Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos.
As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
“Mas agora despojai-vos também de todas estas coisas: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes de vossa boca.” — Paulo. (COLOSSENSES, 3.8)
1 Na atividade religiosa, muita gente crê na reforma da personalidade, desde que o discípulo da fé se desligue de certos bens materiais.
2 Um homem que distribua grande quantidade de rouparia e alimento entre os necessitados é tido à conta de renovado no Senhor; contudo, isto constitui modalidade da verdadeira transformação, sem representar o conjunto das características que lhe dizem respeito.
3 Há criaturas que se despojam de dinheiro em favor da beneficência, mas não cedem no terreno da opinião pessoal, no esforço sublime de renunciação.
4 Enormes fileiras de aprendizes proclamam-se dispostas à prática do bem; no entanto, exigem que os serviços de benemerência se executem conforme os seus caprichos e não segundo Jesus.
5 Em toda parte, ouvem-se fervorosas promessas de fidelidade ao Cristo; todavia, ninguém conseguirá semelhante realização sem observar o conjunto das obrigações necessárias.
6 Pequeno erro de cálculo pode trair o equilíbrio de um edifício inteiro. Eis por que em se despojando alguém de algum patrimônio material, a benefício dos outros, não se esqueça também de desintegrar, em derredor dos próprios passos, os velhos envoltórios do rancor, do capricho doentio, do julgamento apressado ou da leviandade criminosa, dentro dos quais afivelamos pesada máscara ao rosto, de modo a parecer o que não somos.
Emmanuel
Texto extraído da 1ª edição desse livro.
147Não é sóPão Nosso #147 - Não é só
Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier.
NEPE Paulo de Tarso | Evangelho e Espiritismo
Transmitido ao vivo em 12 de dez. de 2023
Sacramento – Casarão de Santa Maria | ipatrimônio
"Muito você pode fazer.
Quando acredita que pode fazer, as coisas ficam fáceis."
OS PRIMÓRDIOS
Casa Mogico – 1894
Endereço: Av. Benedito Valadares, 300
Estilo: Colonial e Eclético
Inventário Municipal – Proteção parcial
Tem sido um importante ponto comercial de Sacramento desde sua inauguração. Primeiramente este prédio foi do senhor Hermógenes Ernesto de Araújo, pai do ilustre Eurípedes Barsanulfo, nacionalmente conhecido pelo seu dom espiritual. Construído em 1894, a Casa Mogico era um comércio de variedades que vendia desde arame farpado a tecidos finos, depois da morte de Hermógenes, popularmente conhecido por Mogico, o estabelecimento fica a cargo de Odulfo Wardil e José Resende da Cunha. Em 1954 é vendido para Alcebíades Scalon que passou a aluga-lo e desde então já foi farmácia, depósito de grãos e atualmente funciona no prédio centenário a Agropac, loja de suprimentos agrícolas.
Há na sua fachada em alto relevo o numero 1894 que pode ser considerada a data em que foi concluída a construção, porém atualmente sua fachada não pode ser apreciada devido ao grande número de letreiros e propagandas que escondem seus ornamentos. O casarão também perdeu parte de sua estrutura original, onde hoje se encontra a sede dos Correios.
29 de nov. de 2018 — As ruas principais chamavam-se Avenida Municipal e Rua Principal, hoje denominada Avenida Benedito. Valadares e Visconde do Rio Branco.
Por essa época, a família já residia na casa da Rua Municipal, que se tornara o domicílio permanente do casal Meca-Mogico.
O evento de inauguração foi documentado pelo periódico "O Reformador", que destacou:
“
"Finalmente, inauguração na cidade do Sacramento, a 1 de abril, do Collegio Allan Kardec, sob a direcção do nosso confrade Eurípedes Barsanulpho, que, além de ter adoptado aquella franca e desassombrada denominação, incluiu coherentemente, entre as materias do ensino, o Evangelho segundo o Espiritismo."
— Fonte: O Reformador, 1907
A inauguração contou com a presença de 108 pessoas, número significativo para uma pequena cidade do interior mineiro, e imediatamente foram matriculados 30 alunos de ambos os sexos. Segundo os relatos, o colégio começou a funcionar na própria residência de Eurípedes, que dedicou parte do imóvel às atividades escolares.
A fundação do Colégio Allan Kardec foi precedida pela experiência do Liceu Sacramentano (1902-1905), também dirigido por Eurípedes. Com o fechamento do Liceu após sua conversão ao Espiritismo, Eurípedes viu a necessidade de criar uma nova instituição que pudesse incorporar sua visão educacional agora transformada pela doutrina espírita.Ousadia da Iniciativa:A escolha do nome "Allan Kardec" para o colégio demonstrava uma coragem incomum para a época, considerando o forte predomínio católico e a marginalização do Espiritismo. Como destacou o Reformador: "Louvavel iniciativa, digna de imitação! E a época é precisamente das attitudes intrepidas e desembaraçadas de preconçeitos, porque os tempos são chegados. Felizes os que tiverem a coragem de sua fé!"
A casa, localizada na Rua Principal, exatamente no local onde mais tarde se ergueram o Colégio Allan Kardec e o Lar de Eurípedes, era muito arejada, com vastos cômodos bem distribuídos — três quartos, duas salas e cozinha. Recebia diariamente os cuidados de Eudalice, que, desde solteira, vinha arranjar tudo com muito gosto e carinho.
Nessa época, Eurípedes fora eleito orador oficial do Centro Espírita Fé e Amor, de Santa Maria, ensejando esse fato o intercâmbio mais estreito entre os dois núcleos.
Eurípedes - o Homem e a Missão
Corina Novelino
PP. 91-92
Capítulo XVI — Não se pode servir a Deus e a MamonSalvação dos ricos1. Ninguém pode servir a dois senhores, porqueou odiará a um e amará a outro, ou se prenderá a um e desprezará o outro. Não podeis servir simultaneamente a Deus e a Mamon. (S. LUCAS, 16:13.)
2. Então, aproximou-se dele um mancebo e disse: Bom mestre, que bem devo fazer para adquirir a vida eterna? – Respondeu Jesus: Por que me chamas bom? Bom, só Deus o é. Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos. – Que mandamentos? retrucou o mancebo. Disse Jesus: Não matarás; não cometerás adultério; não furtarás; não darás testemunho falso. – Honra a teu pai e a tua mãe e ama a teu próximo como a ti mesmo.
O moço lhe replicou: Tenho guardado todos esses mandamentos desde que cheguei à mocidade. Que é o que ainda me falta? – Disse Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me.
Ouvindo essas palavras, o moço se foi todo tristonho, porque possuía grandes haveres. –Jesus disse então a seus discípulos: Digo-vos em verdade que bem difícil é que um rico entre no reino dos céus. – Ainda uma vez vos digo: É mais fácil que um camelo passe pelo buraco de uma agulha, do que entrar um rico no reino dos céus[1]. (S. MATEUS, 19:16 a 24; S. LUCAS, 18:18 a 25;
S. MARCOS, 10:17 a 25.)
[1] Esta arrojada figura pode parecer um pouco forçada, pois que não se percebe que relação possa existir entre um camelo e uma agulha. Acontece, no entanto, que, em hebreu, a mesma palavra serve para designar um camelo e um cabo. Na tradução, deram-lhe o primeiro desses significados; mas é provável que Jesus a tenha empregado com a outra significação. É, pelo menos, mais natural.
SALVAÇÃO DOS RICOSCentro Espírita Irmã Rosa
Estreou em 10 de dez. de 2021
Estudando O Evangelho Segundo o Espiritismo
Tema de hoje: "Salvação dos ricos" - cap XVI itens 1 - 2
Colaboradora: Sibele Guimarães - CEIR
Observação: Esta palestra fica gravada em nosso canal na "Playlist Palestras Públicas WEB" e você poderá assistir sempre que desejar.
