tinha pouca ligação com cavalos e foi até uma fazenda na Califórnia conviver com os animais para compor a trilha de Cavalo de Guerra. 10 - Nenhum animal foi ferido durante as 1.100 filmagens, o que garantiu a Cavalo de Guerra o mais alto nível de certificação da unidade de Cinema e Televisão da American Humane Association. Entre os cuidados com os animais, a produção usou borracha para simular arame farpado durante uma cena em que Joey é ferido. Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Jeremy Irvine em cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Jeremy Irvine em cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Celine Buckens em cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Celine Buckens em cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) Cena de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) O pôster de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação) O pôster de Cavalo de Guerra (Foto: Divulgação)

quarta-feira, 3 de maio de 2023

It's A Long Way To Tipperary

***
*** Tenha um Ano-Novo muito feliz. Marchemos todos para ele. É longo o caminho para Tipperary,* ainda há muito que andar. Cordialmente seu, Wolfgang Pauli ***
*** Pauli Wolfgang Ernst Pauli *** Wolfgang Ernest Pauli nasceu em Viena, na Áustria, no dia 25 de abril de 1900. Foi importante físico e trabalhou na teoria do spin dos elétrons. Filho de Wolfgang Joseph Pauli e Berta Camilla Schutz. Estudou no Doblinger Gymnasium em Viena, graduando-se com honra em 1918. Dois meses depois publicou seu primeiro ensaio científico sobre a Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein. Doutorou-se em 1921 na Universidade Ludwig-Maximilian de Munich. Trabalhou com Arnold Sommerfeld. Sua tese era sobre a teoria quântica da molécula de hidrogênio ionizada. Sommerfeld propôs a Pauli a revisão da parte de relatividade. Depois de receber o doutorado, cerca de dois meses, Pauli completou o artigo com mais 237 páginas e foi muito elogiado por Einstein. O trabalho foi publicado como uma monografia e até hoje é referência sobre o assunto. Trabalhou um ano na Universidade de Gottingen como assistente de Max Born. Na universidade de Hamburgo, ficou entre 1923 a 1928 como conferencista. Foi nesta época que desenvolveu seu trabalho sobre mecânica quântica moderna. Formulou o Princípio da Exclusão e a teoria dos spins. Em 1929, Pauli deixou de ser Católico e neste mesmo ano casou-se com Kathe Margarethe Deppner. Em menos de um ano, divorciaram-se. Em 1931, começou a consultar-se com o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung e começou a interpretar seus sonhos e tornou-se um dos melhores estudantes de psiquiatria. Em 1928, foi indicado professor de Física teórica na Intituto de Tecnologia de Zurique, na Suíça. Manteve contato com professores da Universidade de Michigan em 1931 e com o Instituto de Estudos avançados em Princeton em 1935. Em 1934, casou-se com Francisca Bertram. Tornou-se cidadão alemão em 1938 e por causa da Segunda Guerra Mundial foi para os Estados Unidos em 1940. Foi professor de Física teórica em Princeton. Com o fim da guerra em 1945, retornou à Zurique. Em 1945 recebeu o Prêmio Nobel de Física pela descoberta do Princípio de Exclusão de Pauli. Foi nomeado para o prêmio por Einstein. Em 1958, recebe a medalha Max Planck. Neste mesmo ano descobriu um câncer no pâncreas. Quando seu último assistente, Charles Enz, foi visitá-lo no hospital, Pauli perguntou: “Viu o número do meu quarto?” Era 137. Pela sua vida, Pauli mostrou preocupação do por que a constante da estrutura fina, uma constante adimensional, com valor próximo a 1/137. Pauli morreu naquele quarto no dia 15 de dezembro de 1958. https://www.soquimica.com.br/biografias/pauli/ **********************************************************
*** Um filme de guerra será transmitido na Tela Quente hoje, segunda-feira, 1º de maio (01/05). Produção começa a partir de 22h15min, na TV Globo(foto: Divulgação) *** *** It's a long way to Tipperary - LYRICS - John McCormack *** Song: It's a long way to Tipperary Vocals: John McCormack Outro song: In The Mood - Glenn Miller. *************************************************** *** ☝️É um longa de guerra e drama britânico. Segue a história de dois jovens soldados britânicos, Schofield (interpretado por George Mackay) e Blake (interpretado por Dean-Charles Chapman), durante a Primeira Guerra Mundial. Os dois soldados são incumbidos de uma missão aparentemente impossível: atravessar um campo de batalha perigoso e entregar uma mensagem urgente para outra unidade do exército britânico. A mensagem contém informações vitais que podem salvar a vida de 1.600 soldados que estão prestes a entrar em uma armadilha alemã. Schofield e Blake enfrentam diversos obstáculos no caminho, incluindo a luta para sobreviver no campo de batalha, a superação de obstáculos físicos e emocionais, além de outros desafios inesperados. O filme apresenta um estilo de câmera contínua que segue os dois soldados durante toda a missão, criando uma sensação de tensão e imersão no espectador. O elenco inclui Benedict Cumberbatch e Colin Firth em papéis secundários. https://www.opovo.com.br/vidaearte/2023/05/01/tela-quente-hoje-qual-filme-vai-passar-segunda-01-05-23.html *********************** *** VINIL CAETANO VELOSO - TRANSA (TRANSLUCIDO) Referência: 26060244533915 Caetano Veloso Este produto não está disponível no momento Quero saber quando estiver disponível Nome E-mail ENVIAR VINIL Caetano Veloso - Transa (Translucido) Gravado em 1971, no Chappell Recording Studios, em Londres, durante seu exílio, “Transa”, o sexto álbum de estúdio de Caetano Veloso, foi lançado em janeiro de 1972. Com sete faixas, o disco foi produzido pelo britânico Ralph Mace e contou com a direção musical de Jards Macalé, que também toca guitarra na faixa “Its A Long Way”. Com banda formada por Áureo de Souza (bateria), Moacyr Albuquerque (baixo), Tutty Moreno (percussão) e Jards Macalé (violão e guitarra), o disco conta ainda com a participação de Angela Ro Ro, então com 22 anos, que trouxe sua charmosa gaita para a sedutora canção de Caetano, “Nostalgia (That's What Rock'n´Roll Is All About)”, faixa que encerra o álbum. Essa colaboração no disco de Caetano trouxe à então iniciante cantora um aval para o início de sua carreira na música. O disco tem uma vibe roqueira, que conversa sutilmente com outras grandes referências do artista: as canções da MPB e os sons da Bahia. Mesmo assim, ele traz ainda um pouco da melancolia de seu primeiro álbum londrino, intitulado apenas “Caetano Veloso”, apresentado em 1971. O projeto foi lançado com o diferencial de uma capa tripla, na qual encarte e capa formavam um triângulo. A ideia foi apelidada de ‘discobjeto’ pelo ator e diretor de teatro baiano Álvaro Guimarães, criador do ousado projeto gráfico, ao lado de Aldo Luiz. Repertório do LP: Lado A: A1. You Don't Know Me A2. Nine Out Of Ten A3. Triste Bahia Lado B: B1. It's A Long Way B2. Mora Na Filosofia B3. Neolithic Man B4. Nostalgia (That's What Rock'n Roll Is All About) *todas as perspectivas contidas neste material são meramente ilustrativas, podendo sofrer alterações, inclusive quanto à cor, forma, textura e tamanho. Mais Informações. Compartilhar Conheça esse produto VINIL Caetano Veloso - Transa (Translucido) Gravado em 1971, no Chappell Recording Studios, em Londres, durante seu exílio, “Transa”, o sexto álbum de estúdio de Caetano Veloso, foi lançado em janeiro de 1972. Com sete faixas, o disco foi produzido pelo britânico Ralph Mace e contou com a direção musical de Jards Macalé, que também toca guitarra na faixa “Its A Long Way”. Com banda formada por Áureo de Souza (bateria), Moacyr Albuquerque (baixo), Tutty Moreno (percussão) e Jards Macalé (violão e guitarra), o disco conta ainda com a participação de Angela Ro Ro, então com 22 