terça-feira, 16 de dezembro de 2025

INOVAÇÃO BIZARRA SURREAL

VOCÊ DECIDE Essa interpretação é da música “O circo místico”, do repertório de Edu Lobo e Chico Buarque — parte da trilha do musical e balé O Grande Circo Místico (1983), uma obra emblemática sobre artistas de circo e sua vida poética e simbólica. 🎼 Sobre a obra A trilha de O Grande Circo Místico foi composta por Edu Lobo e Chico Buarque para um espetáculo que mistura circo, teatro, balé e música, inspirando-se na saga de um circo itinerante e na vida de seus artistas. Wikipedia Vários temas marcantes dessa obra — como A história de Lily Braun, Valsa dos clowns e O circo místico — são considerados clássicos da música brasileira, interpretados por nomes como Zizi Possi, Simone, Gal Costa e Milton Nascimento. O PICADEIRO, O SIGILO E A CADEIRA (ensaio para Fourier, Laplace ou o Palhaço-Chefe) Adentra o picadeiro a edição real do surreal. Não o surreal de museu. O outro: administrativo, togado, protocolar. O palhaço não tropeça — preside. O domador não ruge — relata. O mágico não ilude — impõe sigilo. Busca-se, por convolução matemática rigorosa — cosseno? Fourier? Laplace? — alguma função estável desse acasalamento mal-ajambrado entre o delírio e a lucidez. Mas o sistema não converge. Oscila. O sigilo cresce quando o nome encolhe. O nome desaparece quando o foro aparece. O foro aparece quando a PF encontra. A PF encontra e para. Para para não errar. Para para não nulificar. Para para obedecer. O método é perfeito. O efeito é grotesco. O STF não investiga: absorve. Não julga: concentra. Não fala: silencia com autoridade. Espelho incômodo. Não reflete o rosto — reflete o mecanismo. Um contrato surge. Não um crime, não uma sentença — um contrato. Valor abstrato. Escopo genérico. Consultoria sem verbo. Assessoria sem objeto. O dinheiro não anda: orbita. A toga pesa mais quando paira. E paira porque ninguém ousa tocá-la sem luvas de nulidade. O diretor explica. Explica demais. Explica certo. E, ao explicar, desloca o centro de gravidade do constrangimento. A fala é técnica. O efeito é político. A consequência é estética. O Supremo, agora, não é tribunal: é instalação contemporânea. Minimalista. Fechada ao público. Com curadoria própria. Desde o 8 de janeiro, o excepcional virou cotidiano. O remendo virou arquitetura. O improviso virou jurisprudência. A legalidade permanece. A legitimidade transpira. Enquanto isso, no outro picadeiro: Um homem senta. Senta-se não por descanso, mas por estratégia ontológica. Sete horas. O corpo vira argumento. A bexiga vira instituição. A cadeira vira poder constituinte. Não se levanta. Quem levanta perde. Quem senta governa. Ulysses presidiu a História. Alcolumbre presidiu o tempo fisiológico. Recordes não são feitos de glória, mas de resistência orgânica. Cuecas geriátricas entram para o folclore como outrora entravam baionetas e discursos. O Parlamento aprende: não é quem fala que manda, é quem permanece. E lá do alto do décimo segundo andar do Ano, Esperança observa. Ela sabe. Sempre soube. Que quando todas as sirenes tocarem, quando todas as buzinas, quando todos os reco-recos institucionais entrarem em sincronia dissonante, ela se atirará. E — ó delicioso voo! — cairá incólume. Porque esperança não morre. Ela transcende o próprio ridículo. Cai criança. Levanta conceito. Perguntarão seu nome. Ela dirá devagar. Silabando. Como quem ensina um país analfabeto de si mesmo: ES-PE-RAN-ÇA. No picadeiro, os palhaços aplaudem. Nos camarotes, os togados observam. Na plateia, ninguém sabe se é final de ato ou intervalo técnico sob sigilo ampliado. O circo não pega fogo. Ele se regulariza. E o Papai Noel, nu, segue distribuindo decisões. S INOVAÇÃO BIZARRA SURREAL VOCÊ DECIDE _____________________________________________________________________ Texto Corrigido: "INOVAÇÃO BIZARRA SURREAL, VOCÊ DECIDE. MINISTRO DO STF ALÇADO DAS COLUNAS SOCIAIS - JURÍDICAS, POLÍTICAS E POLICIAIS - PARA A E&N SISTEMA FINANCEIRO... B3 NA CAPA DA FOLHA DO ESTADÃO: 'MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL DETERMINOU QUE SEJAM OUVIDOS DIRIGENTES DO BANCO LIQUIDADO E DO BC'. O PAPAI NOEL ESTÁ NU. ARCABOUÇO FISCAL PARA O FUNDO RIMADO ANUNCIADO