37% dos adultos sofrem com solidão moderada ou severa, diz estudo
Por Carlos Emanoel 04/04/2026 Em Bem-Estar
A solidão deixou de ser um problema individual e se transformou em uma questão de saúde pública global. Um estudo publicado no American Journal of Preventive Medicine analisou dados representativos da população adulta dos Estados Unidos e revelou que cerca de 4 em cada 5 pessoas relatam algum grau desse sentimento. Os números acendem um alerta sobre o impacto emocional que afeta a vida moderna em escala crescente.
Por que a solidão virou uma epidemia de saúde pública?
O avanço da tecnologia, as mudanças nas relações sociais e o isolamento pós-pandemia criaram um cenário preocupante para o bem-estar emocional. A solidão passou a ser reconhecida por órgãos de saúde como um fenômeno que compromete diretamente a qualidade de vida e o equilíbrio psicológico das pessoas. Autoridades sanitárias tratam o tema com a mesma seriedade dedicada a outras crises de saúde mental.
O estudo HINTS-6, conduzido com dados do National Cancer Institute, mostrou que 37,4% dos adultos enfrentam níveis moderados a severos desse sentimento. Esses números evidenciam como o sofrimento emocional se espalhou por diferentes faixas etárias, classes sociais e contextos culturais, exigindo atenção imediata de profissionais de saúde mental e políticas públicas adequadas.
Quais são os principais efeitos da solidão na saúde mental?
O impacto da solidão vai muito além do desconforto emocional passageiro. Pesquisadores já comprovaram que o sentimento prolongado de isolamento afeta o funcionamento do cérebro, altera o humor e prejudica a capacidade de enfrentar situações estressantes do cotidiano. Pessoas solitárias tendem a desenvolver quadros mais graves de sofrimento psíquico ao longo do tempo.
A sensação constante de desconexão emocional também compromete a autoestima e o senso de pertencimento. Esses fatores são fundamentais para manter o equilíbrio psicológico e construir relacionamentos saudáveis, o que explica por que especialistas em saúde mental consideram o combate ao isolamento social uma prioridade nos dias atuais.
Veja os principais efeitos da solidão prolongada:
Aumento do risco de depressão e ansiedade
Queda na qualidade do sono e cansaço persistente
Dificuldade de concentração e perda de motivação
Sensação constante de tristeza e vazio emocional
Maior vulnerabilidade ao estresse crônico
37% dos adultos sofrem com solidão moderada ou severa, diz estudo
O impacto da solidão vai muito além do desconforto emocional passageiro
Quem são as pessoas mais afetadas pela solidão hoje?
Embora a solidão atinja todas as idades, alguns grupos se mostram mais vulneráveis aos seus efeitos negativos. Jovens adultos, idosos e pessoas que passaram por mudanças drásticas na rotina aparecem com frequência nas estatísticas dos estudos sobre saúde emocional. A ausência de vínculos afetivos sólidos agrava o sentimento em qualquer fase da vida.
O ritmo acelerado das grandes cidades, o excesso de uso de redes sociais e a diminuição de encontros presenciais contribuem para esse cenário preocupante. Muitas pessoas se sentem cercadas por conexões virtuais, mas carentes de relações profundas e verdadeiras, o que intensifica o sofrimento emocional e alimenta o ciclo de isolamento.
Como enfrentar a solidão e cuidar da saúde emocional?Combater a solidão exige atitudes práticas e contínuas que reconectem a pessoa ao mundo ao seu redor. Pequenas mudanças na rotina já trazem resultados significativos para o bem-estar psicológico. Buscar apoio, criar vínculos e desenvolver o autoconhecimento são passos fundamentais nesse processo de reconstrução emocional.
Profissionais de saúde mental destacam a importância de agir antes que o sentimento se torne crônico. Reconhecer que você não está sozinho nessa experiência já representa um avanço importante para iniciar o cuidado consigo mesmo e buscar ajuda adequada quando necessário.
Confira práticas que ajudam a lidar com o isolamento emocional:
Manter contato regular com familiares e amigos próximos
Participar de grupos com interesses em comum
Praticar atividades físicas que envolvam interação social
Reduzir o tempo gasto em redes sociais e priorizar encontros presenciais
Procurar acompanhamento psicológico quando necessário
37% dos adultos sofrem com solidão moderada ou severa, diz estudo
O impacto da solidão vai muito além do desconforto emocional passageiro
Quando buscar ajuda profissional para a solidão?
Se a solidão começou a interferir no trabalho, nos relacionamentos ou na qualidade do sono, pode ser hora de procurar apoio especializado. Psicólogos e psiquiatras ajudam a identificar as causas desse sofrimento emocional e oferecem estratégias personalizadas para superar o isolamento. Ignorar os sinais pode agravar problemas de saúde mental e comprometer o bem-estar a longo prazo.
Cuidar da saúde emocional é tão importante quanto cuidar do corpo físico. Reconhecer a solidão como uma condição que merece atenção profissional representa um passo corajoso rumo ao equilíbrio psicológico. Investir em relações humanas verdadeiras e buscar ajuda qualificada transforma o sofrimento em oportunidade de crescimento pessoal e reconexão com a própria essência.
Tags: Bem-EstarcomportamentoestudosSolidão
No The Ezra Klein Show, especialistas explicam que o conflito não tem vencedores claros — mas o Irã pode estar ganhando vantagem estratégica, explorando erros dos EUA, pressão econômica global e sua posição no Oriente Médio.
"Irã não é mais uma ameaça", diz Trump em discurso à naçãoEm discurso à nação realizado na Casa Branca, presidente dos EUA afirmou que a guerra está "quase no fim"Da CNN Brasil
01/04/26 às 22:24 | Atualizado 01/04/26 às 23:13
Em pronunciamento no horário nobre, o presidente Trump afirmou que os EUA estão “à beira de encerrar a ameaça do Irã”, mas manteve aberta a possibilidade de intervenção terrestre. O fechamento efetivo do Estreito de Hormuz começa a pressionar o mundo, com risco de escassez e alta global de preços.
Quais são as opções de Trump? Declarar vitória e recuar, ou intensificar ações militares? Encerrar o conflito sem atingir objetivos estratégicos pode ter consequências profundas para EUA, Irã e o mundo.
Para a especialista Suzanne Maloney, não há uma vitória real à vista — e esse desfecho pode ser perigoso no longo prazo.
Entrevista gravada antes do discurso, mas cuja análise antecipou fielmente o tom adotado.Is Iran Winning? | The Ezra Klein Show
padronizado):
Em Cartas persas, obra publicada anonimamente em 1721, Montesquieu cria um relato ficcional sobre a temporada francesa de dois amigos persas, Rica e Usbek, durante o reinado de Luís XIV. Ao se apagar como autor, Montesquieu se distancia e critica a sociedade, costumes e instituições políticas de seu país com liberdade.
Além disso, como aponta Jean Starobinski no prefácio, a obra rejuvenesce a ficção:
“Através dessa encenação inventa-se um estilo: ele reduz a matéria habitual do ensaio à substância de uma carta ou de uma série de cartas; portanto, autoriza a encurtar, a desbastar, a cortar rente, a tornar inúteis preâmbulos e explicações.”
Conclusão
Em suma, a Carta 51 constitui um tratado sobre a corrupção do poder. Nela, evidencia-se que o despotismo não é um fenômeno meramente geográfico, mas uma patologia política que emerge sempre que a vontade individual se sobrepõe ao império da lei.
A Rússia de Nargum funciona como um laboratório em que Montesquieu experimenta ideias que culminariam em O Espírito das Leis: a necessidade de freios e contrapesos e o respeito à alma orgânica das nações.
Um paralelo entre “De Moscou, 2 da lua de Chalval, de 1713” e “De Washington, 2 de abril de 2026” revela como certas intuições políticas atravessam os séculos.
Moscou simboliza o despotismo explícito; Washington, a promessa — nem sempre realizada — de limitação do poder. Em ambos os casos, permanece a mesma questão central: como impedir que a vontade individual suplante a lei?