anos, que trouxe sua charmosa gaita para a sedutora canção de Caetano, “Nostalgia (That's What Rock'n´Roll Is All About)”, faixa que encerra o álbum. Essa colaboração no disco de Caetano trouxe à então iniciante cantora um aval para o início de sua carreira na música. O disco tem uma vibe roqueira, que conversa sutilmente com outras grandes referências do artista: as canções da MPB e os sons da Bahia. Mesmo assim, ele traz ainda um pouco da melancolia de seu primeiro álbum londrino, intitulado apenas “Caetano Veloso”, apresentado em 1971. O projeto foi lançado com o diferencial de uma capa tripla, na qual encarte e capa formavam um triângulo. A ideia foi apelidada de ‘discobjeto’ pelo ator e diretor de teatro baiano Álvaro Guimarães, criador do ousado projeto gráfico, ao lado de Aldo Luiz. Repertório do LP: Lado A: A1. You Don't Know Me A2. Nine Out Of Ten A3. Triste Bahia Lado B: B1. It's A Long Way B2. Mora Na Filosofia B3. Neolithic Man B4. Nostalgia (That's What Rock'n Roll Is All About) *todas as perspectivas contidas neste material são meramente ilustrativas, podendo sofrer alterações, inclusive quanto à cor, forma, textura e tamanho. https://www.umusicstore.com/vinil-caetano-veloso-transa-translucido-3606/p ******************************************************************************* *** Poesia | Fernando Pessoa - Se eu pudesse *****************************************************************
*** "Não tenho dúvida de que o início de sua doença coincidiu com aqueles tristes dias em que ele perdeu a esperança na conclusão rápida da teoria das partículas elementares, mas não tenho a pretensão de julgar qual das duas causas foi a causa e qual o efeito." A TEORIA DO CAMPO UNIFICADO 1957-1958 CONTRAPONTO A PARTE E O TODO HEISENBERG pp. 267-264 ********************************** *** It's a Long Way Caetano Veloso It's a Long Way Woke up this morning Singing an old, old Beatles song We're not that strong, my Lord You know we ain't that strong I hear my voice among others In the break of day Hey, brothers Say, brothers It's a long, long, long, long way It's a long way It's a long, it's a long, long, long It's a long way Os olhos da cobra verde Hoje foi que arreparei Se arreparasse a mais tempo Não amava quem amei It's a long way It's a long, it's a long way It's a long, long, long It's a long way Arrenego de quem diz Que o nosso amor se acabou Ele agora está mais firme Do que quando começou It's a long road It's a long, it's a long road It's a long and winding road It's a long and winding road It's a long and winding road It's a long and winding, long and winding road A água com areia brinca na beira do mar A água passa e a areia fica no lugar It's a hard, it's a hard It's a hard, hard long way E se não tivesse o amor E se não tivesse essa dor E se não tivesse o sofrer E se não tivesse o chorar (ah, o amor) E se não tivesse o amor No Abaeté tem uma lagoa escura Arrodeada de areia branca É Um Longo Caminho Acordei essa manhã Cantando uma velha, velha canção dos Beatles Nós não somos tão fortes, meu Senhor Você sabe que não somos tão fortes Eu ouço a minha voz entre os outros No raiar do dia Ei, irmãos Digam, irmãos É um longo, longo, longo, longo caminho É um longo caminho É um longo, é um longo, longo, longo É um longo caminho Os olhos da cobra verde Hoje foi que arreparei Se arreparasse a mais tempo Não amava quem amei É um longo, longo, longo, longo caminho É um longo caminho É um longo, longo, longo É um longo caminho Arrenego de quem diz Que o nosso amor se acabou Ele agora está mais firme Do que quando começou É uma longa estrada É uma longa, é uma longa estrada É uma longa e sinuosa estrada É uma longa estrada É uma longa e sinuosa estrada É uma longa e sinuosa, longa e sinuosa estrada A água com areia brinca na beira do mar A água passa e a areia fica no lugar É um difícil, é um difícil É um difícil, difícil e longo caminho E se não tivesse o amor E se não tivesse essa dor E se não tivesse o sofrer E se não tivesse o chorar (ah, o amor) E se não tivesse o amor No Abaeté tem uma lagoa escura Arrodeada de areia branca Composição: Baden Powell / Caetano Veloso / Vinícius de Moraes. ****************************************************************************************************** *** Ouça "Jesus Bleibet Meine …" ***
*** Johann Sebastian Bach Jesus Bleibet Meine Freude Jesus alegria dos homens Jesus bleibet meine Freude, Jesus continua sendo minha alegria, Meines Herzens Trost und Saft, O conforto e a seiva do meu coração Jesus wehret allem Leide, Jesus refreia a minha tristeza, Er ist meines Lebens Kraft, Ele é a força da minha vida Meiner Augen Lust und Sonne, É o deleite e o sol dos meus olhos, Meiner Seele Schatz und Wonne; O tesouro e a grande felicidade da minha alma, Darum lass ich Jesum nicht Por isso, eu não deixarei ir Jesus Aus dem Herzen und Gesicht. Do meu coração e da minha presença. https://www.letras.com.br/johann-sebastian-bach/jesus-bleibet-meine-freude/traducao ****************************************************************************************

segunda-feira, 1 de maio de 2023

AFETAÇÃO E DESAFETAÇÃO DE BENS PÚBLICOS

petição inicial de ação popular ***
*** Ação Popular - Análise da 2ª Fase de Administrativo e Constitucional do XXXI Exame da OAB - Tiago Schubach | Hotmart *** *** PRIMEIRO DE MAIO *** “…Afetação ou Desafetação do Sagrado…” Direito ou Dever? Grafonologias… CORRESPONDÊNCIA GRAFONÊMICA *** *** OAB 2ª Fase 37º | Gabarito Extraoficial | Constitucional *** CERS OAB Transmitido ao vivo em 30 de abr. de 2023 #OAB #ExamedeOrdem #CERSOAB Chegou agora da prova e quer saber se você foi aprovado? Então confira a correção da 2ª Fase de Direito Constitucional do 37º Exame de Ordem com a professora Flavia Bahia e tire todas as suas dúvidas sobre as questões e a peça! https://www.youtube.com/watch?v=UiDzXeCTB7Q ************************************************
*** Ordem dos Advogados do Brasil – Wikipédia, a enciclopédia livre *** ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XXXVII Exame de Ordem Unificado Prova Prático-Profissional Aplicada em 30/04/2023 Área: Direito Constitucional “O gabarito preliminar da prova prático-profissional corresponde apenas a uma expectativa de resposta, podendo ser alterado até a divulgação do padrão de respostas definitivo.” Qualquer semelhança nominal e/ou situacional presente nos enunciados das questões é mera coincidência.” PADRÃO DE RESPOSTA – PEÇA PROFISSIONAL Enunciado O Município Sigma se notabilizou no território nacional em razão da exuberância das paisagens existentes em sua esfera territorial, entre as quais se destacava uma área de preservação ambiental localizada na área central do Município. Essa área foi criada há mais de uma década por força do Decreto nº XX, da lavra do então prefeito municipal, tendo tornado a região tão aprazível que, em poucos anos, foram erguidas construções em todas as demais áreas livres, valorizando-a sobremaneira. Em razão desse quadro e da crescente especulação imobiliária, João Santos, recém-empossado prefeito do Município Sigma, foi visitado por Pedro Silva, conhecido construtor e principal doador de sua campanha eleitoral, e foi instado a cumprir uma promessa que fizera: João tinha afirmado que, caso fosse eleito, desafetaria a referida área de preservação ambiental e permitiria que Pedro ali construísse um conjunto habitacional e comercializasse as respectivas unidades. Apesar da desaprovação de sua equipe e da importância atribuída à área de preservação ambiental pela população de Sigma, João achou que o desgaste seria ainda maior se descumprisse a promessa que fizera. Por essa razão, alegando a incidência do princípio da paridade das formas, editou o Decreto nº YY, no qual o Art. 1º promoveu a desafetação da área de preservação ambiental, tornando-a bem dominical; o Art. 2º