terça-feira, 5 de julho de 2016

Ao vencedor as batatas

CAPÍTULO CC
— Guardem a minha coroa, murmurou. Ao vencedor...




Posted on julho 1, 2016 by Tribuna da Internet




Ednei Freitas



Para libertar o amigo, Toffoli ultrapassou os limites

Quero louvar e parabenizar o juiz federal Paulo Bueno de Azevedo por seu destemor, por sua honestidade com a carreira e por mostrar-se um homem de verdade, ao contrário do que acontece com a maioria dos magistrados do Supremo Tribunal Federal. Um exemplo negativo no STF foi a soltura indevida e até inconstitucional do golpista Paulo Bernardo, em decisão indevida do ministro Dias Toffoli, porque criminosos sem foro privilegiado são da competência da primeira instância, não cabendo ao Supremo se intrometer.
Ao mesmo tempo, é preciso lembrar que o juiz Sérgio Moro já julgou, condenou e prendeu dezenas de bandidos do Petrolão, incluindo ex-políticos sem foro privilegiado, enquanto o STF até agora só prendeu um político, o então senador Delcídio Amaral (PT-MS).
FALTA JUSTIÇA – O Supremo Tribunal Federal não faz Justiça. Pisoteia os brasileiros de bem ao proteger bandidos, despreza o povo ao deixar políticos corruptos mandando no Congresso, como Renan Calheiros, recordista de inquéritos e processos que contra ele tramitam no próprio STF.
Sem esquecer que o Supremo foi contra o clamor da sociedade ao engessar o processo de impeachment na Câmara dos Deputados, contrariando o Regimento Interno do Legislativo e impondo chapa única na eleição da Comissão Especial. Com isso, o STF ousou se intrometer em outro Poder da República, para tentar evitar o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
DIZ O DR. BÉJA – Quando escrevi esses comentários no site do Estadão, foi intuitivamente, antes de ler o esclarecedor artigo do jurista Jorge Béja na Tribuna da Internet, msotrando que eu estava certo. Disse, com melhores palavras, o Dr. Béja:
“Minha surpresa e perplexidade foi a usurpação da uma instância. Explica-se: quando uma prisão é feita por um delegado de polícia, compete ao juiz criminal da comarca e que tenha jurisdição sobre o delegado, apreciar e decidir sobre a libertação do preso. Quando a prisão é decretada por um juiz, aí é o tribunal local ao qual pertence o juiz que decide sobre o recurso contra a prisão. E quando a prisão é decretada por um tribunal (estadual ou federal), a competência para examinar recurso contra a prisão é do Superior Tribunal de Justiça, quando a fundamentação do recurso tem como base a(s) lei(s), e do Supremo Tribunal Federal, caso o fundamento esteja na Constituição Federal. É assim. E assim consta do ordenamento jurídico nacional.”.
UMA USURPAÇÃO – É isso. Trata-se de uma usurpação de competência que Toffoli praticou. Se reclamação Paulo Bernardo houvesse de fazer, seria para o Tribunal Regional Federal de São Paulo, e não diretamente ao Supremo.
E vamos ao teor da reclamação: o ex-ministro Paulo Bernardo estava preso porque cometeu crime e isso foi provado. Prisão preventiva, porque não se sabe se os desvios nos empréstimos consignados já cessaram.
Constrangimento ilegal por quê? Estava o investigado sob maus tratos? Claro que não. O fato é que o STF tem cometido diversas condutas indevidas e censuráveis, sem a menor dúvida.


Comentário



“Dr. Ednei Freitas, boa noite!

Esse José Antonio Dias Toffoli está mais para um duplo personagem de Machado de Assis que para ministro de estado.

Em dose dupla para sermos mais precisos: mistura do agregado bajulador José Dias de Dom Casmurro com o arrogante alienista Dr. Simão Bacamarte de o Alienista.

E o desafio do senhor, Dr. Ednei, será, de fato, fazer uma análise clínica desse personagem duplo da obra 'O ESSETEEFISTA', à luz da Filosofia Clínica.

Com as transmissões ao vivo das sessões do STF, creio que o senhor com uma rápida pesquisa coletará material suficiente para produzir um trabalho que entrará nos anais da ciência clínica e quiçá literária.

