quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

Entre a Joia, o Palácio e o Samba: A Democracia é um Moinho

------------ Festejo Neguinho da Beija-Flor Quando meu samba chegou Na apoteose o desfile acabou Meu coração de repente Bateu diferente que atravessou Surgiu no clarão da surpresa Uma certa princesa que desencatou E atiçou meu desejo Um novo festejo pra mim começou Foi aí que daí Daí foi um chopp gelado Um encontro marcado Em um canto qualquer Amei, me entreguei, me envolvi Juro que eu nunca vi Tanto amor nos olhos de uma mulher Foi aí que daí Daí foi um chopp gelado Um encontro marcado Em um canto qualquer Amei, me entreguei, me envolvi Juro que eu nunca vi Tanto amor nos olhos de uma mulher Quando último surdo bateu Dando adeus na avenida A vida que nunca se importa Abriu nossa porta e o tempo entrou Deixou nossos sonhos no leito Pedaços desfeitos do que se passou E atirou pelo vento Todo sentimento que o samba guardou E só ficou Ficou foi um chopp gelado Um encontro marcado Em um canto qualquer (la-laia) Amei, me entreguei, me envolvi Juro que eu nunca vi Tanto amor nos olhos de uma mulher Quando último surdo bateu Dando adeus na avenida A vida que nunca se importa Abriu nossa porta e o tempo entrou Deixou nossos sonhos no leito Pedaços desfeitos do que se passou E atirou pelo vento Todo sentimento que o samba guardou E só ficou Ficou foi um chopp gelado Um encontro marcado Em um canto qualquer Composição de Noca da Portela / Toninho Nascimento _________________________________________________________________________________________________________ ----------- ----------- "Entre a Joia, o Palácio e o Samba: A Democracia é um Moinho" Síntese Espirituosa e Humana No elevador, uma idosa transforma a curiosidade alheia sobre sua joia em um momento de leveza e humor: “É de marido mesmo”, diz, com um sorriso brejeiro, enquanto desce do prédio assobiando "O Mundo é um Moinho" de Cartola. Sua simplicidade desarma qualquer tensão e prova que a sagacidade da vida está nos pequenos gestos. Enquanto isso, no Palácio do Planalto, Lula tropeça no improviso, comparando sua paixão pela democracia à de um amante por sua amante. A fala, embora destinada a ilustrar a força de seus sentimentos, vira combustível para memes e críticas. Encabulado, mas com seu fair play intacto, Lula reflete: — Se essa caçadora de marido ainda assobiasse um samba da minha Beija-Flor... interpretado pelo Neguinho na Sapucaí! Mas eu mereço! No paralelo imaginário da Vila do Chaves, o episódio ganha ainda mais cor: o Professor Girafales tenta, como Lula, um discurso elegante, mas é interrompido por Chaves, zombando: — Foi sem querer querendo! A idosa do elevador, o presidente no Planalto e até o Professor Girafales são personagens de um mesmo moinho humano. Todos tentam — à sua maneira — traduzir sentimentos complexos em palavras, e todos, às vezes, escorregam no improviso. Mas o que fica é o humanismo da jornada: um gesto espirituoso, um samba assobiado, ou a resiliência de quem erra e segue em frente. Epílogo com Humanismo e Samba Enquanto a idosa sai para a rua, assobiando Cartola, e o fofoqueiro ainda reflete sobre o humor da cena, Lula, em Brasília, abre um sorriso. Ele sabe que, como no samba, a vida também é feita de erros, gambiarras e boas metáforas. No final, tudo vira aprendizado. Afinal, como canta Neguinho da Beija-Flor: — "A vida é um grande desfile, e no final, o que importa é sambar com o coração." _________________________________________________________________________________________________________ ----------
------------- "O Capital", de Karl Marx, é publicado pela primeira vez Obra é considerada uma das mais influentes das ciências humanas e faz crítica à economia política moderna Por Pedro Fuini Data de Publicação 14/09/2022 Editoria Hoje na História Louco por Caravaggio, porteiro resgata Karl Marx da lixeira 'Depois que você lê Machado, nunca mais é humilhado', ensina DE SÃO PAULO O porteiro José Carlos da Silva, 52 anos, costuma repetir o mesmo programa nos dias de folga. Pega o metrô na rua da Consolação, desce na estação da Luz e adentra o seu paraíso: a Pinacoteca do Estado de São Paulo. "Gosto de passar o dia inteiro na Pinacoteca admirando a coleção do Almeida Júnior. Sou apaixonado por arte e louco por Caravaggio", diz. "Vou mais a museus e bibliotecas do que ao cinema, porque é de graça." No prédio onde mora e trabalha há 14 anos, na Bela Vista, região central de São Paulo, o Seu Zé é conhecido pelo gosto refinado e pela disposição para encarar uma escaramuça intelectual. Nas semanas que antecederam as eleições, defendeu a então candidata Dilma Rousseff (PT) com golpes de Machado de Assis: "Depois que você lê Machado, nunca mais é