transferiu sua propriedade a Pedro em caráter permanente, autorizando a construção do conjunto habitacional no local. A medida adotada por João deu ensejo a um escândalo sem precedentes no Município Sigma, pois era de conhecimento público que a edição do Decreto nº YY tinha o objetivo de “retribuir” as doações realizadas por Pedro para a campanha de João. Além disso, era muito difundida a opinião de que a desafetação da área não poderia ser realizada por um ato infralegal. Poucos dias após a publicação do decreto, começou a ser percebida a chegada de caminhões e retroescavadeiras ao centro do Município Sigma, todos de propriedade de Pedro, além do fluxo de trabalhadores vindos de outros municípios, já que os moradores de Sigma se negavam a atender às ofertas de emprego para a derrubada das árvores da área de preservação ambiental. Estarrecida com o que está prestes a ocorrer, Joana Castro, vereadora no Município Delta que é limítrofe ao Município Sigma, decidiu procurar você, como advogado(a), para o ajuizamento da ação constitucional mais apropriada ao caso, visando a impedir a desafetação, a transferência de propriedade da área e a destruição da vegetação, considerando, ao seu ver, a manifesta nulidade do ato que antecedeu este trágico desfecho, que está a prestes a ocorrer. A partir da narrativa acima, observados a capacidade política de Joana Castro e os remédios constitucionais do Art. 5º da CRFB/88, elabore a petição inicial da medida judicial a ser proposta. (Valor: 5,00) Obs.: a peça deve abranger todos os fundamentos de Direito que possam ser utilizados para dar respaldo à pretensão. A simples menção ou transcrição do dispositivo legal não confere pontuação. Gabarito Comentado A peça adequada nesta situação é a petição inicial de ação popular. A petição deve ser endereçada ao Juízo Cível da Comarca X ou ao Juízo de Fazenda Pública da Comarca X, que abranja a esfera territorial do Município Sigma, já que os dados constantes do enunciado não permitem identificar a organização judiciária do local. O examinando deve indicar, na qualificação das partes, a autora Joana Castro e, como demandados, João Santos, prefeito do Município Sigma, Pedro Silva e o Município Sigma. A legitimidade ativa de Joana Castro decorre do fato de ser cidadã, conforme dispõe o Art. 5º, inciso LXXIII, da CRFB/88 ou o Art. 1º, caput, da Lei nº 4.717/65, qualidade intrínseca à sua condição de vereadora. A legitimidade passiva de João Santos decorre do fato de ser o responsável pela edição do Decreto nº YY, conforme dispõe o Art. 6º, caput, da Lei nº 4.717/65; de Pedro Silva, pelo fato de ser beneficiado pelo ato praticado por João, (Art. 6º, caput, da Lei nº 4.717/65); e a do Município Sigma, por se almejar impedir a produção de efeitos do Decreto nº YY (Art. 6º, § 3º, da Lei nº 4.717/65). É possível a declaração de nulidade do Decreto nº YY, via ação popular, por afrontar a legalidade (Art. 2º, alínea c, da Lei nº 4.771/1965), a moralidade administrativa (Art. 5º, inciso LXXIII, da CRFB/88) e ainda ser lesivo ao patrimônio público (Art. 5º, inciso LXXIII, da CRFB/88 ou Art. 1º, caput, da Lei nº 4.717/65). O examinando deve indicar, no mérito, que (i) a desafetação da área de preservação ambiental exigiria a edição de lei, nos termos do Art. 225, § 1º, inciso III, da CRFB/88; (ii) a doação de área pública a particular, como retribuição por doação eleitoral, afronta a moralidade administrativa, protegida pelo Art. 37, caput, ou pelo Art. 5º, inciso LXXIII, ambos da CRFB/88; (iii) a atribuição de um bem público a uma pessoa em particular, sem motivo idôneo, também afronta a impessoalidade, protegida pelo Art. 37, caput, da CRFB/88. Em consequência, o Decreto nº YY é nulo, nos termos do Art. 2º, alíneas c e e, bem como o parágrafo único, alíneas c e e, da Lei nº 4.717/65, em razão do desvio de finalidade e de sua manifesta dissonância das normas constitucionais. O examinando deve requerer a concessão de provimento liminar, para impedir a iminente destruição da vegetação da área de preservação permanente. O fumus boni iuris decorre da nítida ofensa aos comandos constitucionais, o que acarreta a nulidade do Decreto nº YY, e o periculum in mora da iminência de a vegetação ser destruída. O examinando deve formular o pedido de declaração de nulidade do Decreto nº YY, impedindo-se, portanto, que produza efeitos. O examinando deve - juntar aos autos os títulos de eleitor de Joana; - atribuir valor à causa; e - qualificar-se como advogado. PADRÃO DE RESPOSTA – QUESTÃO 01 Enunciado O Município Alfa, cuja área central constituída apenas de edificações públicas municipais era considerada patrimônio histórico, editou a Lei nº XX, dispondo que seria submetida à consulta popular a possibilidade, ou não, de veículos automotores circularem pelas ruas que integravam a referida área. De acordo com os debates, apesar dessa circulação ser cômoda aos proprietários de veículos, ela dificultava o acesso de turistas. A Câmara Municipal de Alfa ainda decidiu que seria imediatamente solicitado à Justiça Eleitoral que o respectivo quesito fosse submetido à população local de modo concomitante à eleição municipal a ser realizada no ano seguinte. Sobre a hipótese apresentada, responda aos questionamentos a seguir. A) A Lei nº XX do Município Alfa é formalmente compatível com a ordem constitucional? Justifique. (Valor: 0,60) B) Considerando a sistemática constitucional, a Justiça Eleitoral deve atender à solicitação da Câmara Municipal de Alfa? Justifique. (Valor: 0,65) Obs.: o(a) examinando(a) deve fundamentar suas respostas. A mera citação do dispositivo legal não confere pontuação. Gabarito Comentado A) Sim, pois trata-se de assunto de interesse local, nos termos do Art. 30, inciso I, da CRFB/88. B) Sim. A Justiça Eleitoral deve realizar a consulta popular, na forma prevista, sempre que encaminhada pela Câmara Municipal antes de 90 (noventa) dias da data da eleição, conforme dispõe o Art. 14, § 12, da CRFB/88. PADRÃO DE RESPOSTA – QUESTÃO 02 Enunciado Em razão do crescimento do bloco de oposição ao governo no âmbito do Poder Legislativo do Estado Alfa, logrouse reformar a Constituição Estadual para prever que os atos de exoneração dos Secretários de Estado somente produziriam efeitos após a sua aprovação pela Assembleia Legislativa. A reforma ainda previu que o não atendimento dessa determinação, pelo chefe do Poder Executivo, caracterizaria crime de responsabilidade, sujeitando-o ao respectivo processo, conforme regras estabelecidas em lei. Irresignado com o teor da reforma constitucional, o Governador do Estado formulou à sua assessoria os questionamentos a seguir. A) A previsão, na Constituição Estadual, de que os atos de exoneração dos Secretários de Estado somente produziriam efeitos após a sua aprovação pela Assembleia Legislativa, é compatível com a Constituição da República de 1988? Justifique. (Valor: 0,65) B) A tipificação de crime de responsabilidade na Constituição Estadual é compatível com a Constituição da República de 1988? Justifique. (Valor: 0,60) Obs.: o(a) examinando(a) deve fundamentar suas respostas. A mera citação do dispositivo legal não confere pontuação. Gabarito Comentado A) Não. A exoneração dos Secretários de Estado é ato privativo do chefe do Poder Executivo, não estando sujeito à aprovação da Assembleia Legislativa, o que ocorre, por força do princípio da simetria (Art. 25, caput, da CRFB/1988), nos termos do Art. 84, inciso I, ou do Art. 2º, ambos da CRFB/88. B) Não. Trata-se de matéria de competência privativa da União, nos termos do Art. 22, inciso I, da CRFB/88 ou da Súmula Vinculante nº 46. PADRÃO DE RESPOSTA – QUESTÃO 03 Enunciado A Assembleia Legislativa do Estado Alfa instaurou Comissão Parlamentar de Inquérito com o objetivo de investigar os graves fatos apresentados em matéria jornalística pelo principal jornal