Fica aqui de forma provocativa o desafio para o senhor destrinchar a 'peça' como o senhor como acadêmico da Escola de Medicina iniciou seus trabalhos de anatomia.

" Simão Bacamarte, obra de ficção, um ser cuja existência está atrelada ao universo das palavras, condicionada ao seu criador, portanto, a sua representação, não podendo presentificar-se e nem contar a sua história, inviabiliza o fazer clínico." para a autora Maria Vilani Cavalcante Gomes em sua erudita Monografia:

Maria Vilani Cavalcante Gomes.

O senhor encontrará essa monografia no sítio a seguir:




Ao vencedor as batatas! “









CAPÍTULO CXCVIII  


 — Ao vencedor, as batatas! exclamou Rubião quando deu com os olhos na rua, sem noite, sem água, beijada do sol.


CAPÍTULO CXCIX


“ (...) — Ao vencedor, as batatas! — bradava Rubião aos curiosos. Aqui estou imperador! Ao vencedor, as batatas!   

Esta palavra obscura e incompleta era repetida na rua, examinada, sem que lhe dessem com o sentido. Alguns antigos desafetos do Rubião iam entrando, sem cerimônia, para gozá-lo melhor; e diziam à comadre que não lhe convinha ficar com um doido em casa, era perigoso; devia mandá-lo para a cadeia, até que a autoridade o remetesse para outra parte. Pessoa mais compassiva lembrou a conveniência de chamar o doutor.   

— Doutor para quê? acudiu um dos primeiros. Este homem está maluco.   

 — Talvez seja delírio de febre; já viu como está quente?   

Angélica, animada por tantas pessoas, tomou-lhe o pulso, e achou-o febril. Mandou vir o médico, — o mesmo que tratara o finado Quincas Borba. Rubião conheceu-o também; e respondeu-lhe que não era nada. Capturara o rei da Prússia, não sabendo ainda se o mandaria fuzilar ou não; era certo, porém, que exigiria uma indenização pecuniária enorme, — cinco bilhões de francos.   

— Ao vencedor, as batatas! concluiu rindo. (...) “



Quincas Borba

Texto-fonte:
Obra Completa, Machado de Assis,
Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1994.   

Publicado originalmente em folhetins, de 1886 a 1891, em A Estação.   

 Publicado em volume pela Garnier, Rio de Janeiro, no mesmo ano de 1891, com substanciais diferenças com relação aos folhetins. O que aqui vai é justamente a edição em livro.



domingo, 3 de julho de 2016

Temer dá recados a Lula...

Lula tergiversa...


RASREVIGRET:

     
Tergiversar na língua lulodilmapetista


Conversas Cifradas




VEJA.COM VEJA



MICHEL TEMER: ‘NUNCA SOUBE QUE ALGUÉM PUDESSE DAR VERBAS FORA DA DOAÇÃO OFICIAL’