humilhado. Machado me mostrou toda a hipocrisia do mundo. Todos os preconceitos estão na obra dele. Recito Helena' de cor e salteado". Seu Zé nasceu em Carpina, a 65 quilômetros do Recife, numa família de cinco filhos. Aos 18 anos, resolveu tentar a vida em São Paulo. Chegou com uma mão na frente e outra atrás, como diz, e logo arrumou um emprego de faxineiro nos Jardins. CURSO NO MASP "Na escola primária, tive uma professora que dizia: procure conhecimento, meu filho'. Isso nunca me saiu da cabeça. Logo que cheguei aqui fui atrás de uma biblioteca. Passava os dias de folga na biblioteca Presidente Kennedy, em Santo Amaro", lembra. O gosto pela arte veio depois. Em 2003, leu no jornal sobre um colecionador que havia pago milhões de dólares num quadro de Van Gogh. Ficou intrigado com a cifra. "Como é que podia um quadro custar tanto dinheiro? Uma vizinha me falou, então, de um curso de história da arte no MASP. Liguei, expliquei minha situação e ganhei uma bolsa. Um ano inteiro estudando arte, melhor ano da minha vida", comenta. E continua: "Cultura é caro. Completei o ensino médio no Sesi. Em 2010, fiz o Enem, passei e entrei no curso de turismo. Agora estou querendo estudar história na PUC. Mas só a inscrição do vestibular custa 10% do meu salário". A sorte do Seu Zé é que cultura também se acha no lixo: "Lixo de prédio é uma surpresa. Uma vez encontrei uma caixa cheia de livros bons. Até O Capital', do Karl Marx. Ainda não li, mas vou ler em breve. Está na fila". (KM) Edição Impressa 7/11/2014 Ilustrada _________________________________________________________________________________________________________ -----------
----------- Pepe Mujica en su chacra en el Rincón del Cerro FOTO Javier Calvelo / adhocFOTOS ----------- Mujica informa que el cáncer se expandió por su cuerpo; “hasta acá llegué”, dice, y se despide de sus “compatriotas” “Lo que pido es que me dejen tranquilo. Que no me pidan más entrevistas ni nada más. Ya terminó mi ciclo. Sinceramente, me estoy muriendo. Y el guerrero tiene derecho a su descanso” Búsqueda | REDACCIÓN POR REDACCIÓN José Mujica está sentado en el sillón del living de su chacra en Rincón del Cerro. Desde ese mismo asiento dio varias entrevistas en las últimas semanas, y decenas en los últimos años a los medios más prestigiosos del mundo y a los de países remotos interesados en su figura. Esta vez el diálogo empieza por el final. “Me estoy muriendo”, dice. Sus ojos están llenos de lágrimas. A unos metros de distancia, cocina su esposa, Lucía Topolansky, en silencio, aunque se la nota muy afligida. Antes de mediar palabra, Mujica continúa con la explicación que le dieron los médicos: “El cáncer en el esófago (que anunció que tenía el 29 de abril de 2024) me está colonizando el hígado. No lo paro con nada. ¿Por qué? Porque soy un anciano y porque tengo dos enfermedades crónicas. No me cabe ni un tratamiento bioquímico ni la cirugía porque mi cuerpo no lo aguanta”. ---------- Mujica informa que el cáncer se expandió por su cuerpo BÚSQUEDA https://www.busqueda.com.uy › ... · Traduzir esta página há 21 horas — José Mujica está sentado en el sillón del living de su chacra ... Disfrutá de acceso ilimitado a todo el contenido de Búsqueda y Galería. El semanario uruguayo "Búsqueda" publicó recientemente una entrevista con el expresidente José Mujica, en la que él anuncia que su cáncer de esófago se ha extendido al hígado y expresa su deseo de no conceder más entrevistas, buscando tranquilidad en sus últimos días. En la entrevista, Mujica declara: "Estoy condenado, hermano. Hasta aquí llegué". EL PAÍS El contenido completo de la entrevista está disponible en la edición impresa de "Búsqueda" y en su sitio web oficial. Sin embargo, el acceso al artículo puede requerir una suscripción o registro en la plataforma. Para obtener más detalles sobre la entrevista y las declaraciones de Mujica, puedes consultar el artículo de El País: EL PAÍS Además, puedes ver un resumen de la entrevista en el siguiente video: ----------- -------------- Fuentes _________________________________________________________________________________________________________ --------------- ------------ AO VIVO: WW - 09/01/2025 CNN Brasil _________________________________________________________________________________________________________ ----------- --------------- A Don Pepe Mujica ------------- Vida no Sul 8 de set. de 2017 #PoesiaDoOdilonRamos Nosso amigo e poeta Odilon Ramos nos traz mais uma de suas belas poesias em mais uma #PoesiaDoOdilonRamos. Curta aqui ele recitando “A Don Pepe Mujica”, singela homenagem ao ex-presidente uruguaio, símbolo de humildade mesmo quando estava no poder. Confira no vídeo!

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