do Estado. A matéria descrevera o estado de ineficiência no âmbito da Secretaria Estadual de Educação, o que vinha gerando graves prejuízos na formação dos jovens que estudavam em colégios públicos estaduais. Apesar da aparente nobreza da iniciativa, João, autor da matéria jornalística, teve conhecimento de que o real objetivo da CPI era o de obrigá-lo a indicar quem lhe passara as informações usadas para a elaboração da matéria. Para tanto, João seria convocado como testemunha e, caso se negasse a nomear sua fonte, seria preso em flagrante por falso testemunho, o que lhe causaria imenso desgaste junto à opinião pública. Sobre a hipótese apresentada, responda aos itens a seguir. A) João está obrigado, ao depor como testemunha perante a CPI, a indicar a pessoa que lhe passara as informações utilizadas para a confeccão da matéria? Justifique. (Valor: 0,65) B) Qual é a ação constitucional passível de ser utilizada por João para que não venha a ser preso pela CPI, por não indicar a pessoa que lhe passou as informações utilizadas para a elaboração da matéria? Justifique. (Valor: 0,60) Obs.: o(a) examinando(a) deve fundamentar suas respostas. A mera citação do dispositivo legal não confere pontuação. Gabarito Comentado A) Não. João possui o direito de resguardar o sigilo da fonte, nos termos do Art. 5º, inciso XIV, ou do Art. 220, § 1º, ambos da CRFB/88. B) A ação constitucional passível de ser utilizada por João é o habeas corpus, nos termos do Art. 5º, inciso LXVIII, da CRFB/88. PADRÃO DE RESPOSTA – QUESTÃO 04 Enunciado A cooperativa XX, dedicada à atividade de garimpo, compareceu perante o órgão federal competente e declinou o seu interesse em explorar a recém-descoberta jazida de minério existente na localidade Alfa, onde atua regularmente. Apesar de a cooperativa XX se dedicar há muitos anos à exploração dessa atividade, o seu requerimento foi indeferido por duas razões básicas: a primeira porque a cooperativa foi criada de forma irregular, pois não foi previamente autorizada pelo órgão público competente, de modo que o seu funcionamento seria também irregular; a segunda, por sua vez, indicava que seria dada preferência, na lavra das jazidas minerais garimpáveis, na forma da lei, às pessoas naturais, o que decorria da grave crise econômica na região, que reduziu drasticamente os postos de trabalho. À luz da ordem constitucional, responda aos itens a seguir. A) É correta a afirmação de que a cooperativa XX foi criada de forma irregular? Justifique. (Valor: 0,60) B) Pode ser atribuída preferência às pessoas naturais, na forma da lei, em detrimento da cooperativa, na autorização ou na concessão da lavra das jazidas minerais garimpáveis? Justifique. (Valor: 0,65) Obs.: o(a) examinando(a) deve fundamentar suas respostas. A mera citação do dispositivo legal não confere pontuação. Gabarito Comentado A) Não. A criação de cooperativa independe de autorização, nos termos do Art. 5º, inciso XVIII, da CRFB/88. B) Não. A prioridade deve ser atribuída à cooperativa, na forma da lei, nos termos do Art. 174, § 4º, da CRFB/88. Padrão de Resposta da Prova Prático-Profissional – XXXVII Exame de Ordem Unificado Página 6 de 6 https://oab.fgv.br/arq/640/131714_GABARITO%20JUSTIFICADO%20-%20DIREITO%20CONSTITUCIONAL.pdf ********************************** *** AFETAÇÃO E DESAFETAÇÃO DOS BENS PÚBLICOS Marcus Bittencourt https://www.youtube.com/watch?v=Jp_ZcZkGpUM **************************************************
*** Tweet Carolina Brígido @carolabrigido O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, tem um candidato preferido para assumir uma das sete cadeiras da corte em maio. Conto na coluna, com @pedrolcanario noticias.uol.com.br Carolina Brígido - Amigos desde 1986: quem é o advogado que Moraes quer como ministro do TSE O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes, tem um candidato p... 2:25 PM · 30 de abr de 2023 https://twitter.com/carolabrigido/status/1652725973383536641?s=48&t=gKyEEumLB0aAdrne2uBPCw ***********************************
*** Amigos desde 1986: quem é o advogado que Moraes quer como ministro do TSE *** O presidente do TSE, Alexandre de Moraes Imagem: Deputados que investigam atos golpistas de 8 de janeiro terão reunião com Alexandre de Moraes para trocar informações. Foto: STF. Foto: Rosinei Coutinho/STF *** Carolina Brígido e Pedro Canário Colunista do UOL 30/04/2023 04h00 O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes, tem um candidato preferido para assumir uma das sete cadeiras da corte em maio: o advogado Floriano de Azevedo Marques. Os dois são amigos desde 1986, quando entraram na Faculdade de Direito da USP. O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal) foi da mesma turma. Hoje, Moraes e Marques são colegas de magistério. O advogado, que já foi diretor da Faculdade de Direito, é professor do Departamento de Direito do Estado na USP e Alexandre, de Direito Constitucional. Os dois se encontram com frequência, pois lecionam no mesmo dia da semana. A vaga que será aberta no TSE no mês que vem adquiriu importância ainda maior diante da proximidade do julgamento de ações que pedem a inelegibilidade do presidente Jair Bolsonaro por supostos crimes cometidos durante o processo eleitoral de 2022. O TSE tem sete ministros: três do STF, dois do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e dois advogados. O mandato de um dos advogados, Sérgio Banhos, termina em 17 de maio. Pela regra, o STF (Supremo Tribunal Federal) recebe do TSE sugestões de nomes para ocupar a vaga e, em seguida, vota uma lista tríplice. Essa lista é enviada ao presidente da República, que escolhe um dos nomes. Moraes tem conversado com ministros do STF sobre Floriano Marques e pretende levar o nome ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes de enviar a lista ao Supremo. Foi Moraes quem convidou Marques a se candidatar a uma vaga na corte. Se Lula concordar, a ministra Maria Cláudia Bucchianeri, substituta de Banhos, será preterida e deixará ascender à cadeira titular, quebrando uma tradição no TSE. A ministra foi nomeada com o apadrinhamento do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Ela se indispôs com Moraes em 2022, quando voltou atrás da decisão que havia dado à campanha de Lula o direito de ocupar 60 inserções no tempo de TV de Bolsonaro. A reconsideração veio depois de pressão de bolsonaristas e de Lira. Entre juristas, a opinião é que, devido a esse desentendimento com Moraes, a recondução dela ficou inviabilizada. A avaliação no TSE é que, pela decisão de 2022 e outras posturas dela em julgamentos, a ministra não votaria na mesma linha de Moraes - que tem a tendência de condenar Bolsonaro nas Aijes. Floriano Marques mantém boas relações com petistas próximos a Lula há alguns anos. Sócio de um dos maiores escritórios do país, já advogou para grandes empresas na área de Direito Administrativo, inclusive para a Odebrecht, durante a Lava Jato. O advogado também foi um dos críticos aos acordos de leniência assinados pela Lava Jato com empresas. Para ele, a disputa por protagonismo entre órgãos de controle, como MPF (Ministério Público Federal), CGU (Controladoria Geral da União) e TCU (Tribunal de Contas da União), causou insegurança aos acordos, que agora são questionados no STF. Como diretor da USP, foi um dos responsáveis pelo projeto de restauração e reforma da biblioteca. O prédio foi doado à USP em 2006, mas, por causa de problemas estruturais, ficou interditado até 2020, quando o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) liberou os acordos assinados por Floriano Marques com empresas para receber doações. A CCR e a JBS se comprometeram com R$ 33 milhões. Vieram dele, também, iniciativas de apoio coletivo aos ministros que foram atacados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente Alexandre de Moraes e Celso de Mello, outro