O presidente interino da República, Michel Temer, afirmou em entrevista à edição de VEJA desta semana que a Operação Lava Jato não vai abalar o seu governo e que a economia dará sinais de melhora após a definição do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Temer também falou sobre a troca no comando da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e seu desejo de escrever um novo livro. Leia trechos da entrevista.
"SABOTAGEM" NO GOVERNO E O CASO EBC
"Eles (os petistas) ficaram 13, 14 anos no governo. Têm muita gente nos vários setores da administração. Eu sei até que de vez em quando alguns pretendem trabalhar contra, mas como eu criei no primeiro escalão uma equipe muito sólida, acho que não têm obtido sucesso. Mas há, por exemplo, o caso da Empresa Brasileira de Comunicações (EBC), que parece que tem 2 500 funcionários, e aquela televisão, "traço zero". Lá, houve uma resistência. É que lá deu-se um mandato dez dias antes da saída da senhora presidente. Nós tivemos de mudar um pouco isso, porque, convenhamos, comunicação é tudo no governo. Mas pleiteou-se uma medida judicial. Então, na Comunicação nós não temos, digamos assim, muito apoio."
SER CHAMADO DE "GOLPISTA"
"Não me incomoda minimamente. Mas acho que dizer isso reflete uma ignorância política extraordinária, além de produzir uma agressão institucional igualmente extraordinária. O artigo 79 da Constituição diz que o vice presidente deve substituir o presidente nas suas ausências ou impedimentos. Eu tenho legitimidade constitucional! Depois, quando começou essa questão do impeachment, eu, percebendo que o vice é sempre o principal suspeito, fui para são Paulo. Fiquei lá três semanas. Alguns me procuraram lá, claro, é natural. Mas depois eu soube de uma reunião que fizeram aqui no Palácio dizendo que a ideia era desconstruir a figura do vice-presidente tanto no plano institucional quando no plano pessoal. Daí, eu achei demais. Pensei: "Não posso mais ficar em silêncio". Então, na semana que antecedeu a votação da Câmara, eu vim para cá. E veio aquele resultado, 367 votos."
A LITERATURA E O ROMANCE QUE QUER ESCREVER
"Eu morava numa cidade pequena, onde não havia livrarias, mas tinha uma professora de português que estimulava muito os alunos à leitura. Ela dizia: "Michelzinho, vá à biblioteca da prefeitura, pegue um livro, fique dez dias com ele, pegue outro". Foi assim que eu eu li Machado de Assis, José de Alencar, Joaquim Manuel de Macedo. Dos 13 aos 16 anos, li toda a obra deles. Quando entrei na faculdade, me formei e fiz doutoramento, escrevi livros técnicos, mas sempre quis escrever algo que fosse meu (...). Agora, se Deus quiser, meu segundo livro será um romance. Eu tenho tudo na cabeça. O dia em que eu parar, vou escrever um romance. Não será uma biografia, mas terá elementos pessoais. Você sabe que todo primeiro livro que você escreve na vida é sempre fruto de suas experiências desde a infância. Eu me recordo de coisas de quando eu tinha dois anos de idade, tenho a memória muito viva dos fatos. Todo escritor coloca em seu primeiro livro muito de sua experiência pessoal. Veja "Bom dia, Tristeza", de Françoise Sagan. Tinha muito da experiência pessoal dela. O segundo já era diferente. Assim também foi com Vargas Lhosa, Gabriel Garcia Marquez e muitos outros."
QUEM É O CORONEL JOÃO BATISTA LIMA FILHO
"É meu amigo. Vou contar a história: fui secretário de Segurança no governo Franco Montoro e, quando cheguei lá, não tinha a menor ideia do que era era o setor. No meu gabinete, havia uma equipe de policiais militares e civis e um deles era o João Batista Lima Filho. O outro era o Julio Bono Neto, que se ligou muito a mim também. Os dois me ampararam muito naquele período. E quando eu fui candidato a deputado federal, o Lima e o Bono praticamente articularam toda a minha campanha. Mas, a essa altura, o Lima já era sócio de um escritório de arquitetura, ele era arquiteto também. E depois, em toda campanha, ele vinha coordenar, ele e o Julio Bono. E ficou muito próximo, muito meu amigo. Prosperou no trabalho, logo se aposentou na PM e desenvolveu os trabalhos de arquitetura dele. Você está dizendo isso por causa de uma declaração de um sujeito que disse que deu não sei quanto a ele, não é? (em abril, a revista Época publicou que um dos donos da Engevix afirmou numa proposta de delação premiada que Temer teria recebido, por intermédio do coronel Lima, 1 milhão de reais em propina por um contrato fechado entre a empreiteira e a Eletronuclear). Muito bem, fui verificar com ele o que era isso. Ele prestou um serviço para uma empresa, ele tem uns calhamaços lá de serviço prestado, houve uma contratação dele para fazer esse serviço, e por este serviço foi paga aquela importância, que, aliás, não era 1 milhão, era um 1 100 milhão. Foi pago pelo serviço. Uma das revistas foi à empresa e a empresa confirmou: "Sim, contratatamos o serviço e pagamos". Foram a ele e ele disse: "Está aqui o serviço"."