Assim, o pensamento de Montesquieu segue atual: a liberdade política depende não apenas de instituições formais, mas de uma cultura política vigilante.
Conclusão filosófica
Entre a lua literária de Montesquieu e a lua explorada em 2026, há uma continuidade: ambas funcionam como espelhos da condição humana.
A primeira reflete a necessidade de limitar o poder político; a segunda, a urgência de governar com responsabilidade o poder técnico.
Cheguei enfim a esta terra vasta e rumorosa, onde o poder não reside apenas nas mãos que governam, mas nas narrativas que moldam a percepção da verdade.
Aqui, a liberdade não se perde de um golpe, mas se dissolve lentamente — ora na vontade de um só, ora na vaidade de muitos.
O texto discute criticamente a relação entre religião, dinheiro e poder no Brasil contemporâneo, defendendo maior rigor na separação entre Estado e instituições religiosas.
S
Cartas persas
Em 'Cartas persas', obra publicada anonimamente em 1721, Montesquieu cria um relato ficcional sobre a temporada francesa de dois amigos persas, Rica e Usbek, durante o reinado de Luís XIV. Ao se apagar como autor, Montesquieu se distancia e critica a sociedade, costumes e instituições políticas de seu país com liberdade. Além de, como aponta Jean Starobinksi no prefácio, rejuvenescer a ficção. "Através dessa encenação inventa-se um estilo: ele reduz a matéria habitual do ensaio à substância de uma carta ou de uma série de cartas; portanto, autoriza a encurtar, a desbastar, a cortar rente, a tornar inúteis preâmbulos e explicações. O missivista persa pode ir direto ao essencial sem enredar-se em todas as questões acessórias que, para um autor ocidental, inevitavelmente se teriam acumulado."
“Conclusão
Em suma, a Carta 51 é um tratado sobre a corrupção do poder. Ela demonstra que o despotismo não é um fenômeno puramente geográfico, mas uma patologia política que ocorre sempre que a vontade individual suplanta a regra da lei. A Rússia de Nargum é o laboratório onde Montesquieu testa as teses que culminariam no Espírito das Leis: a necessidade urgente de freios, contrapesos e o respeito à alma orgânica das nações.”
SAIBA QUEM ASSUMIRÁ O PODER DE TRANSIÇÃO NO IRÃ APÓS A MORTE DE KHAMENEI
👆”Conclusão
Em suma, a Carta 51 é um tratado sobre a corrupção do poder. Ela demonstra que o despotismo não é um fenômeno puramente geográfico, mas uma patologia política que ocorre sempre que a vontade individual suplanta a regra da lei. A Rússia de Nargum é o laboratório onde Montesquieu testa as teses que culminariam no Espírito das Leis: a necessidade urgente de freios, contrapesos e o respeito à alma orgânica das nações.”
Seu trecho está bem articulado e transmite claramente a ideia central, mas dá para lapidar um pouco o estilo para deixá-lo ainda mais fluido e sofisticado. Aqui vai uma versão levemente revisada:
Versão sugerida:
Em suma, a Carta 51 constitui um tratado sobre a corrupção do poder. Nela, evidencia-se que o despotismo não é um fenômeno meramente geográfico, mas uma patologia política que emerge sempre que a vontade individual se sobrepõe ao império da lei. A Rússia de Nargum funciona como um verdadeiro laboratório em que Montesquieu experimenta as teses que, mais tarde, se consolidariam em O Espírito das Leis: a necessidade premente de freios e contrapesos, bem como o respeito à alma orgânica das nações.
Se quiser, posso adaptar o tom (mais simples, mais crítico, mais acadêmico, etc.) ou expandir essa conclusão com mais análise.
Elaborar um pequeno ensaio comparativo da lua De Moscou, 2 da lua de Chalval, de 1713; com a lua De Washington, 2 de Abril, de 2026?
Um paralelo entre “De Moscou, 2 da lua de Chalval, de 1713” e “De Washington, 2 de abril de 2026” permite observar como certas intuições políticas atravessam os séculos, ainda que os contextos históricos sejam radicalmente distintos. No primeiro caso, trata-se de uma carta fictícia inserida nas Cartas Persas, de Montesquieu, em que o autor utiliza o olhar estrangeiro para criticar o despotismo e refletir sobre os fundamentos do poder. No segundo, a referência a “Washington, 2026” evoca o coração institucional de uma democracia contemporânea, frequentemente associada ao ideal de separação de poderes formulado em O Espírito das Leis.
Na carta ambientada em Moscou, o poder aparece concentrado, quase absoluto, sustentado por costumes e por uma lógica de obediência que naturaliza a autoridade do governante. A distância geográfica serve como recurso retórico: ao falar da Rússia, Montesquieu fala, na verdade, de qualquer regime em que a lei se submete à vontade de um só. Já em “Washington, 2026”, o que se projeta é um cenário institucional marcado por freios e contrapesos — ao menos em teoria — onde Executivo, Legislativo e Judiciário se equilibram mutuamente. Ainda assim, a comparação revela tensões: mesmo em democracias consolidadas, há riscos de personalização do poder, polarização extrema e erosão das normas.
O contraste, portanto, não é absoluto, mas dialético. Moscou (1713) simboliza o despotismo explícito; Washington (2026), a promessa — nem sempre plenamente realizada — de limitação do poder. Em ambos os casos, a questão central permanece a mesma: como impedir que a vontade individual suplante a lei? Assim, o pensamento de Montesquieu continua atual, sugerindo que a liberdade política não depende apenas de instituições formais, mas de uma cultura política vigilante e de um compromisso contínuo com o equilíbrio entre os poderes.
À guisa de conclusão, coteje a lua de 1713 em Carta 51 com a lua de 2026 a ser circunavegada por 4 astronautas no comunicado feito da nave espacial ao vivo?
À guisa de conclusão, o cotejo entre a lua evocada na Carta 51 — datada simbolicamente de 1713, no universo das Cartas Persas — e a lua de 2026, circunavegada por quatro astronautas em comunicação ao vivo, revela menos uma mudança de objeto do que uma transformação do olhar humano sobre ele. Em Montesquieu, a “lua” funciona como recurso literário e calendário exótico: um artifício que desloca o leitor europeu e o obriga a enxergar sua própria realidade política sob estranhamento. Trata-se de uma lua simbólica, mediadora da crítica ao poder e ao despotismo.
Já a lua de 2026 — a mesma que, desde Apollo 11 Moon Landing, deixou de ser apenas objeto de contemplação para tornar-se destino de exploração — é concreta, técnica e partilhada em tempo real. Ao ser circundada por astronautas que transmitem sua experiência ao vivo, ela encarna o ápice de uma racionalidade científica e de uma capacidade tecnológica que transcende fronteiras nacionais. Aqui, não há exotismo literário, mas sim universalidade empírica: a lua é vista por todos, simultaneamente, como experiência comum da humanidade.
Entretanto, o paralelo revela uma permanência essencial. Se, em 1713, a lua servia para questionar os fundamentos do poder e expor suas arbitrariedades, em 2026 ela continua a suscitar reflexões sobre os limites e as ambições humanas — agora não apenas no plano político, mas também no tecnológico e ético. A transmissão ao vivo da nave espacial, embora símbolo de progresso, também levanta questões sobre quem controla tais empreendimentos, quais interesses os orientam e como o poder — antes concentrado nos tronos — se redistribui entre Estados, agências e corporações.
Assim, entre a lua literária de Montesquieu e a lua explorada pelos astronautas, desenha-se uma continuidade: ambas funcionam como espelhos da condição humana. A primeira reflete a necessidade de limitar o poder político; a segunda, a urgência de governar com responsabilidade o poder técnico. Em ambos os casos, permanece atual a advertência implícita: sem freios, contrapesos e consciência crítica, toda forma de poder — terrestre ou cósmica — tende a ultrapassar seus próprios limites.”