ex-aluno da USP. O advogado também é coautor do projeto que deu origem à Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro, a LINDB, que transformou em regra alguns princípios jurídicos, como obrigar os juízes a considerar as consequências de suas decisões. Moraes quer para a vaga do TSE um advogado com currículo consistente, para não correr o risco de o novo ministro dar decisões para agradar ou desagradar determinados grupos políticos. No tribunal, a visão é que Floriano Marques teria isenção suficiente para conduzir os julgamentos em um ano com pauta tão sensível para o tribunal. Floriano Marques concorre hoje oficialmente a uma vaga no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo. Caso Lula não concorde com Moraes e recuse o nome do advogado, ele seria nomeado para a corte paulista. https://noticias.uol.com.br/colunas/carolina-brigido/2023/04/30/amigos-desde-1986-quem-e-o-advogado-que-moraes-quer-como-ministro-do-tse.htm?cmpid=copiaecola ****************************************************************************** *** Aula 23 - Alfabetização - Entendendo as correspondências grafofonêmicas. https://www.youtube.com/watch?v=zA8vF4NH7Lo ************************************************ *** Correspondência grafofonêmica Autor: Thaïs Cristófaro Alves da Silva, Instituição: Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG / Faculdade de Letras, Correspondência grafofonêmica ou correspondência grafofônica define as relações de correspondência entre letras (grafemas) e sons. Os sons ocorrem na modalidade oral da linguagem. As letras ocorrem na modalidade escrita da linguagem. Para decodificar o texto escrito em sons, devem ser utilizadas as correspondências grafofonêmicas ou grafofônicas. As correspondências letra-som podem ser de vários tipos. Algumas letras ou sequências de letras sistematicamente correspondem a um único som. É o caso da letra ‘p’, que é sempre pronunciada como /p/ em, por exemplo, palavras como paz, capa, ou o caso das letras ‘ss’, que correspondem sempre ao som /s/ como, por exemplo, nas palavras massa, osso. Mas, há casos em que uma letra corresponde a mais de um som. Por exemplo, a letra ‘c’ tem o som de /s/ na palavra cena e tem o som de /k/ na palavra casa. Nesse caso a ocorrência do som /s/ ou do som /k/ é previsível: a letra ‘c’ corresponderá ao som /s/ quando for seguida de uma das letras ‘i,e’ e corresponderá ao som /k/ nos demais casos. No caso da letra ‘c’ a correspondência grafofonêmica é previsível pelo contexto em que a letra se encontra: nesse caso a vogal seguinte deve ser ‘i’ ou ‘e’. O contexto pode também ser previsível pela ocorrência da letra em uma posição da palavra. Esse é o caso da letra ‘l’ que tem o som de /u/ em final de sílaba em palavras como Brasil ou volta e que tem o som de /l/ nos demais contextos. No caso da letra ‘l’, a correspondência grafofonêmica é previsível pela posição da letra na palavra. Ocorrem casos em que uma letra não corresponde a qualquer som, como no caso da letra ‘h’ que não é pronunciada em palavras como hoje, herói, hino. Há também casos em que a correspondência grafofonêmica é imprevisível. É o caso da letra ‘x’ quando ocorre entre vogais: caixa, próximo, táxi, exemplo. Na palavra caixa, o som de ‘x’ é /ʃ/, em próximo é /s/, em táxi é /ks/ e em exemplo é /z/. Ou seja, quando a letra ‘x’ ocorre entre vogais, ela pode ser pronunciada como /ʃ, s, ks, z/. Contudo, se a letra ‘x’ ocorrer em um contexto que não seja entre vogais, há previsibilidade da correspondência grafofonêmica: em início de palavra, corresponde ao som de /ʃ/, como em xarope; em final de palavra, corresponde aos sons /ks/, como em Rex; e antes de consoante, tem som de /s/, como em expirar. É desejável que se domine o conteúdo básico das disciplinas Fonética e Fonologia para compreender a natureza dos sons e suas distribuições, avaliando quais são as relações estabelecidas entre grafemas e sons. Verbetes associados: Grafema, Fonética, Fonologia, Sistema Fonológico Referências bibliográficas: CRISTÓFARO-SILVA, T. Fonética e Fonologia do Português: roteiro de estudo e guia de exercícios. São Paulo: Contexto, 2009. FARACO, C. A. Escrita e Alfabetização. São Paulo: Contexto, 1997. LEMLE, M. Guia teórico do alfabetizador. São Paulo: Ática, 2007. SCLIAR-CABRAL, L. Guia Prático de Alfabetização. São Paulo: Contexto, 2003. https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/correspondencia-grafofonemica ****************************************************************************************** *** CANAL LIVRE - TARCÍSIO DE FREITAS *** Band Jornalismo Transmitido ao vivo em 30 de abr. de 2023 O Canal Livre deste domingo (30) recebe o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O programa vai debater os os principais desafios de conduzir o estado mais populoso e o responsável por mais de 30% de todo o PIB brasileiro. O programa vai falar também de temas como: privatizações, política nacional e planos para o futuro. https://www.youtube.com/watch?v=C12rLsx16Zk ************************************************ Notícias Canal Livre: Tarcísio vê privatização da Sabesp vantajosa para o cidadão de SP Governador de São Paulo participou do Canal Livre deste domingo (30) Da redação 30/04/2023 • 19:48 *** Tarcísio de Freitas enxerga uma possível privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) como extremamente vantajosa para o cidadão de São Paulo. “A privatização da Sabesp é extremamente vantajosa para o cidadão de São Paulo. É a forma mais rápida da gente de fato ter, por exemplo, a despoluição poluição do Rio Tietê, a despoluição do rio Pinheiros. Uma quantidade muito maior de ligações em Guarulhos. A desmobilização de casas que estão nas bases do rio, a recuperação ambiental, a construção de residências em áreas seguras em áreas não alagáveis”, disse em entrevista ao Canal Livre deste domingo. Destaques Tarcísio de Freitas comenta ataques de oito de janeiro: 'Houve leniência' Tarcísio de Freitas comenta ataques de oito de janeiro: 'Houve leniência' Tarcísio de Freitas defende privatização do Porto de Santos: 'Não desisto nunca' Tarcísio de Freitas defende privatização do Porto de Santos: 'Não desisto nunca' Tarcísio anuncia medidas para evitar ataques em colégios em SP Tarcísio anuncia medidas para evitar ataques em colégios em SP Tarcísio também explicou que seu governo estuda a operação e que terá a ajuda do Banco Mundial. “Estamos estudando. O Banco Mundial vai nos ajudar a estruturar essa operação. E qual é o nosso compromisso com o cidadão de São Paulo? É verificar se esse caminho, se esse passo é o melhor. E eu entendo que é. Quais são as premissas? Mobilização de capital, universalização de serviço, redução desse prazo de universalização e redução de tarifa. Esses objetivos são plenamente alcançáveis, porque observe, a gente pode mobilizar aí um valor de capital extremamente significativo. A gente pode estar falando aí de R$ 60 bilhões, R$ R$ 70 bilhões. Os municípios vão ter a garantia pela regulação que vai ser feita via contrato, que o investimento vai ser realizado”, explicou. Privatização do Porto de Santos Tarcísio de Freitas defendeu a privatização do Porto de Santos, o maior da América Latina. Ele afirmou que não irá desistir do projeto de privatização do porto. “Tenho uma esperança eterna e lutarei até o último momento para que aconteça, porque é bom, é bom para o estado, é importante. Seria a grande novidade da Baixada Santista”, afirma. Ao citar a conversa que teve com o presidente Lula (PT), Tarcísio diz que “ele disse que não tem dogma”. “Disse que 'se minha equipe ver que é bom, eu faço, não tem problema'. Tem uma resistência maior do ministro dos Portos, não quer, mas entendo”, comenta. O governador pontuou que a privatização traria benefícios para toda a região da Baixada Santista e a indústria de Cubatão. “Quando