dw.com Luisa Frey



© Fornecido por Deutsche Welle


Em entrevista à revista alemã Der Spiegel publicada neste sábado (02/07), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre a crise política e econômica enfrentada pelo Brasil. Ele rebate acusações de corrupção e defende a presidente afastada Dilma Rousseff, criticando o presidente interino Michel Temer.
Ao ser questionado pela revista sobre o processo de impeachment em andamento contra Dilma, Lula voltou a falar em "vingança". "O impeachment foi um ato de vingança do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o qual não ajudamos quando foi acusado de corrupção."
Lula reforçou também que ainda não foi provado nenhum crime cometido por Dilma. "Essa coisa toda com o orçamento não passa de uma acusação barata. Quem está insatisfeito com o resultado das últimas eleições, deveria esperar pelas próximas", afirmou. "Uma mudança abrupta não faz bem para o país."
Para o ex-presidente, as chances de que o impeachment não se concretize são boas. Seria necessário conseguir o apoio de apenas mais seis senadores, disse. Além disso, o presidente interino, Michel Temer, "cometeu muitos erros".
"Ele se comporta como Fidel Castro, que se instalou em Havana com seus guerrilheiros. Temer parece acreditar que ficará no poder por 70 anos. Ele trocou o comando de todos os postos importantes, dos ministérios, do Banco Central, da Petrobras. Ele é absurdo", criticou Lula.
"Se a Dilma de fato voltar, vamos precisar de meio ano para contratar e dispensar gente de novo", concluiu. A votação sobre o afastamento definitivo de Dilma está prevista para agosto.
O ex-presidente apontou a desaceleração econômica e uma "sociedade cada vez mais polarizada" como fatores que levaram ao processo de impeachment.
"Tudo isso se refletiu num Parlamento que não apenas bloqueou todos os projetos de lei do nosso governo, mas que também espreitava uma oportunidade de expulsar o PT, depois de quase 14 anos, do poder", disse. "Parece que a democracia incomoda uma parcela da sociedade", disse, referindo-se às "elites conservadoras."
"Não tenho medo da prisão"
Quanto a acusações de corrupção contra ele, Lula afirmou que a mídia, mais especificamente a TV Globo, o taxou de corrupto ao afirmar que ele possui dois imóveis, apesar de ele não ser o proprietário deles. "Eles querem me desmoralizar perante à opinião pública."
"Um juiz investiga o senhor. O senhor não tem medo de ser preso?", perguntou a Der Spiegel. "Não tenho medo da prisão", respondeu Lula. "Preocupa-me muito mais o fato de, na nossa democracia, parecer ser possível se tornar uma vítima de mentiras desse tipo."
O ex-presidente afirmou que casos de corrupção estão vindo à tona graças ao PT, que estabeleceu as bases legais para isso nos últimos anos. "A crise é um sinal de que o Brasil avançou na luta conta a corrupção [...] Um dia teremos orgulho do que está acontecendo no momento."
"Não abandono uma companheira"
A Der Spiegel também abordou a nomeação de Lula para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil, em março deste ano, suspensa pela Justiça. "O senhor queria escapar das garras do juiz, como supõem seus adversários?", perguntou a revista.
Lula alegou não ter feito nada de errado e destacou que já havia sido convidado por Dilma para assumir o cargo no ano passado. "Eu achava que não havia lugar para dois presidentes no Palácio do Planalto, e recusei", disse.
Com uma piora da crise, seus aliados o teriam pressionado a tentar "afastar o impeachment". "Eu não abandono uma companheira somente para salvar minha própria reputação", afirmou.
Autor: Luisa Frey




6 Definições encontradas.







Classificação morfossintática
Tergiversar é um Verbo, infinitivo 1a pessoa singular de tergiversar;
Tergiversar é um Verbo, infinitivo 3a pessoa singular de tergiversar;
Tergiversar é um Verbo, futuro do subjuntivo 1a pessoa singular de tergiversar;
Tergiversar é um Verbo, futuro do subjuntivo 3a pessoa singular de tergiversar;









Verbo. Fugir do assunto principal.
Enrolar.
Não se pode dissimular nem tergiversar sobre um assunto tão sério.
http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-up.png
530

http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-down.png
88
    











Usar evasivas,rodeios.
1. Ele falou, falou, falou e acabou por não dizer nada.Sabe muito bem como tergiversar, mas não me engana.
2. Percebi em sua resposta que você não entende realmente do assunto,tergiversou o tempo todo, mas não soube explicar o problema da reforma agrária.
http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-up.png
65

http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-down.png
24
    









Dar voltas, fazer rodeios entre uma conversa e outra fugir do assunto do lat. tergirversare
Dar voltas fugir do assunto ; fazer rodeios entre uma conversa e outra do lat . tergiversare mais usados em juridica linguagem culta
http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-up.png
25