NA IMPOSSIBILIDADE DE NÃO FAZER O QUE PROMETEU QUE NÃO FARIA. POR ÉTICA DA RESPONSABILIDADE, A ÉTICA DA CONVICÇÃO É EMPURRADA COM A BARRIGA POSTIÇA DE PAPAI NOEL. O CERTO NO FURTO, SEM QUE POSSA SER ANUNCIADO PREVIAMENTE, PASSA AO CAMPO DA ESPERANÇA PROBABILÍSTICA OU ESTOCÁSTICA. NADA SERÁ COMO ANTES QUANDO O DEPOIS DEIXA O CASO DE INCERTO FUTURO E PASSA AO ESPECTRO DO CERTO PASSADO. QUANTO MAIS PERDE, MAIS GANHA. QUANTO MAIS GANHA, MAIS PERDE. QUANTO MENOS GANHA, MAIS PERDE. ELIPSISMO. O EX-PRESIDENTE INDICOU SEU MÉDICO PARTICULAR COM NOME DE RUA CARIOCA PARA MINISTRO DO STF. O PRESIDENTE COGITA INDICAR SEU COLUNISTA A QUEM A OAB COM PRERROGATIVA JÁ ANUNCIOU O TÍTULO DE DOUTOR HONORIS CAUSA DA OAB - RÁBULA NO TEMPO DO EPA, OU DO ANTIGO PAR." _________________________________________________________________________________________________ O texto original possui um estilo de escrita que mistura linguagem jornalística, jurídica e coloquial, resulVersão corrigida (norma padrão, mantendo o experimentalismo) Versão corrigida (norma padrão, mantendo o experimentalismo) “ADENTRA O PICADEIRO A EDIÇÃO REAL DO SURREAL PARA, COM CONVOLUÇÃO MATEMÁTICA RIGOROSA, CUSPIR POR FOURIER OU LAPLACE, VÁ LÁ SABER, OU BUSCAR QUALQUER COISA, COESA E LÚCIDA, DESSE ACASALAMENTO ENTRE O DELÍRIO E A LUCIDEZ, CAPAZ NA SUA INCAPACIDADE CONTUMAZ." ________________________________________________________________________________________________________
PF põe saia justa no STF ao explicar sigilo do Master Publicado em 16/12/2025 - 06:34 Luiz Carlos Azedo Brasília, Comunicação, Economia, Ética, Justiça, Memória, Política, Política Durante a Operação Compliance Zero, deflagrada para apurar um esquema bilionário de fraudes bancárias, a PF identificou possível conexão com autoridade detentora de foro O caso do Banco Master assombra o Supremo Tribunal federal (STF). A explicação pública do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, sobre a adoção do sigilo ampliado no caso Master colocou o Supremo numa saia justa institucional. Ao detalhar, com cautela técnica, que a PF interrompe investigações sempre que surge um “achado” envolvendo autoridade com prerrogativa de foro para evitar nulidades processuais, Rodrigues expôs um ponto sensível: o STF passou a concentrar integralmente o controle do inquérito por força de um modelo jurídico que vem ampliando, de forma contínua, o raio de ação da Corte. O procedimento adotado pela PF é formalmente correto e segue jurisprudência consolidada. O problema não está no rito, mas no efeito político e institucional produzido pela transferência automática de todas as ações ao Supremo e pela decisão do relator de impor sigilo máximo ao caso. Ao explicar o processo com transparência, Rodrigues deixou claro que a iniciativa não partiu da corporação, mas de uma obrigação institucional que concentra no STF o comando de investigações sensíveis. O foco do escândalo financeiro agora está no colo do próprio Supremo. O chamado foro por prerrogativa de função, previsto na Constituição, define que determinadas autoridades — como ministros de Estado, parlamentares federais e ministros de tribunais superiores — sejam investigadas e julgadas diretamente pelo STF. Na prática, sempre que surge um indício concreto de envolvimento de alguém com foro especial no curso de uma investigação, a Polícia Federal e o Ministério Público são obrigados a suspender as apurações na primeira instância e a remeter os autos ao tribunal competente. Qualquer diligência realizada sem essa cautela pode gerar nulidade processual e comprometer todo o inquérito. É tudo o que desejam os advogados do banqueiro Daniel Vorcaro, principal envolvido no escândalo. Durante a Operação Compliance Zero, deflagrada para apurar um esquema bilionário de fraudes bancárias, a PF identificou um “achado” que indicaria possível conexão do caso com autoridade detentora de foro. Diante disso, as investigações foram temporariamente interrompidas e encaminhadas ao STF. A ação investiga a atuação do Banco Master em operações irregulares, principalmente com o Banco de Brasília (BRB). Segundo a PF, o Master teria vendido carteiras de crédito sem lastro ao banco estatal, com