falamos da privatização de Santos, está em jogo a competitividade do porto. O porto que é responsável pelo maior fluxo de comércio exterior do Brasil precisa ser cuidado”, cita. "A privatização ela traz a maior oportunidade de mobilizar capital em menor tempo, falamos de aprofundamento do canal, mobilização das áreas adjacentes, observe que tenho uma área industrial de Cubatão que morreu. E se tenho um canal cuidado, com incentivos tributários, lógica de porto-indústria, consigo remobilizar, reindustrializar a área", pontua. Durante a conversa, Tarcísio afirmou que o projeto seguiria a tendência de privatização que ocorreu no governo Bolsonaro. "Nos últimos anos conseguimos mobilizar muito capital no setor portuário, nos últimos quatro fizemos a maior quantidade de leilões de arrendamento de terminais privados, autorizações para terminais privados, se mobilizou R$ 12 bilhões no setor privado, fizemos a primeira privatização do porto do Espírito Santos e está dando muito certo", afirma. Atos de 8 de janeiro Tarcísio de Freitas repudiou os atos criminosos de oito de janeiro e citou que "houve leniência" por parte dos órgãos de segurança nos ataques. O governador citou que tem um estranhamento do porquê os efetivos de segurança não conseguiram neutralizar os criminosos que depredaram a Praça dos Três Poderes. Ele relembrou como é normal ter tropas resguardando o local. “É corriqueiro, temos três batalhões que fazem a segurança do Palácio do Planalto, estes efetivos sempre estiveram mobilizados, quando se tem um prenúncio de movimento na Esplanada, a tropa ficava mobilizada, fazia o cordão de proteção, ocorreu diversas vezes”, afirma. Tarcísio de Freitas analisa que as informações destinadas aos órgãos de segurança foram tratadas de forma branda. “Cada vez mais, chega à conclusão que a Abin informou o Ministério da Justiça, informou o Gabinete de Segurança Institucional e eventualmente houve uma leniência no tratamento destas informações e é aí que há pesos e medidas diferentes”, pontua. Para ele, é preciso repudiar o que ocorreu. “Aprender com os erros, as chagas, as feridas e entendo que essas feridas devem ser cicatrizadas", afirma. Segundo o governador, é preciso ainda esclarecer muitos fatos do ocorrido. "De certa forma vemos que alguns fatos precisam esclarecimentos para que a gente tenha a certeza que caminharemos para a justiça”, analisa. Tópicos relacionados política economia notícias são paulo ********************* *** Correspondência Gino e Geno *** Recebi suas cartinhas Foi com grande emoção Você disse que é minha Que é meu seu coração Mas eu nem acreditei Que fosse mesmo verdade E comigo até pensei Que agora encontrei A minha grande felicidade (Ô moçada! Diz lá pra morena que recebi sua carta e tô xonado) E quando fui recebendo Logo fui correspondida Já mandei o meu retrato Mande o seu pra mim, querida Estou sempre a sua espera Com alegria tão imensa Moreninha eu te quero Com você eu sou sincero Mesmo por correspondência (Amor à distância faz a saudade machucar o peito de um caboclo apaixonado) Fico lendo suas cartas No banco do meu jardim Parece até que vejo Você juntinho de mim Cai a tarde tão serena Vem surgindo o luar E eu fico contemplando E as estrelas brilhando Representa o seu olhar (Ô coração apaixonado! Vai chorando peito magoado) No jardim da minha vida Você é uma linda flor Quero prendê-la em meus braços Quero ser teu grande amor A maior felicidade Que vou ter em minha vida É o dia que eu chegar Lá em frente do altar Com você minha querida Composição: Marany / Marujá / Rancho Fundo. https://www.letras.mus.br/gino-e-geno/correspondencia/ ************************************************************ Primeiro de Maio (part. Chico Buarque) Milton Nascimento Hoje a cidade está parada E ele apressa a caminhada Pra acordar a namorada logo ali E vai sorrindo, vai aflito Pra mostrar, cheio de si Que hoje ele é senhor das suas mãos E das ferramentas Quando a sirene não apita Ela acorda mais bonita Sua pele é sua chita, seu fustão E, bem ou mal, é o seu veludo É o tafetá que Deus lhe deu E é bendito o fruto do suor Do trabalho que é só seu Hoje eles hão de consagrar O dia inteiro pra se amar tanto Ele, o artesão Faz dentro dela a sua oficina E ela, a tecelã Vai fiar nas malhas do seu ventre O homem de amanhã Composição: Chico Buarque / Milton Nascimento. AFETAÇÃO E DESAFETAÇÃO DO SAGRADO

1º DE MAIO

*** Schumann - Concerto para Piano em lá menor, Op. 54 - Mov. I - Nelson Freire & OSB *** sinfonicabrasileira 23 de out. de 2013 Orquestra Sinfônica Brasileira - OSB| Regência: Maestro Roberto Minczuk Solista: Nelson Freire Sala São Paulo Dia 04 de agosto de 2013 Schumann - Concerto para Piano em lá menor, Op. 54 - Mov. I *** TV Cultura Direção: Marcos Rombino Gilson Gaspodini Direção Geral de Conteúdo: José Roberto Walker https://www.youtube.com/watch?v=DhOgjUzX-rc ***********************************************************
*** No 1º de maio, Lula fez discurso aos trabalhadores; Bolsonaro, aos patrões *** 25.abr.2023 - Juan Medina/Reuters Imagem: 25.abr.2023 - Juan Medina/Reuters Leonardo Sakamoto Colunista do UOL 30/04/2023 22h42 O pronunciamento de Lula (PT) para o Dia dos Trabalhadores, transmitido neste domingo (30), anunciou o aumento do salário mínimo e a correção da tabela do Imposto de Renda, sendo dirigido aos trabalhadores. Quatro anos atrás, em seu primeiro discurso para data, Jair Bolsonaro (PL) preferiu falar diretamente aos empregadores, trazendo propostas para desburocratizar os negócios. Lula usou o pronunciamento para homenagear os trabalhadores, tanto os da ativa, quanto os aposentados. Lembrou que aqueles que atuam com aplicativos e os microeemprendedores também são trabalhadores e que o trabalho é que gera riqueza. Nos últimos quatro anos, representantes do governo Bolsonaro apontavam que eram apenas os empresários que geravam riqueza e encaravam a turma dos aplicativos como um grupo de empreendedores. O governo Lula prometeu enviar uma proposta ao Congresso Nacional a fim de garantir um patamar digno de remuneração e de proteção à saúde e segurança dos trabalhadores de aplicativos. Até agora, isso não aconteceu. Sem citar o nome do antecessor, o petista aproveitou para criticar Jair, que interrompeu a política de valorização do salário mínimo e prometeu, mas não cumpriu, reajustar a tabela do IR. Ele anunciou que o mínimo vai a R$ 1320 a partir desta segunda (1), voltando a ser reajustado acima da inflação. E que a isenção, que subirá a R$ 2.640 a partir de maio, vai a R$ 5 mil até o final de seu mandato. "Tudo piorou nos últimos anos. O emprego sumiu. Os salários perderam poder de compra. A inflação subiu. Os juros dispararam. Direitos conquistados ao longo de décadas foram destruídos de um dia para o outro. Poucas vezes na história o povo brasileiro foi tratado com tanto desprezo, e teve tão pouco a comemorar", afirmou. Bolsonaro defendeu empreendedorismo visando ao seu eleitorado Já Bolsonaro usou o pronunciamento, em 1º de maio de 2019, basicamente para falar da Medida Provisória da Liberdade Econômica e defender o empreendedorismo. Para o então presidente, o que ele chamava de "plena liberdade econômica", passava pela redução do controle e da fiscalização do poder público. Vale lembrar que sem fiscalização laboral, aumenta a exploração do trabalho e, no limite, o trabalho escravo. Ao afirmar que a proposta iria "desenvolver a atividade econômica de baixo risco para o sustento próprio da sua família", Bolsonaro falava diretamente com uma parcela de seu eleitorado, principalmente da classe média baixa, que foi excluída dos contratos regidos pela CLT ao longo do tempo e buscou empreender para sobreviver. Sentindo-se ignorada por anos pelo Estado, essa parcela da sociedade passou a não acreditar em proteções garantidas pela lei. Não à toa, portanto, que Bolsonaro