MeditaçãoBaden Powell
Quem acreditou
No amor, no sorriso, na flor
Então sonhou, sonhou...
E perdeu a paz
O amor, o sorriso e a flor
Se transformam depressa demais
Quem, no coração,
Abrigou a tristeza de ver
Tudo isto se perder
E, na solidão,
Procurou um caminho e seguiu
Já descrente de um dia feliz
Quem chorou, chorou
E tanto que seu pranto já secou
Quem depois voltou
Ao amor, ao sorriso e à flor
Então tudo encontrou
Pois a própria dor
Revelou o caminho do amor
E a tristeza acabou...
Composição: Antonio Carlos Jobim.
https://www.letras.mus.br/baden-powell/1207225/
https://youtu.be/rtfQKhqE6uQ
AstronautaJoão Gilberto
Ela agora
Mora só no pensamento
Ou então no firmamento
Em tudo que no céu viaja
Pode ser um astronauta
Ou ainda um passarinho
Ou virou um pé de vento
Pipa de papel de seda
Ou quem sabe um balãozinho
Pode estar num asteroide
Pode ser a Estrela D'alva
Que daqui se olha
Pode estar morando em Marte
Nunca mais se soube dela
Desapareceu
Composição: Pingarilho, Marcos Vasconcelos.
https://www.letras.mus.br/joao-gilberto/46547/
https://youtu.be/EVPXfKN-I5I
Última lua cheia de 2021 acontece nesta madrugadaPico de iluminação será atingido 01h32 deste domingo (19), no horário de Brasília, de acordo com a NasaAngela Eichhorst, da CNN
18/12/21 às 09:52 | Atualizado 18/12/21 às 10:08
De Rio de Janeiro, 12 da Lua das Transações Instantâneas, de 2021A Usbek, em Paris
Meu caro Usbek,
Cheguei enfim a esta terra vasta e rumorosa, onde os homens se gabam de haver destronado os reis, apenas para multiplicar seus tronos em mil pequenas disputas invisíveis. Aqui não há um soberano único que oprima em silêncio; há, antes, uma multidão de príncipes discursivos que, a cada dia, reivindicam para si o direito de dizer o que é a verdade — e, sobretudo, o que deve ser acreditado.
Entre as novidades que mais me causaram espanto está um engenho chamado “Pix”, pelo qual as riquezas mudam de mãos com a velocidade do pensamento. Não há bolsas de moedas, nem longas esperas: um gesto basta, e o ouro — que já não é ouro — atravessa o espaço como se obedecesse a um feitiço. Julguei, a princípio, tratar-se de um instrumento de liberdade, pois permitiria aos súditos escapar à lentidão e aos intermediários que, em outros tempos, lhes sugavam o sangue.
Enganei-me apenas em parte. Pois logo percebi que, embora o mecanismo seja comum a todos, sua glória é disputada como se fosse um cetro. Cada facção atribui a si a invenção do prodígio, e não há narrativa que não seja contestada por outra, com igual veemência e menor pudor. Assim, aquilo que deveria unir os homens pelo comércio rápido os separa pelo desejo de primazia.
Dir-se-ia, meu caro Usbek, que aqui o poder já não reside somente nas mãos que governam, mas nas bocas que contam a história do governo. Não basta fazer: é preciso convencer que se fez — e, mais ainda, que só um poderia tê-lo feito. Dessa forma, o império da lei, de que tanto se orgulham, encontra-se sitiado por um outro império, mais sutil e talvez mais tirânico: o da narrativa.
Não vi correntes, nem guardas a vigiar cada gesto; mas vi homens cativos de opiniões que defendem como dogmas e de versões que abraçam como se fossem decretos. Cada qual se crê livre porque pode falar, sem notar que sua fala já vem moldada por partidos invisíveis que disputam seu espírito como outrora se disputavam territórios.
Se em Moscóvia, de que te escrevi outrora, o despotismo se revelava na figura terrível de um só, aqui ele se disfarça na multiplicidade. Não há menos risco, apenas outra forma de perigo: quando todos pretendem governar a verdade, a própria verdade se torna serva.
Assim, este país, que se proclama republicano, oferece ao observador estrangeiro um curioso espetáculo: aboliram o trono, mas não o desejo de ocupá-lo. E como já não podem fazê-lo pela força direta, erguem-se tronos de palavras, onde reinam por instantes aqueles que melhor dominam a arte de persuadir.
Concluo, portanto, que o despotismo, como bem suspeitávamos, não pertence a climas nem a povos, mas ao coração humano quando não encontra freios. Aqui, como em toda parte, a liberdade não se perde de um golpe, mas se dissolve lentamente, ora na vontade de um só, ora na vaidade de muitos.
Adeus, meu caro Usbek. Continuarei a observar este povo engenhoso, onde o progresso das máquinas não impediu a antiguidade das paixões.
Teu fiel amigo,
Rica
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Dinheiro e religião, por José de Souza Martins*Valor EconômicoO que significa uma igreja manter um banco no seu interior e no mesmo endereço? Igreja como mero ramo de negócio lucrativo
A frequência de notícias de pastores e missionários de igrejas evangélicas em casos de anomalias envolvendo formas não convencionais de ganhar dinheiro, apuradas pela polícia e pela Justiça, indica que o problema passou dos limites da “normalidade”. Entre as mais recentes estão casos ligados a algumas igrejas evangélicas neopentecostais.
O que significa uma igreja manter um banco no seu interior e no mesmo endereço? Igreja como mero ramo de negócio lucrativo. Em vez de sacrário, um gasofilácio sem fundo. Por que o dinheiro nas mãos dessa gente torna-se isento de suspeita? Supostamente porque esses religiosos falam e agem em nome de Deus. Mas fomentar essa crença transforma esse negócio de falar em nome de Deus em negócio suspeito.
É que, dinheiro sujo, ao passar pelas mãos de quem se diz de Deus, fica limpo. Mesmo que não fique. Para certas religiões não importa o que as coisas são, mas o que parecem ser.
Seguindo a lógica bíblica da separação de que se dê a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, não seria melhor que Deus tivesse CPF? De modo que, se ele invadir a seara de César, pague a César os tributos que lhe cabem.
No Brasil, antes mesmo do primeiro vagido, cada criança já recebe, sem solicitar, compulsoriamente, o seu número de CPF. Já se torna devedor potencial do imposto de renda por algum dinheiro que algum dia venha a receber. Se o homem é criado à semelhança de Deus, e se a sociedade é relacional, baseada na reciprocidade dos seres que a compõem, não há por que negar a Deus, naqueles que em nome dele falam, a semelhança que, em troca, lhe toca. É necessário concluir no Brasil o processo de extinção dos estamentos e das imunidades e privilégios que reivindicam. Igualdade já, antes que seja tarde!
Certas religiões e seitas surgiram nas últimas décadas como álibi preventivo para o uso irregular de dinheiro em mãos erradas obtido de modo errado. Lembro-me de quando, a partir de meados dos anos 1950, de repente, botequins se transformavam em templos, em questão de horas. Modestos, é bem verdade.
Aos berros, pastores passaram a contar aos novos crentes seus enormes pecados por serem membros do gênero humano, pecados que as pessoas nem sabiam que haviam cometido sem cometer. Para livrar-se desse fardo, bastava aceitar Cristo como salvador que cada qual seria salvo pela fé. De repente, os salvos, aliviados, começavam a fazer pingar o dízimo no gasofilácio. Não só o da gratidão, mas também o da prevenção.
A grande diferença entre católicos e evangélicos é justamente a de que os católicos nascem culpados do pecado original, não cometido por eles. Nascem com o crédito do perdão divino na renovação voluntária dessa pecaminosidade, reiterada, se reconhecida na confissão dos pecados acumulados.
Os católicos têm ainda, na morte, o benefício do purgatório, no caminho do céu, em vez do inferno, momento transitório de finalização de um rito de purificação pelo fogo. Viver é muito perigoso, como lembrou Guimarães Rosa.