a anuência do então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, que acabou afastado. Vorcaro, controlador do banco, chegou a ser preso preventivamente, mas foi solto posteriormente. Leia também: PF confirma que investigação do Master envolve autoridade com foro no STF No material apreendido, a Polícia Federal encontrou um contrato de prestação de serviços jurídicos entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes. O contrato previa pagamentos de até R$ 129 milhões em três anos, com remuneração mensal de R$ 3,6 milhões, e tinha escopo genérico de consultoria e assessoria jurídica. O suposto acordo não foi executado integralmente em razão da liquidação extrajudicial do banco, decretada pelo Banco Central. Espelho incômodo A identificação desse contrato, somada à localização de documentos que mencionavam um deputado federal, levou o caso ao Supremo. Sorteado relator, o ministro Dias Toffoli determinou que todas as ações relacionadas ao inquérito passassem a tramitar exclusivamente no STF e impôs sigilo ampliado aos autos. Com isso, a 10ª Vara Federal de Brasília suspendeu o inquérito e remeteu todos os pedidos pendentes à Corte. Essa revelação criou grande constrangimento para o ministro, sua esposa e o próprio Supremo. Depois de analisar parte dos documentos que instruíram o processo contra o ex-controlador do Banco Master Daniel Vorcaro, o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli determinou à Polícia Federal que tome os depoimentos dos investigados e também do pessoal do Banco Central num prazo de 30 dias. Leia mais: Toffoli manda PF ouvir investigados do caso Master em 30 dias Desde a tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023, o STF teve suas prerrogativas significativamente ampliadas, assumindo protagonismo central na defesa da ordem constitucional. Autorizou investigações de ofício, validou instrumentos atípicos e concentrou decisões estratégicas para conter a ruptura democrática. Essa ampliação foi amplamente legitimada pelo contexto excepcional. Ocorre que poder excepcional não pode se converter em regra permanente. A frequência de decisões monocráticas de grande alcance, a ampliação do sigilo sem balizas claras e a concentração de processos sensíveis em relatorias individuais desgastam a legitimidade simbólica do Supremo, sobretudo nos meios jurídicos. A legalidade formal permanece preservada, mas a percepção pública de equilíbrio, impessoalidade e autocontenção começa a se deteriorar. A fala de Andrei Rodrigues funcionou como um espelho incômodo. Deslocou a responsabilidade política para o foro competente, porém, ao não revelar o nome da autoridade envolvida, corretamente, deixou no ar uma tensão que recai diretamente sobre o Supremo, sobretudo quando fatos paralelos ganham repercussão pública. O momento exige algo além da estrita observância da lei: o cuidado extremo com a imagem da instituição. A confiança pública é um ativo tão relevante quanto a autoridade jurídica. Quando essa confiança se fragiliza, mesmo decisões corretas passam a ser contestadas. A saia justa criada pela fala do diretor da PF decorre da própria condição institucional que hoje coloca o Supremo no centro das crises. Por isso, cresce a necessidade de um ponto de equilíbrio entre decisões monocráticas e colegiadas e da discussão de um código de conduta com regras explícitas sobre comportamentos que, mesmo legais, possam comprometer a aparência de imparcialidade. Nas entrelinhas: todas as colunas no Blog do Azedo Compartilhe: Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela)Compartilhe no Google+(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Pinterest(abre em nova janela) #Master, #PF, #Supremo, #Toffoli, #Vorcaro “O próximo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) a se aposentar compulsoriamente (por idade) será Luiz Fux. A aposentadoria de Fux está prevista para abril de 2028, quando ele completará 75 anos de idade, o limite estabelecido pela Constituição. É importante notar que, embora os prazos para aposentadoria compulsória sejam conhecidos, não há como prever se algum ministro decidirá, por razões pessoais, antecipar sua saída da Corte, como fez Luís Roberto Barroso em 2025. Depois de Luiz Fux, a ordem das próximas aposentadorias compulsórias é a seguinte: Cármen Lúcia em 2029. Gilmar Mendes em 2030. Edson Fachin em 2033. “ 🖕Bet federal