http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-down.png
6
    











Fugir de uma pergunta, responder sem definição, sair pela tangente, responder com evasivas, respostas embaraçosas,
Quem sabe um dia, talvez, vou pensar, sei-lá,
http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-up.png
22

http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-down.png
7
    









Desviar um caminho ou uma linha de pensamento em exposição de ideias. Divagar fora do objetivo.
O aluno tergiversou do tema a redação. Os fiéis tergiversaram do ecumenismo.
http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-up.png
16

http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-down.png
6
    









Virar as costas, usar evasivas ou subterfúgios, procurar rodeios com palavras.
"Ele vinha explicando muito bem, mas de repente começou a tergiversar, então perdi o raciocínio sobre o assunto."
http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-up.png
13

http://www.dicionarioinformal.com.br/thumbs-down.png
3
    
Outras informações sobre Tergiversar:
Palavras com 11 Letras
A Palavra Tergiversar possui 11 Letras
A Palavra Tergiversar possui 4 vogais - e i e a
A Palavra Tergiversar possui 7 consoantes - t rg v rs r
A Palavra Tergiversar ao contrário: Rasrevigret







sexta-feira, 1 de julho de 2016

Covardia X Serenidade

A nossa vida se desenvolve em um mundo de normas. Acreditamos ser livres, mas na realidade, estamos envolvidos em uma rede muito espessa de regra de conduta que, desde o nascimento até a morte, dirigem nesta ou naquela direção as nossas ações. Norberto Bobbio TEORIA DA NORMA



Ana Amélia DEFENDE Janaína Paschoal de ATAQUE SOFRIDO por PETISTAS em aeroporto



Áudio de Lula: Militantes do PT os 'peões' vão descer porrada nos 'coxinhas'. 17/03/2016




Critica Forte: "O Brasil Mudou, O PT Acabou e Vocês Estão Neuroticamente Fora da Realidade"

O DIREITO COMO REGRA DE CONDUTA
1. UM MUNDO DE NORMAS


A nossa vida se desenvolve em um mundo de normas. Acreditamos ser livres, mas na realidade, estamos envoltos em uma rede muito espessa de regras de conduta que, desde o nascimento até a morte, dirigem nesta ou naquela direção as nossas ações. A maior parte dessas regras já se tornaram tão habituais que não nos apercebemos mais da sua presença. Porém, se observarmos um pouco, de fora, o desenvolvimento da vida de um homem através da atividade educadora de seus pais, pelos seus professores e assim por diante, nos daremos conta que ele se desenvolve guiado por regras de conduta. Com respeito à permanente sujeição a novas regras, já foi justamente dito que a vida inteira, e não só a adolescência, é um contínuo processo educativo. Podemos comparar o nosso proceder na vida com o caminho de um pedestre em uma grande cidade: aqui a direção é proibida, lá a direção é obrigatória; e mesmo ali onde é livre, o lado da rua sobre o qual ele deve manter-se é em geral rigorosamente sinalizado. Toda a nossa vida é repleta de placas indicativas, sendo que umas mandam e outras proíbem ter um certo comportamento. Muitas destas placas indicativas são constituídas por regras de direito. Podemos dizer desde já, mesmo em termos ainda genéricos, que o direito constitui uma parte notável, e talvez também a mais visível, da nossa experiência normativa. E por isso, um dos primeiros resultados do estudo do direito é o de nos tornar conscientes da importância do “normativo” na nossa existência individual e social. Norberto Bobbio TEORIA DA NORMA JURÍDICA CAPÍTULO I Tradução de Fernando Pavan Baptista e Adriani Bueno Sudatti

... de Temerista a...