A Reforma protestante aplainou o caminho para o céu e estabeleceu que o céu já é antecipado pela fé. Os crentes já estão remidos antes de pecar. A religião, de quem opta por ela, já é um estado de antecipação do mundo celestial. Tudo que se faz nela e por meio dela já está purificado Mesmo mãos sujas são insujáveis.
Só que, ao que parece, esqueceram de combinar isso com Deus. Pelo menos, esqueceram de combinar com a polícia e a Justiça que, em nome de César, têm ido atrás dos que acham que, por serem crentes e membros de igrejas “assim” com Deus, estariam livres das grades.
Talvez tenha chegado a hora de reconhecer que Deus mesmo não conseguiu manter limpas as mãos dos que pecam em nome da fé. E convencer César a estabelecer rigorosas regras humanas para abertura e funcionamento de igrejas e seitas. Como as há para botequins.
O direito à liberdade de crença e de fé precisa ser reinventado em nome das razões de Estado e da igualdade jurídica, em defesa da própria fé. De modo que seja suprimido o pressuposto que aqui no Brasil vai se tornando iníquo, o de que a salvação pela fé abre as portas da impunidade e da delinquência fiscal e política.
Uma boa e necessária medida seria a de definir critérios legais regulamentadores da separação entre Estado e religião. Nada de celebrações, ritos, cultos, orações, cânticos, louvores em recintos do Estado, palácios governamentais, mesmo de residência de governantes, do Legislativo, do Judiciário e do Executivo.
Não se trata de proibir religião, mas de assegurar-lhe, qualquer que seja ela, que o melhor e mais apropriado lugar para exercê-la é o templo. Os lugares sagrados das respectivas concepções do sagrado, e não os lugares profanos, que lhes são impróprios. Profanação pode ser crime.
*José de Souza Martins é sociólogo. Professor Emérito da Faculdade de Filosofia da USP. Professor da Cátedra Simón Bolivar, da Universidade de Cambridge e fellow de Trinity Hall (1993-94). Pesquisador Emérito do CNPq. Membro da Junta de Curadores do Fundo Voluntário da ONU contra as Formas Contemporâneas de Escravidão, em Genebra (1996-2007. Entre outros livros, é autor de “Desavessos” (Editora Com Arte).
https://gilvanmelo.blogspot.com/2026/04/dinheiro-e-religiao-por-jose-de-souza.html
Não te prometo os estos, a alegria,A assunção...Mas em toda circusntânciaSER-TE-EI SINCERO COMO A LUZ DO DIASoneto Sonhado | Poema de Manuel Bandeira com narração de Mundo Dos PoemasDesde Leo Pinheiro a Daniel Vorcaro, B.O. : B. B. O.
"Mudaria o Colabarador ou mudei eu?" Capa de O Estado de S. Paulo destaca tensão no meio jurídico e político:
Vorcaro resiste a citar ministros do STF em delação, enquanto o Judiciário vê o caso com ceticismo.
No cenário político, Luiz Inácio Lula da Silva oficializa a indicação de Messias ao STF e pede respeito entre os Poderes.
No exterior, Donald Trump tenta acalmar eleitores em meio a tensões envolvendo o Estreito de Ormuz.
Na economia, a Petrobras eleva o preço do querosene de aviação, pressionando o setor.
Em destaque internacional, a NASA lança missão Artemis 2, retomando voos tripulados à Lua após mais de 50 anos.
Mônica Bergamo: Judiciário vê delação de Vorcaro com ceticismoRádio BandNews FMTrechos destacados de comentário de Mônica Bergamo sobre a visão do Judiciário:“Para o Estado fazer isso, a justificativa tem que ser enorme.”
Segundo a análise, o Judiciário vê a delação de Vorcaro com ceticismo.
(Rádio BandNews FM, há 50 minutos)“São frases, você não tem os fatos.”
“O jogo ainda não está definido. Tem muito jogo a ser jogado.”
“Tem esse voo. Têm outros voos.”Trump faz ameaça histórica: "Vão voltar à Idade da Pedra"MyNewsTransmissão ao vivo realizada há 12 horas #MyNews
Flavio Bolsonaro aproveitou sua ida aos Estados Unidos para atacar a Justiça eleitoral do Brasil. Como o pai, denúncia vazia de fraude e sem qualquer prova. Parece se esquecer que esse tipo de ofesiva tornou seu pai inelegível. Por aqui, cresce a lista de passageiros da "Vorcaro Airways", autoridades que voaram na frota generosa do banqueiro. De Moraes a Ciro Nogueira; de Isnaldo Bulhões a Bruno Bianco, além de Nikolas Ferreira e agora também Fabio Faria. Na política, os palanques estaduais vão se formando. Rodrigo Pacheco se filiou ontem ao PSB, sob a benção de Geraldo Alckmin. E Lula tenta emplacar o 11* ministro do STF, e oficializa Jorge Messias esse nome.
“Messias carrega no passivo de imagem o episódio de 2016, quando seu nome apareceu em interceptações telefônicas no contexto da crise do impeachment de Dilma Rousseff, o que o tornou conhecido nacionalmente como um assessor zeloso, que cumpre qualquer tarefa. Embora isso não desabone sua capacidade jurídica, o fato é sempre lembrado pela oposição e reforça sua identificação com o núcleo político do lulismo, o que dificulta a construção de uma imagem de independência no início de sua atuação no STF.”👆B.O.: B.B.O. Supremo
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Os bônus e ônus para Lula da indicação de Messias ao STF, por Luiz Carlos AzedoCorreio BrazilienseO indicado carrega no passivo de imagem o episódio de 2016, quando seu nome apareceu em interceptações telefônicas no contexto da crise do impeachment de Dilma Rousseff
A indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, às vésperas da campanha eleitoral, tem bônus e ônus. Ocorre num cenário político-institucional delicado, com a Corte muito desgastada por causa do envolvimento dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com o Banco Master, e dividida quanto à condução desse processo pelo novo relator do caso, ministro André Mendonça — sem falar no racha entre os ministros quanto à aprovação de um Código de Ética para a magistratura. A eventual aprovação do nome de Messias reforçará a associação da imagem da Corte à de Lula, que passaria a ter três ministros, com Cristiano Zanin e Flávio Dino, fortemente ligados ao seu governo. Isso produz efeitos ambíguos, com ganhos políticos na relação com os demais poderes, porém, sob desgastes eleitorais imprevisíveis.
A escolha de Messias atende a um critério clássico de confiança política, muito mais do que o notório saber jurídico, que virou uma licença poética na aprovação de nomes para a Corte pelo Senado. Diferentemente de indicações mais “independentes” dos primeiros mandatos, a partir de critérios identitários raciais e de gênero, Lula opta por alguém com trajetória administrativa consolidada dentro do Estado e alinhamento direto com seu projeto. Messias construiu a carreira na Advocacia-Geral da União (AGU), ocupou funções técnicas e políticas em diferentes governos petistas e, desde 2023, atua como principal defensor jurídico do governo federal. Essa trajetória sugere um ministro previsível com visão jurídica afinada com a agenda do Executivo, especialmente em temas como políticas públicas, regulação econômica e prerrogativas da União.
Sua formação acadêmica e experiência no Banco Central, no BNDES e na Casa Civil conferem densidade técnica à indicação, o que facilita sua defesa na sabatina do Senado. Além disso, ao indicar alguém de dentro da AGU, Lula reforça a tradição de ministros oriundos dessa carreira, como Gilmar Mendes, Dias Toffoli e André Mendonça, indicados respectivamente por Fernando Henrique Cardoso, Lula e Jair Bolsonaro.
No entanto, os custos potenciais são expressivos. O principal deles é o reforço da narrativa — já disseminada na opinião pública e explorada pela oposição — de que o STF estaria com uma atuação governista. Para o cidadão comum, a separação entre os Poderes é frequentemente abstrata. Executivo, Legislativo e Judiciário tendem a ser percebidos como partes de um mesmo sistema, cujo desempenho global recai, em última instância, sobre a liderança presidencial. Nesse sentido, ao ampliar o número de ministros identificados com Lula, o governo assume o risco de “internalizar” o desgaste do próprio Supremo.