há 3 anos… As piruetas de Gilmar e Toffoli para garantir blindagem Felipe Moura Brasil 9 de dez. de 2025 Clique no botão de tela cheia e assista à análise minuciosa de Felipe Moura Brasil sobre as decisões de Gilmar Mendes de dificultar impeachment de ministros do STF e de Dias Toffoli de manter o caso do Banco Master no Supremo. / felipemourabrasil http://x.com/f moura brasil Transcrição terça-feira, 16 de dezembro de 2025 Opinião do dia - Luiz Werneck Vianna* “A primeira tentação para o vencedor é a de retomar o antigo repertório, revalorizando obras e instituições de provada serventia no passado. Mas o Natal mudou, a crença disseminada de que, apesar dos pesares, a sociedade estava animada por uma contínua, embora lenta, movimentação em sentido progressivo rumo a um desenvolvimento menos desigual em termos sociais e mais afluente na economia, está em franca dissipação. Os antigos partidos que sustentavam tais crenças já não existem mais, sepultados por uma aluvião de organizações sem alma e meramente fisiológicas, fora os sobreviventes como o PT e alguns poucos e minoritários como o PSOL, Rede e Cidadania, todos com baixa representação orgânica nos setores subalternos.” *Luiz Werneck Vianna (1938-2024), Sociólogo, “Abrir a arca do tesouro”. Blog Democracia Política e novo Reformismo, 8 de fevereiro, 2023.
Poema| "A Esperança" de Mario Quintana Gisele Zig 21 de dez. de 2023 #poema #esperança #leitura O assunto lá do canal pra fechar o ano, antes da minha querida, amada e mais que necessária pausinha pra respirar, é ESPERANÇA (link na BIO). Pensar sobre nossa esperança mais íntima é um excelente exercício de autoconhecimento porque trata de refletir sobre nosso poder-ser, sobre nosso dasein. Entre tantas maneiras de compreender (no sentido mais fenomenológico da palavra) o que é esperança, a do Quintana é, para mim, uma das melhores: Esperança não renasce, ela "miraculosamente" transcende a si própria quando, num "ó, delicioso voo!", ela cai. E, assim, com cara de cartão de natal, desejando que, em 2024, 25, 26..., você mantenha seu poder-ser e a esperança na ordem do dia, com muita serenidade, deixo meu votos de boas festas (mesmo pra você que não for de festar). Beijão ❤️ #giselezig #psicologia #psicologiafenomenológicaexistencial #esperança #poderser #dasein #serenidade #poema #marioquintana #natal2023 #shorts #leitura #conhecimento #cultura Transcrição
Esperança – Mário Quintana Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano Vive uma louca chamada Esperança E ela pensa que quando todas as sirenas Todas as buzinas Todos os reco-recos tocarem Atira-se E — ó delicioso voo! Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada, Outra vez criança… E em torno dela indagará o povo: — Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes? E ela lhes dirá (É preciso dizer-lhes tudo de novo!) Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam: — O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…
Nota Biográfica Mário Quintana nasceu no Rio Grande do Sul, na cidade de Alegrete, em 30 de julho de 1906. Ele foi um poeta, tradutor e jornalista que começou a escrever durante a adolescência e publicou seus primeiros trabalhos na revista da escola. É considerado um dos maiores poetas do século XX, mestre da palavra, do humor e da síntese poética. QUAL O RECORDE DE PERMANÊNCIA SENTADO NA CADEIRA DO PARLAMENTO POR MAIS TEMPO? ALGUNS ATRIBUEM -NO AO PRESIDENTE DA CONSTITUINTE DE 1987/1988, DOUTOR ULYSSES GIMARÃES. OUTROS MASI MODERNO CONSIDERAM AO LOURO AO SENADOR DAVID ALCOLUMBRES PONA SESSÃO DE SENADO EM QUE ELEGEU-SE NA SUCESÃO DO ANTECERROR RENANA CALHEIRO. OS MALSOSOS CHEGARAM A ESPECULAR QUE ALCOLUMBRES TERIA RECORRIDO AO USO D CUECAS GERIATICAS. O recorde de permanência sentado na cadeira da presidência do Senado Federal pertence a Davi Alcolumbre, que ficou mais de 7 horas ininterruptas durante a sessão de sua própria eleição para a presidência da Casa em 2019. Detalhes do Evento Davi Alcolumbre: Em fevereiro de 