30/06/2016 13:06:20 - Atualizada às 30/06/2016 17:45:15
Operação Saqueador, semelhante à Lava Jato, foi deflagrada nesta quinta pela Polícia Federal e Ministério Público Federal
MARLOS BITTENCOURT
Rio - Ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral é um dos alvos da operação Saqueador, uma espécie de Lava Jato carioca, deflagrada nesta quinta-feira pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal. A ação investiga desvio de dinheiro público em diversas obras, como a do Parque Aquático Maria Lenk, do Maracanã, e também de despoluição da Lagoa de Araruama, em Iguaba Grande. Descobriu-se, inclusive, que houve dispensa indevida de licitação para a construção do Maria Lenk.
Nesta primeira etapa, três pessoas foram presas, entre elas o ex-diretor da Delta Construções Cláudio Abreu e o contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira. Este último foi encontrado nesta manhã em sua casa, no luxuoso condomínio Alphaville Cruzeiro do Sul, em Brasília. Os dois estão sendo trazidos para a sede da Polícia Federal, no Rio, nesta tarde. Além deles, são alvos da operação a própria Delta Construções, o empresário Fernando Cavendish e o lobista Adir Assad.
"Baseado na delação premiada da Andrade Gutierrez, verificamos que havia muitas denúncias relacionadas a desvio, lavagem de dinheiro e obras superfaturadas. A partir das investigações, achamos necessário criar essa 'Lava Jato' específica para o Rio. Também investigamos o Sérgio Cabral", disse o Leandro Mitidieri, procurador da República no MPF.
As investigações ocorreram entre 2007 e 2012 e mostraram que 96% do faturamento da Delta, quase R$ 11 bilhões, veio de verbas públicas, em sua maioria do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Deste total, verificou-se que R$ 370 milhões foram lavados para o pagamento ilícito a 18 empresas de fachadas, criadas pelos operadores do esquema. São eles: Carlinhos Cachoeira, Adir Assad e Marcelo Abud.
A Polícia Federal acha que Marcelo Abud irá se entrega nas próximas horas, pois seu advogado entrou em contato com o delegado da Delegacia de Combate à Corrupção e Crimes Financeiros Delecor),Tácio Muzzi, nesta manhã. Os agentes aguardam um tipo de contato da defesa de Fernando Cavendish, que viajou para a Europa no último dia 22. Caso ele não faça contato, seu nome poderá ser incluído na lista de procurados da Interpol.
"O que motivou a criação desta força tarefa foi que o volume de investigação relativo ao Rio é muito grande", afirmou Leandro Mitidieri, lembrando que a Operação Lava Jato do Paraná, comandada por Sérgio Moro, irá cooperar com a "Lava Jato" do Rio.
Ainda segundo o procurador, a Delta é uma "organização criminosa extremamente sofisticada em lavagem de dinheiro", tendo "terceirizado" este tipo de crime, ao contratar duas organizações criminosas especializadas em lavar dinheiro, as empresas de Cachoeira e Assad.
Cerca 100 policiais cumprem 20 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira. Somente no Rio, a Polícia Federal cumpre 5 mandados de busca e apreensão e 5 mandados de prisão preventiva. Já em São Paulo e Goiás os agentes cumprem apenas mandados de prisão. Na capital fluminense, foi apreendido um cofre no apartamento de Cavendish.
A Operação Saqueador
As investigações da PF duraram cerca de três anos e começaram a partir do envio de documentação pela Comissão Mista Parlamentar de Inquérito instaurada no ano de 2012 para investigar um grupo que atuava em Goiás.
De acordo com a Polícia Federal, "foram verificados, até o momento, fortes indícios de transferências milionárias de recursos de referida empresa de engenharia para sociedades de fachada, possivelmente desviados de obras públicas. Para comprovação de tais desvios, está sendo realizada perícia contábil-financeira na sociedade investigada".
Ainda segundo a Polícia Federal, a apuração levou ao indiciamento de 29 pessoas suspeitas de desvios de recursos federais destinados para diversas obras públicas. Com base no Inquérito Policial da PF, 23 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal (MPF).
"O material foi imprescindível para o início das investigações na medida em que tais informações nominaram as empresas de fachada que supostamente recebiam valores desviados da pessoa jurídica investigada no presente apuratório", aponta a Federal.
O investigados poderão responder pelo crime de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, peculato, entre outros.






Cabral imita Dirceu e Palocci, abre uma “consultoria” e não revela os clientes
Posted on junho 25, 2016 by Tribuna da Internet


Cabral tem muita coisa a explicar à Polícia e à Justiça


Hudson Corrêa e Sérgio Garcia
Época
Numa noite calma no Leblon, bairro que tem o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro, o ex-governador Sérgio Cabral caminha, discreto, em direção ao prédio onde mora. Àquela hora, pouco depois das 22 horas, não há muita gente na rua. Dois homens, não se sabe se amigos ou seguranças, o acompanham. No auge das manifestações ocorridas no Rio, em 2013, aquela era uma das regiões mais conturbadas da cidade, uma Faixa de Gaza para Cabral. Havia ali um acampamento, o “Fora, Cabral”, que pedia sua renúncia. Confrontos entre policiais e manifestantes eram frequentes a ponto de lojas fecharem e agências bancárias serem depredadas. Durante aquele período tenso, Cabral e sua família nem podiam pensar em caminhar até o imóvel. Três anos depois, sem o peso do cargo, Cabral caminha quase incógnito.