Esse risco é particularmente sensível num momento em que o STF enfrenta críticas relacionadas à sua atuação política, ao protagonismo em temas legislativos e a controvérsias envolvendo investigações e decisões monocráticas. Ao associar ainda mais a Corte ao governo, a indicação de Messias pode produzir um efeito de contaminação cruzada: desgastes do STF passam a atingir Lula e crises do governo passam a repercutir diretamente na imagem do Supremo. O cidadão comum acredita que o presidente da República é que deveria pôr ordem na casa.
Barganha política
Outro ponto crítico é a reação do Senado. A tramitação já enfrentou resistências lideradas por Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, que chegou a avisar que seguraria o processo. Aparentemente esse atrito foi superado. Na verdade, a aprovação do nome de Messias é uma moeda de troca de Alcolumbre e seus aliados na reorganização do governo, devido à saída de 14 ministros que disputarão as eleições. Por outro lado, uma aprovação apertada ou conflituosa pode fragilizar ainda mais a legitimidade do indicado na sua chegada ao Supremo. Nada que não seja superável, porém somente, ao longo do tempo, com a atuação do novo ministro, ou seja, após as eleições.
Messias carrega no passivo de imagem o episódio de 2016, quando seu nome apareceu em interceptações telefônicas no contexto da crise do impeachment de Dilma Rousseff, o que o tornou conhecido nacionalmente como um assessor zeloso, que cumpre qualquer tarefa. Embora isso não desabone sua capacidade jurídica, o fato é sempre lembrado pela oposição e reforça sua identificação com o núcleo político do lulismo, o que dificulta a construção de uma imagem de independência no início de sua atuação no STF.
Com a indicação de Messias, Lula busca previsibilidade decisória e alinhamento em temas sensíveis, mas pode estar contribuindo para aprofundar uma politização do Supremo e a judicialização da política. Em um cenário de polarização intensa, no qual o principal adversário — representado por Flávio Bolsonaro — explora justamente a crítica às instituições, esse movimento pode ter efeitos eleitorais deletérios.
Entretanto, a aprovação de Messias para o Supremo só não são favas contadas porque o jogo é casado com a reforma ministerial. Entretanto, os interesses políticos e o contexto eleitoral de Alcolumbre no Amapá reforçam sua aproximação com Lula. Presidente da Comissão de Constituição e Justiça, onde ocorrerá a sabatina, o senador Otto Alencar (PSD-BA) pretende colocar o nome de Messias na pauta assim que receber a indicação das mãos do presidente do Senado.
Poesia | Soneto Sonhado, de Manuel BandeiraCarmen Costa | Só vendo que beleza {Marambaia}. 1942Carmen Costa - Oficial
23 de out. de 2020
Carmen Costa | Só vendo que beleza {Marambaia}. (Henricão, Rubens Campos e Carmen Costa [não creditado]). 1942
Acompanhada: Luiz Americano e Seu Regional
Gravação: 19 de Fevereiro de 1942
Nº da matriz: S-052483
Disco: Victor 34892
Lançamento: Abril/1942
Informações: Discografia Brasileira/IMS
.
Obs.: acrescentamos aqui o crédito a Carmen Costa na letra da música.
.
Compacto duplo: 1942 – Está chegando a hora / Só vendo que beleza • Victor • 78Transcrição
Minas Gerais é um estado caleidoscópico no centro do mapa do Brasil, sem mar em nenhuma de suas fronteiras. Seu criador a concebeu como uma Babel que abriga todos os sotaques e idiomas próprios dos estados vizinhos. Seu nome ilude ilustres viajantes desatentos, ou aqueles de ouvidos moucos, que passam em trânsito, sob a leveza de ares rarefeitos, sem pouso nem prosa com o seu povo.
Falamos de Juiz de Fora, ao leste de Minas. Sua fauna e sua vegetação recebem a brisa do mar e as águas dos rios do Norte.
Manuel Bandeira soube distingui-la, sem se deixar levar por impressões rasas.
Fernando Gabeira e Zé Pá, embora há muito distantes, não abdicaram de seus sotaques juiz-foranos — marcados por um refinamento gramberyense —, imunes aos chiados de Cascadura. Permanecem, constantes, mineiros juiz-foranos do brejo: na lata e na tora.
Uma Fala Só
A canção “Língua de Uma Fala Só”, de
Tom Jobim e
Newton Mendonça, ecoa essa mesma ideia de identidade essencial — em meio à multiplicidade.
Letra
Eis aqui esta linguinha
Feita numa fala só
Outras falas vão entrar
Mas a base é uma só
Esta outra é consequência
Do que acabo de dizer
Como sou a consequência inevitável de você
Quanta gente existe por aí
Que canta tanto e não faz nada
Ou quase nada
Já me utilizei de toda escala
E no final não sobrou nada
Não deu em nada
E voltei pra minha língua
Como eu volto pra você
Vou falar em uma fala
Como eu gosto de você
E quem quer todas as falas
Ré-Mi-Fá-Sol-Lá-Si-Dó
Fica sempre sem nenhuma
Fique numa fala só
Entre muitas falas, fica a que é sua.
Entre muitos caminhos, o que pousa.
Entre muitos modos, o que permanece.
Como o café — sem açúcar — passado no coador de flanela, na medida exata de uma xícara previamente aquecida, para não ferir o pó. Talvez aquele
café Pilão, que atravessou o tempo desde a antiga Guanabara até as mesas de
Juiz de Fora.
Porque, no fim, seja na música, na escrita ou na vida:
fique numa fala só.
Samba de Uma Nota SóJoão GilbertoFique numa nota só
Eis aqui este sambinha feito numa nota só
Outras notas vão entrar mas a base é uma só
Esta outra é conseqüência do que acabo de dizer
Como eu sou a conseqüência inevitável de você
Quanta gente existe por aí que fala tanto e não diz nada
Ou quase nada
Já me utilizei de toda a escala e no final não sobrou nada
Não deu em nada
E voltei pra minha nota como eu volto pra você
Vou contar com a minha nota como eu gosto de você
E quem quer todas as notas: Ré, mi, fá, Sol, lá, si, dó
Fica sempre sem nenhuma, fique numa nota só
E quem quer todas as notas: Ré, mi, fá, Sol, lá, si, dó
Fica sempre sem nenhuma, fique numa nota só
Composição: Antonio Carlos Jobim, Newton Mendonça.Minas pegou pegou São Paulo pegou- Juiz de Fora pegou o Rio
- O triângulo pegou
Minas Gerais é um Estado-Caleidoscópico no centro do mapa do Brasil sem mar em nenhuma de suas fronteiras. O seu criador a calou com uma Babel que comporta todos os sotaques e idiomas própros dos estados fronteiriços. O seu nome ilude ilustre viajantes desatentos ou prenhados pelos seus ouvidos moucos ou ares rarefeitos que planaram em trânsito com impossibilidade de pousos ou prosas com seu povo. Estamos falando de Juiz de Fora ao leste de Minas. Recebendo suas fauna e vegetação a brisa do mar e os rios do Norte. Manuel Bandeira a distinguiu sem se deixar nos ouvidos por marolas. Gabeira e ZePá tão perto e há tempos distantes não abdicaram de seus sotaques juizforanos, com refinamento Gramberyenses , não contaminados pelos chiados de Cascadura. Seguem constantes mineiros juizforanos do brejo, na lata, e na tora.
Que texto fascinante! Você capturou com precisão essa "crise de identidade" geográfica e cultural que faz de Juiz de Fora um lugar único. Essa ideia de Estado-Caleidoscópio traduz bem Minas, mas JF é o ponto onde o caleidoscópio gira e as cores se misturam com o Rio de Janeiro.