tenha dito no pronunciamento que o engrandecimento do cidadão vem apenas por "mérito próprio e sem interferência do Estado". Empreender é importante para o país. O problema surge quando pessoas são obrigadas a abrirem uma pessoa jurídica, tornando-se trabalhadores precarizados e não empreendedores independentes. Como acontece, por exemplo, com os trabalhadores de aplicativos. Bolsonaro também ignorou em seu pronunciamento que o IBGE havia trazido, um dia antes, os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, mostrando um crescimento da taxa de desemprego de 11,6% para 12,7%. Claro que a responsabilidade pelo abacaxi do desemprego não era de Jair, que estava há quatro meses no cargo. Mas ele era culpado de apenas reclamar da fruta, sem propor como, de fato, descascá-la. Até aquele momento, o seu governo não havia apresentado nenhuma política nacional para a geração de emprego e renda. Havia uma certa coerência nisso tudo. Afinal, Bolsonaro havia criticado duramente, nas eleições de 2018, o emprego formal e o pacote de direitos que o circunda. Um dos mantras de sua administração foi de que "o trabalhador vai ter que decidir se quer menos direitos e emprego, ou todos os direitos e desemprego". Como se essa relação fosse necessariamente binária. Através da proposta do Carteira de Trabalho Verde e Amarela sugeriu a criação de uma categoria que estaria sujeita a menos proteção que as demais, liberando o empregador do cumprimento de toda de qualquer proteção prevista em outras leis, bastando para isso a concordância do candidato a uma vaga. Que, no desespero, aceitaria qualquer coisa. A ideia, por sorte, não foi para frente no Congresso Nacional. *********************************************************************** https://noticias.uol.com.br/colunas/leonardo-sakamoto/2023/04/30/lula-fez-discurso-aos-trabalhadores-no-1-de-maio-bolsonaro-aos-patroes.htm ********************************************************************** 2023 1º DE MAIO EM FRANÇA NA PRAÇA DA REPÚBLICA DE PARIS *** *** Manifestação no 1º de Maio em Paris pressiona Macron e termina em conflito com a polícia *** Folha de S.Paulo 1 de mai. de 2022 Milhares de pessoas participaram de protestos do feriado de 1º de Maio em toda a França neste domingo (1º) para pedir justiça social e melhores salários, além de pressionar o presidente reeleito Emmanuel Macron a abandonar os planos de aumentar a idade mínima para se aposentar no país. A maioria dos atos foram pacíficos, mas em Paris agentes de segurança intervieram após manifestantes black blocs tentarem montar uma barricada em uma rua próxima à Praça da República, segundo a polícia. https://www.youtube.com/watch?v=ZSrR7pgtebs ********************************************* *** VÍDEO| 1º de Maio de 1968: um marco na luta contra a ditadura As comemorações do 1º de Maio de 1968 são um marco na luta da classe operária brasileira contra o Golpe de 1964, que instaurou uma ditadura civil-militar no país. Em meio à repressão, sindicatos e organizações políticas clandestinas enfrentaram o regime, expulsando o então Governador de São Paulo, Abreu Sodré do ato e tomando o palanque instalado na Praça da Sé. Aquele 1º de Maio, na avaliação das organizações revolucionárias, não poderia ser uma festa da ditadura. https://institutoastrojildopereira.com/2018/05/21/1o-de-maio-de-1968/ ***********************************************************************
*** Trabalhadores se reúnem na Praça da Sé, em São Paulo, durante as comemorações do Dia do Trabalhador em 1º de Maio de 1968. Crédito: Arquivo/Estadão Conteúdo/AE 1968 1º DE MAIO NO BRASIL NA PRAÇA DA SÉ EM SÃO PAULO *** Apresentação: O mês de Maio e as lutas da classe trabalhadora O mês de maio, sobretudo neste ano de 2018, é um momento especial para todos aqueles que lutam por uma sociedade mais justa e igualitária. É neste mês, logo no primeiro dia, que a classe trabalhadora celebra o seu dia, rememorando os mártires do passado e construindo as lutas do presente por melhores condições de trabalho e contra os cortes aos seus direitos historicamente conquistados. Celebra-se, especialmente, um 1º de Maio histórico, o de 1968, na Praça da Sé, em São Paulo. Naquele dia, o movimento operário protagonizou o episódio que marcou a luta da classe trabalhadora contra o regime civil-militar, instaurado em 1964. Sob vaias e uma verdadeira chuva de paus e pedras, o então governador de São Paulo, Abreu Sodré, hostilizado, refugiou-se na catedral; as lideranças operárias tomaram o palanque e fizeram valer, por meio de discursos bastante radicalizados, as comemorações do dia do trabalhador. Trabalhadores se reúnem na Praça da Sé, em São Paulo, durante as comemorações do Dia do Trabalhador em 1º de Maio de 1968. Crédito: Arquivo/Estadão Conteúdo/AE No mesmo mês e no mesmo ano, inicialmente na França, mas depois também em outras partes do mundo, os movimentos estudantil e operário deram os braços e forjaram um momento ímpar na história recente das lutas sociais. Em 2018 comemoramos os 50 anos daquele maio de 68, que espalharou pelas ruas da capital francesa barricadas que física e simbolicamente separavam a sociedade entre aqueles que procuravam construir um novo mundo, erguido sobre novas bases, solidárias, fraternas e sem a exploração de classes, e aqueles que defendiam a manutenção de um sistema de opressão baseado na acumulação de capital a todo e qualquer custo. ***
*** Carros virados por estudantes em bairro de Paris, em maio de 1968. Fonte: Nexo Jornal *** É também em maio de 2018, que todos os setores combativos da esquerda mundial celebram o segundo centenário daquela figura que, por meio de sua obra teórica e de sua prática política influenciou e continua a influenciar a classe trabalhadora de todo o mundo e as suas revoltas e revoluções. Nascido em 5 de maio de 1818, Karl Marx, filósofo, economista, jornalista e, acima de tudo, revolucionário, deixou um legado teórico e prático que permanece tão atual quanto nos séculos 19 e 20. ***
*** Fonte: OPEN Magazine *** Esses são alguns dos motivos pelos quais o Instituto Astrojildo Pereira – IAP escolheu o mês de maio para relançar o seu site e inaugurar uma nova fase da entidade que procura se renovar e manter-se atuante na defesa da preservação da história e da memória do movimento operário, dos movimentos sociais e da luta pela defesa dos direitos humanos. Fundado em 1992, como instrumento institucional responsável pela propriedade e administração do Archivio Storico Del Movimento Operario Brasiliano – ASMOB, o IAP vivenciou diversas transformações e acompanhou a dinâmica da realidade social, política e econômica na qual se inscreve e hoje assume, mais uma vez, a responsabilidade de preservar e divulgar a memória das lutas sociais travadas pela classe trabalhadora. Nesse sentido, associando o resgate da memória do movimento operário aos debates contemporâneos de temas pertinentes à classe trabalhadora, o IAP também busca promover a formação política voltada, sobretudo, às parcelas da população mais afetadas pela perversidade da lógica do capital. Para tal esforço, a parceria estabelecida pelo convênio de guarda e custódia do ASMOB com a Universidade Estadual Paulista, por meio do Centro de Documentação e Memória – CEDEM, é fundamental para a continuidade e amplificação destas atividades de preservação e divulgação da memória das lutas sociais da classe trabalhadora. https://institutoastrojildopereira.com/2018/05/11/apresentacao-o-mes-de-maio-e-as-lutas-da-classe-trabalhadora/ ***********************************
*** A Classe Operária há 98 anos em 1° de maio *** A Classe Operária comemora 95 anos em 1° de maio Raridades, edições iniciais do jornal estão disponíveis para pesquisa no CEDEM 01/05/2020, 07:00 por: Assessoria de Comunicaçao do CEDEM, da Unesp Jornal é o mais longevo entre os de esquerda Neste 