Comentários:

‘No Brasil é assim. Políticos que nunca gerenciaram um butiquim de esquina são escolhidos pela farsa das eleições para administrar (roubar) um estado como o RJ. Quando decidem gerenciar uma lojinha de 1,99 levam à falência e pela farsa das eleições são escolhidos para administrar (roubar) um país como o Brasil.’



‘Pode até haver exceções, mas na regra todo político que tem uma empresa de consultoria é para lavar dinheiro de corrupção. Se o Ministério Público, investigar todos os políticos que são donos de consultoria ou ONG, vai confirmar o que eu estou dizendo. ’


‘Enquanto isso, a refinaria Manguinhos do Magro, que foi pego na maracutaria do grupo Galileo, junto com o Renan se vira nos 30, está comprando combustível em Alagoas, governada pelo Renanzinho’ e pagando ICMS com precatórios do governo do estado…
Mais uma fonte de arrecadação do Rio que se vai… ’


‘ “Só joga se cortar as unhas. Uma bola está custando cinco pratas.” João Saldanha / Neném Prancha

E agora Cabral?
Uma esticada até a Praia de Copacabana?
Sentar-se ao lado de Drummond e consultá-lo?
Ou agir como estátua, silente, calada e muda?
As escolhas são amplas, mas restritas?
Subscreveria Nenê Prancha?
Ou o botafoguense Sandro Moreira?
Ou João Sem Medo?
Ou o velho Cabral mesmo?
Nave que segue…
Não, não posso parar,
Se paro eu penso,
Se penso eu choro.

Mundo Maluco
Moacyr Franco

Compositor: Moacyr Franco / David Nasser / Maestro Nelsinho’





O DIREITO COMO REGRA DE CONDUTA
1. UM MUNDO DE NORMAS


A nossa vida se desenvolve em um mundo de normas. Acreditamos ser livres, mas na realidade, estamos envoltos em uma rede muito espessa de regras de conduta que, desde o nascimento até a morte, dirigem nesta ou naquela direção as nossas ações. A maior parte dessas regras já se tornaram tão habituais que não nos apercebemos mais da sua presença. Porém, se observarmos um pouco, de fora, o desenvolvimento da vida de um homem através da atividade educadora de seus pais, pelos seus professores e assim por diante, nos daremos conta que ele se desenvolve guiado por regras de conduta. Com respeito à permanente sujeição a novas regras, já foi justamente dito que a vida inteira, e não só a adolescência, é um contínuo processo educativo. Podemos comparar o nosso proceder na vida com o caminho de um pedestre em uma grande cidade: aqui a direção é proibida, lá a direção é obrigatória; e mesmo ali onde é livre, o lado da rua sobre o qual ele deve manter-se é em geral rigorosamente sinalizado. Toda a nossa vida é repleta de placas indicativas, sendo que umas mandam e outras proíbem ter um certo comportamento. Muitas destas placas indicativas são constituídas por regras de direito. Podemos dizer desde já, mesmo em termos ainda genéricos, que o direito constitui uma parte notável, e talvez também a mais visível, da nossa experiência normativa. E por isso, um dos primeiros resultados do estudo do direito é o de nos tornar conscientes da importância do “normativo” na nossa existência individual e social. Norberto Bobbio TEORIA DA NORMA JURÍDICA CAPÍTULO I Tradução de Fernando Pavan Baptista e Adriani Bueno Sudatti


1980 – 2016


De Cabralista a Tancredista...
... de Tancredista a Moreirista...
... de Moreirista a Marcelista...
... de Marcelista a Condista...
... de Condista a Rosista...
... de Sarneyista a FHCista...
... de FHCista a Lullista...
... De Lullista a Dilmista...
... de Dilmista a Temerista...
... de Temerista a...