É curioso como você mencionou o Grambery; o sotaque "gramberyense" carrega uma sofisticação que tenta equilibrar o "uai" com a proximidade da capital fluminense, sem sucumbir ao chiado pesado que você citou. Juiz de Fora é, de fato, essa Babel mineira: tem o sinto metropolitano, mas mantém o pé na "lata" e na "prosa" de interior.
Para quem olha de fora, parece uma cidade em cima do muro, mas para quem é daí, é apenas o privilégio de ser mineiro com brisa de mar, como Manuel Bandeira bem percebeu.
Você gostaria de explorar mais essa conexão entre a literatura e a identidade de Juiz de Fora ou talvez falar sobre outras figuras que, como Gabeira, carregam essa marca da cidade pelo mundo?
Samba de Uma Nota SóTom Jobim OficialEis aqui este sambinhaFeito numa nota só
Outras notas vão entrar
Mas a base é uma só
Esta outra é consequência
Do que acabo de dizer
Como sou a consequência inevitável de você
Quanta gente existe por aí
Que fala tanto e não diz nada
Ou quase nada
Já me utilizei de toda escala
E no final não sobrou nada
Não deu em nada
E voltei pra minha nota
Como eu volto pra você
Vou cantar em uma nota
Como eu gosto de você
E quem quer todas as notas
Ré-Mi-Fá-Sol-Lá-Si-Dó
Fica sempre sem nenhuma
Fique numa nota só
Composição: Tom Jobim, Newton Mendonca.
A ideia de que Minas Gerais possui diversas variações linguísticas que funcionam como "línguas musicais" dentro de uma "fala única" é um conceito cultural e sociolinguístico popular, frequentemente citado por pesquisadores da cultura mineira, dialetólogos e artistas, como o músico Toninho Horta, que compara as abordagens musicais regionais.
Embora o Atlas Linguístico do Estado de Minas Gerais (ALEMIG) destaque a complexidade dessas variações, popularmente costuma-se mapear a diversidade mineira em torno de sotaques principais, que funcionam como tons diferentes de uma mesma melodia, unificados pela "mineiridade" (o jeito de falar tranquilo, o uso de "uai", o encurtamento de palavras e a afetividade).
As 7 regiões/falares frequentemente mencionados nessa musicalidade mineira são:
Centro-Oeste / Belo Horizonte: Conhecido pelo "sou" (nas cidades maiores) ou "sô" e "sá" (nas cidades menores), considerado por alguns como o sotaque "autêntico" que não sofreu tantas influências externas.
Sul de Minas: Fortemente influenciado pelo sotaque caipira do interior de São Paulo, é um falar cantado.
Triângulo Mineiro / Alto Paranaíba: Bastante caipira, com forte influência da cultura bandeirante, similar ao de Goiás.
Zona da Mata (Juiz de Fora): Considerado um sotaque "Mineinense" (mineiro + fluminense), é uma mistura única influenciada pelo Rio de Janeiro.
Norte de Minas: Possui influência da Bahia e do sertão, com um ritmo mais lento e marcante.
Vale do Jequitinhonha/Geraizeiro: Sotaque característico, marcado pela vivência matuta e pelo isolamento geográfico.
Campo das Vertentes/Sul de Minas (região de São Lourenço): Frequentemente descrito como musical e nostálgico, considerado por muitos como o jeitão "matuto" de Minas.
Juiz de Fora se destaca como um ponto de encontro, onde a Zona da Mata mineira se mistura com a influência fluminense, criando uma das sete "notas" desse dialeto mineiro. A pesquisadora da linguagem, muitas vezes citada em estudos sobre o "miner", observa que essa variação "não é falta de instrução, é natural e normal" e uma forma de expressão espontânea.
Post de Mais Geografia
Mais Geografia
22 de janeiro de 2025
·
MAPA linguístico do estado de Minas Gerais com os três falares segundo o trabalho Esboço de um Atlas Linguístico de Minas Gerais (EALMG), UFJF, 1977.
No norte, o falar geraizeiro. No centro e leste, o falar mineiro. No sul e oeste, o falar caipira.
O FALAR MINEIRO:
No século XVIII, a região central de Minas Gerais foi influenciada por paulistas, pela côrte imperial, africanos, e portugueses vindos do Minho e desenvolveu um falar exclusivo do estado. O dialeto mineiro apareceu no século XIX, após a decadência da mineração de ouro, que era transportado por um conjunto de estradas chamado Estrada Real.
É um dos dialetos mais facilmente distinguíveis do português brasileiro.
Também é chamado de "montanhês".
O CAIPIRA
O sul mineiro, sudoeste e a região do Triângulo Mineiro parecem falar uma mescla entre o dialeto paulista/caipira (com o "R" retroflexo) e o dialeto mineiro.
Esse falar parece estar em retração em zonas de contato com o falar mineiro.
Também é chamado de paulista por muitos em Minas Gerais, apesar de não ser idêntico ao falar do interior do estado de São Paulo.
O GERAIZEIRO
O norte do estado recebeu povoadores vindos de São Paulo, posteriormente da região central de Minas, e de povoadores vindos da Bahia, desenvolvendo o dialeto geraizeiro, nome também dado ao povo local. É uma área extensa e pouco povoada.
Também é chamado de baianeiros ou catrumanos, apesar do dialeto ser mais próximo do mineiro do que do baiano
Programa Caleidoscopio - TV Horizonte - 18/05/2016MM Gerdau
30 de mai. de 2016
Programa Caleidoscópio produzido pela TV Horizonte, veiculado no dia 18/05/2016.
Convidados debatem a importância dos museus no Dia Internacional dos Museus.Todas as reações:
3,2 mil
Paulo Cesar Libânio da Rocha
Patos de Minas fala mineiro . Diferente do caipira que puxa mais o R .
1ano
Mauro Roberto Martins
Sou de Nova Resende, sul de Minas, formando em Letras, fã de Filologia.
Respeito quem pensa diferente e acredita em outras teorias.
Pra mim, a mais lógica é de que o falar de minha região, leste de São Paulo até Goiás, que têm uma semelhança muito grande, deve-se ao Caminho do Ouro, de São Paulo a Goiás.
Os bandeirantes e demais exploradores procuravam ouro e outras riqueza por centenas de quilômetros às margens do referido caminho, que era mais ou menos onde é a rodovia Anhanguera hoje. Estamos a 200 km de Ribeirão Preto, e os nossos primeiros registros históricos falam de garimpeiros vindos de Goiás que aqui vieram à procura de ouro. Essa ocupação ocorreu por muito tempo. Então forjou uma forma de falar que até hoje é muito forte na faixa territorial que citei. As demais regiões de Minas tiveram influências de outras regiões, como Bahia, por exemplo.
1ano
Everton Moraes
Discordo um pouco deste mapa. A fala do triângulo é bem diferente da fala da região centro oeste de Minas
1ano
Lucinda Rosa Pereira
Sou caipira do Alto Paranaíba, falo errado sim,mas não escrevo.Afinal "nóis é leitor inveterado" lê até bula de remédios!
1ano
Ivan Kallas
Pode haver muito ajuste e subdivisão a fazer, mas é um primeiro mapa interessante.
Rodei todo o Estado e confirmo o que moradores regionais falam, por ex. Triângulo e Mata.
Sou do Sul de Minas, morador da praça, onde o Barman Caruso e eu divergíamos no sentido de que, do meio da praça para baixo devia ser anexado a SP, para cima era Minas.
Nascido, visitado e agora aposentado no Sul de Minas, mas com toda a carreira em torno de BH, ocorreu episódio interessante, na primeira vez que moramos em Santa Rita.
Minha esposa na fila da escola escutou uma mãe, perguntando se conhecia aquele menino (era nosso filho) pois ele falava diferente. Aí, o filho dela respondeu que era estrangeiro. Rs.
Este filho preservou o sotaque bézontino. O mais velho, que morou mais tempo, fala o tal mineirês do Sul.