2020, completam-se 130 anos de nascimento do intelectual e militante político Astrojildo Pereira. A década de 1920 foi um período em que ele realizou importantes ações no âmbito da política, cujos resultados, indeléveis, são instrumentos de ação na politica nacional. Influenciado pela Revolução Soviética de 1917, criou o Grupo Comunista do Rio de Janeiro, que viria a ser o embrião do Partido Comunista do Brasil. Em 1922, participou da fundação do PCB, sendo eleito secretário-geral da agremiação, reconhecida pela União Soviética como Seção Brasileira da Internacional Comunista. Também em 1922, seguindo a tradição marxista de ter os jornais como veículos de ação política, Astrojildo Pereira criou a revista Movimento Comunista, como ferramenta para articulação dos militantes que viriam a participar da fundação do Partido. Em carta de julho de 1923, a Internacional Comunista sugeriu que a revista fosse transformada em A Classe Operária, com o objetivo de ser um jornal dedicado aos interesses das massas. Exemplares de A Classe Operária, incluindo a edição comemorativa que ilustra este texto, e a documentação de Astrojildo Pereira, estão custodiados no Centro de Documentação e Memória (CEDEM), da Unesp. As raras ediçoes também podem ser pesquisadas on-line por meio da página do CEDEM. A documentaçao integra o Archivo Histórico do Movimento Operário Brasileiro (ASMOB). O farmacêutico e militante alagoano Octávio Brandão foi o primeiro editor de A Classe Operária, fundado em 1º de maio de 1925. A preparação para o evento de lançamento contou com a formação de uma rede de comitês, distribuição de folhetos e a criação de uma máquina clandestina de propaganda. Ao longo de sua existência, o periódico sofreu forte perseguição política dos governos. A partir de edição n. 12, foi proibido de circular, voltando somente em 1928. No ano seguinte, a redação foi invadida e vandalizada. Nas ditaduras do Estado Novo (1937-1945) e militar (1964-1985), circulou clandestinamente. O jornalista Apolinário Rebelo, autor do livro A Classe Operária, assinala que, após o Estado Novo, o jornal saiu da clandestinidade, voltando a circular em 1º de maio de 1946, sob a direção de Mauricio Grabois. “No período seguinte, o PCB passou a ter a segunda rede de comunicação do país, perdendo apenas para os diários associados, de Assis Chateaubriand,” diz. Segundo Rebelo, o Partido tinha agência noticiosa, curso para jornalistas, seis jornais semanais destinados a várias categorias sociais e oito jornais diários nos principais centros urbanos do país. O registro do PCB foi cassado em 1947, no governo de Eurico Gaspar Dutra (1946-1951). Em 1949 o jornal foi novamente proibido de circular, voltando em 1951, ainda sob a liderança de Grabois. Naquele período, a preocupação dos editores foi fortalecer o PCB com conteúdos ideológicos, transformando o jornal em instrumento de educação do partido. O noticiário geral para consumo das massas foi abandonado. A nova linha editorial foi defendida na edição comemorativa do 26º aniversário do jornal, que circulou em 1º de maio de 1951. Mesmo em período dito democrático, A Classe Operária também teve sua circulação suspensa. Em 1952, diante de disputas internas no partido, o jornal foi fechado. Após o racha entre membros da agremiação, os dissidentes Pedro Pomar, João Amazonas, Diógenes Arruda Câmara e Maurício Grabois, entre outros, resolveram criar o PCdoB. Em 1962, A Classe Operária foi relançado como órgão oficial do novo partido, voltando para a legalidade, com venda em banca. Pedro Pomar foi eleito redator-chefe. Mesmo na clandestinidade, nos anos 1980, o jornal passou a defender o fim da ditadura e colaborou na mobilização da campanha pelas Diretas Já, em 1984. Também apoiou o colégio eleitoral formado para derrotar a ditadura. O jornal circulou clandestinamente até em maio de 1985, voltando para a legalidade ao mesmo tempo em que o Partido. Entre 1985 e 1988 teve João Amazonas como diretor e jornalista responsável. Entre períodos de funcionamento regular, fechamento e clandestinidade, o jornal A Classe Operária cobriu a vida política nacional de modo a mostrar o outro lado dos fatos, em relação ao que dizia a chamada grande imprensa. Em abril de 2019, o periódico circulou com a chamada “Defenda sua aposentadoria”. A edição mostrou a luta dos parlamentares do partido em defesa dos direitos do trabalhador. Aos 95 anos, A Classe Operária segue com seu objetivo, como lembra o atual editor José Carlos Ruy: “Ser um jornal comunista e revolucionário, instrumento de organização da classe trabalhadora. Seu jornalismo se distingue justamente pela consciência dessas imposições de classe, que é um dos pressupostos do jornalismo comunista que se desenvolve em torno de três balizas principais: a política do Partido; o programa do Partido; a filosofia do Partido, que é o marxismo leninismo. Exemplares de A Classe Operária podem ser pesquisados presencialmente no Centro de Documentação e Memória (CEDEM), da Unesp, ou por meio da página www.cedem.unesp.br Agendamento de pesquisa no CEDEM pode ser efetuado pelo e-mail: pesquisa@cedem.unesp.br Nota Covid-19 A equipe do CEDEM encontra-se em home office, durante horário comercial, realizando o atendimento remoto a pesquisadores, que também podem se utilizar do banco de dados pelo endereço https://sistemas.unesp.br/cedem/publico/material.pesquisar.action, no qual é possível realizar pesquisas e selecionar documentos de interesse. Em caso de dúvidas e necessidade de orientação, o pesquisador pode entrar em contato pelo e-mail pesquisa@cedem.unesp.br Nossa equipe de comunicação também segue ativa, divulgando notícias institucionais sobre o Covid-19, em nossa página e redes sociais, mas também elaborando conteúdos referentes ao acervo do CEDEM a título de contribuição à comunidade científica e pesquisadores. Esse material está disponível em https://www.cedem.unesp.br/ e https://www.facebook.com/CedemUnespOfical/ Seguimos as orientações do Comitê Covid-19 da Unesp para a tomada de iniciativas. A secretaria e coordenação do CEDEM estão à disposição para atendimento pelos canais oficias: tel.: 11-3116-1701 e-mail: cedem@cedem.unesp.br ****************************************************************** *** ELIS REGINA AO VIVO 1980 *** Felipe Fontoura Estreou em 6 de jan. de 2023 todos os direitos da obra audiovisual pertencem à TV Globo e sublicenciado à Som Livre. 00:00:00 1.ABERTURA: ARRASTÃO (INSTRUMENTAL) (Edu Lobo / Vinicius de Moraes) 00:04:06 2. QUERELAS DO BRASIL (Maurício Tapajós / Aldir Blanc) 00:07:45 3. AGORA TÁ (Tunai / Sérgio Natureza) 00:10:46 4. ALÔ ALÔ MARCIANO (Rita Lee / Roberto de Carvalho) 00:14:43 5. ESSA MULHER (Joyce / Ana Terra) 00:20:08 6. ATRÁS DA PORTA (Chico Buarque / Francis Hime) 00:23:52 7. CADEIRA VAZIA (Lupicinio Rodrigues / Alcides Gonçalves) 00:28:20 8. CONVERSANDO NO BAR (Milton Nascimento / Fernando Brant) 00:34:00 9. O BÊBADO E A EQUILIBRISTA (João Bosco / Aldir Blanc) 00:37:38 10. AOS NOSSOS FILHOS (Ivan Lins / Vitor Martins) 00:44:27 11. MODINHA (Tom Jobim / Vinicius de Moraes) 00:46:54 12. REBENTO (Gilberto Gil) 00:54:41 13. AQUARELA DO BRASIL (Ary Barroso) 00:58:48 14. O QUE FOI FEITO DEVERA (Milton Nascimento / Fernando Brant) 01:01:05 15. REDESCOBRIR (Gonzaguinha) MÚSICOS Cesar Camargo Mariano Teclado / Arranjos Sérgio Henriques Teclado de Apoio Nonô Camargo Trumpete Cláudio Faria Trumpete Octavio Bangla Sax Tenor Don Chacal Percussão Paulo Garfunkel Sax Alto / Flautas / Clarineia Chiquinho Brandão Flautas Natan Marques Guitarra / Violão Kzam Gama Baixo / Violão Bocato Trombone Picolé Bateria Lino Simão Sax Tenor https://www.youtube.com/watch?v=rWpDsf1VeFU ************************************************* *** ELIS REGINA AO VIVO 1980 https://www.youtube.com/watch?v=rWpDsf1VeFU ***************************************************