2019, durante o processo conturbado de eleição para a presidência do Senado, Alcolumbre sentou-se na cadeira da presidência (como presidente interino) e lá permaneceu por mais de sete horas, resistindo a manobras regimentais e discussões acaloradas até garantir a sua eleição. Especulações sobre "cuecas geriátricas": Na época, a longa permanência gerou especulações e comentários humorísticos nos bastidores e na imprensa sobre a possibilidade de ele ter feito uso de "cuecas geriátricas" ou outros artifícios para não precisar se ausentar para ir ao banheiro. No entanto, isso não passa de folclore ou especulação, sem confirmação factual. Sobre Ulysses Guimarães Ulysses Guimarães foi uma figura histórica de grande importância, presidindo a Assembleia Nacional Constituinte de 1987/1988. Embora seu trabalho tenha durado meses (a Constituinte foi instalada em fevereiro de 1987 e a Constituição promulgada em outubro de 1988), seu recorde está mais associado à duração do processo e à importância de seu discurso histórico na promulgação, e não a uma única sessão ininterrupta na cadeira da presidência. Portanto, o recorde de permanência em uma única sessão parlamentar no Brasil é atribuído a Davi Alcolumbre.
Alcolumbre fica mais de 7 horas sentado na Estadão Política Alcolumbre fica mais de 7 horas sentado na cadeira de presidente do Senado Após permanecer no assento até mesmo no intervalo entre sessões, senador foi alvo de brincadeiras e especulações Foto do autor Felipe Frazão Por Renan Truffi, Felipe Frazão e Fabrício de Castro 02/02/2019 | 01h00 BRASÍLIA - O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) ficou mais de sete horas sentado na cadeira de presidente do Senado, ao longo desta sexta-feira, para assegurar que iria conduzir os trabalhos da sessão preparatória para a eleição interna da Casa. A estratégia serviu para que o democrata pudesse deliberar sobre questões de ordem a cerca do voto aberto, o que é visto como uma barreira para a eleição de Renan Calheiros (MDB-AL). Sentado na cadeira da presidência do Senado,Davi Alcolumbre (DEM AP) se manteve durante sete horas no assento e só levantou com a suspensão da sessão Sentado na cadeira da presidência do Senado,Davi Alcolumbre (DEM AP) se manteve durante sete horas no assento e só levantou com a suspensão da sessão Foto: Dida Sampaio/Estadão Alcolumbre não deixou a cadeira de presidente nem mesmo durante o intervalo entre as sessões de p O que é a Convolução?  Essencialmente, a operação de convolução envolve "deslizar" uma função sobre a outra, multiplicando os valores das funções onde se sobrepõem e somando (ou integrando) os produtos para cada posição de deslocamento. A notação matemática para a convolução de duas funções \(f\) e \(g\) é frequentemente representada por um asterisco: \((f*g)\).  Fórmula (no domínio do tempo contínuo): \((f*g)(t)=\int _{-\infty }^{\infty }f(\tau )g(t-\tau )d\tau \) Fórmula (no domínio do tempo discreto/soma de convolução): \(y[n]=\sum _{k=-\infty }^{\infty }x[k]h[n-k]\) Neste caso, \(y[n]\) é o sinal de saída, \(x[k]\) é o sinal de entrada e \(h[n-k]\) é a resposta ao impulso do sistema, invertida e deslocada.  Aplicações Principais  A convolução é um conceito versátil com inúmeras aplicações práticas:  Processamento de Sinais: É a base para entender como os Sistemas Lineares Invariantes no Tempo (SLITs) respondem a sinais de entrada, permitindo o cálculo da saída do sistema. Processamento de Imagens: Utilizada para aplicar filtros digitais, como filtros de desfoque, nitidez e detecção de bordas em imagens digitais (comuns em softwares como ArcGIS Online). Redes Neurais Convolucionais (CNNs): É a operação central em algoritmos modernos de aprendizado de máquina para reconhecimento de imagem e visão computacional. Estatística e Probabilidade: Descreve a distribuição de probabilidade da soma de variáveis aleatórias independentes. Física e Engenharia: Usada para modelar fenômenos como a propagação de ondas, a resposta de circuitos elétricos e a acústica.  Em resumo, a convolução é uma ferramenta matemática essencial que permite modelar a interação entre dois sinais ou sistemas. 

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