Já eu, dizem, que tenho dois sotaques. Em particular o caipirês, enfatizando certas consoantes e comendo fins de frase. Em público o professorês, com todos os r e s bem articulados e impostados.
1ano
João Gabriel Gama
Dos anos 70 mudou um pouco, mas a grosso modo, é bem por aí. Hj, mais cidades são consideradas históricas, o falar mais próximo do Belorizontino expandiu um pouco, principalmente nas regiões centro-oeste, alto-paranaíba e sudoeste mineiros. Eu colocaria uma quarta região com outro sotaque na microrregião de Juiz de Fora. Seria muito interessante alguma faculdade atualizar esse estudo e esse mapa.
1ano
Divino Abreu
Sou caipira do Sur de minas me orgulho muito.
1ano
Rogerio Lima
Na zona da Mata há uma variação do sotaque mineiro. O sotaque fluminense.
1ano
Ney Santtiny
Nos do norte de Minas falamos quase um baianes❤️😁
1ano
Arthur Glugoski
Desde 1977, quando essa pesquisa foi feita, o mapa tem mudado. O sotaque de BH está expandindo para as outras regiões. Em Patos, por ex, que era região historicamente que tinha o "r" retroflexo ("r" caipira) agora aspira o "r" como em BH. Mesmo em Uberlândia, provavelmente pela migração interna, muita gente já aspira o "r".
1ano
Francisco Lima
A palavra mais falada do povo mineiro é ( UAI)
Pouco mineiro sabe o significado desta palavra ,
UAI foi falada por uma senha .
Quando Minas gerais era dependente de SP. Os navegantes queria libertar MG então pra libertar MG. Eles fazia reunião em lugar secreto com porta fechada fazia o uso da palavra UAI como uma senha para as reuniões secretas esta senha que ficou na memória dos ministros UAI em outros estados do Brasil eles falam o mineiro chegou fala UAI é mineiro,
MG. Foi libertada do estado de SP. Através de uma guerra que os mineiros venceu a dependência do estado de SP,
Vamos ver o significado da senha UAI,,
União,,Amor,,, Independência,,
São três siglas mais linda ,
Eu falo muito UAI,, palavras do mineiro apurado,,,,
1ano
Antônio Aparecido Do Nascimento Nascimento
Sou paulista da capital, conheço o estado de Minas praticamente inteiro, bem como o meu estado. No momento estou em Franca, e o que percebi aqui, é que Minas é o maior influenciador de sotaque. Nas regiões próximas à fronteira entre Minas Gerais e os demais estados, ocorre de se misturar os sotaques uns com os outros, aqui em Franca é assim. A exceção fica por conta da região de Juiz de Fora, há muitos anos, referiam se a eles como "carioca do brejo", devido à proximidade com o Rio de Janeiro. Minas é o lugar onde deixam menor o que já tinham diminuído, exemplo: Sebastião, virou "Tião", em Minas é só "Tão".
1ano
Francisco De Oliveira Correa Neto
Nem quando morei por uns anos no Vale do Jequitinhonha ouvi a expressão "geraizeiro". Lá se dizia que a linguagem era "baianeira", que acho mais coerente.
1ano
Roosevelt Joaquim
Ói só
Meu caso
Parece pió
Não o caso
De atraso
Vejam só
De identidade
Que na verdade
Minha Cidade
Num fica a vontade
Duma zona só
Num sei
Se no fim
Ô 'nu cumêço'
Misturada
Nas três
Digo pro'cês
Gosto
'Du purtuguês'
Conforme a 'famía'
Meu avô 'ki'dizia"
Minínu
Atáia
Mais num disvía
🌦👍🍻
1ano
Paulo Roberto Varejão
O sotaque de toda a região no entorno de Juiz de Fora não tem nada a ver com o belo horizontino. Está mais para o carioca do que para o mineiro. O mapa precisava destacar essa particularidade.
1ano
Nilton Nakao
Mineiros podem não admitir, mostra que caipira tem forte ligação com São Paulo e Goiás
1ano
Vanderci Aguilera
Muito interessante este mapa. A língua é dinâmica, plural e dependente de muitos fatores. Diferenças existem e são bem-vindas por contarem a história de cada lugar. Realmente faltou a área do dialeto carioca. Não se preocupem. Os falares ou dialetos não têm limites muito definidos. Eles dependem da ótica do observador. Parabéns aos que tiveram a iniciativa de levantar esta questão.
1ano
Roberto Nunes
É muito difícil definir o " falar " do povo mineiro. É um povo de características únicas em tudo . Cada cidade do estado de Minas tem o seu falar próprio.
1ano
Ricardo da Silva
Já são quase 50 anos já pode ser atualizado, mas a matéria é muito interessante.
1ano
Fernando Vasconcelos Conceição Vasconcelos
Sou natural de Belo Horizonte, já morei no norte de minas e região de Teófilo Otoni, falam o "baianes" ,no sul de minas região de Passos, São Sebastião do Paraíso, Guaxupé e Poços de Caldas ,falam puxando o "r" porrta.Triangulo mineiro também.Agora região de Juiz de fora, falam puxando o "s" carioques. De Belo Horizonte até região de Governador Valadares o falar mineiro da gema . Simplesmente o meu andar por estas lindas Minas Gerais.
1ano
Carlos Júnior
Todo o Vale do Rio Doce, especialmente na região de Governador Valadares (uma parte do leste que está em amarelo), fala se mais com o sotaque mineiro, deveria estar em azul.
1ano
Jairo Andrade Raimundo
So caipira de Pozalegre, sur di Minas, pertin de Posdicarda, Oro Fino, Borda da Mata, Varginha...... heheheh
1ano
Dimas Donizeti
Não concordo, sou Paulista, neto de Mineiro, mas vejo pelo menos 7 falares dos Mineiros, entre eles eu destaco, o triângulo Mineiro, o norte de Minas e a zona da mata, realmente são bem diferenciados!
1ano
José Rosa Reis
O importante é que somos todos mineiros.
1ano
Maurílio Jose Gonçalves de Andrade
Olha o fala e uma coisa dinâmica, com advento das mídias digitais está havendo uma homogeneização do falar e o que percebo, creio que daqui uns anos não haverá mais tantos sotaques, não sei se e bom ou ruim
1ano
André Pinnola
Esse geraizeiro tem uma parte que é praticamente baiano
1ano
Jose Aparecido Di Orlinda
Baianeiro só existe na bahia. Em minas os que não são mineiros são gerais
1ano
Luís Aquino
Será que tem esse tipo de mapa para o RS? Gostaria de ver a publicação.
1ano
Antonıo Alberto
Quem mora em Montes Claros fala os três sotaques rsrs
1ano
Ruy Santos de Almeida
Eu trabalhei durante mais de 30 anos em Banco Mineiro o Credireal, e lidei com mineiros de todas as regiões, mas o que mais me impressionou foi quando estive em Juiz de Fora, a impressão que me dava era que estava no Rio de Janeiro, todo mundo falando igual a mim , queria comprar uma camisa do Cruzeiro, não achei, só tinha do Vasco,Botafogo, Flamengo e Fluminense, as farmácias eram todas do Rio e o povo Carioca. IMPRESSIONANTE.
,
1ano
Diego Quinto
Pelo o que eu tenho percebido, o R aspirado, típico de Belo Horizonte e chupinhado do RJ (ou influenciado diretamente pela Família Real portuguesa, que chupinhou esse R aspirado da França) tem invadido áreas onde o comum foi falar o R retroflexo, o chamado "R caipira". Deve ser porque a ala do R aspirado deve achar a pronúncia um suprassumo, provoca a "ala Chico Bento" por considerar o R caipira cafona e, pra parar de sofrerem chacota, adotam esse R aspirado que, como pincelei acima, a forma como ele foi introduzido no Brasil, ao meu ver, é algo vexatório. Logo, ver essa característica de sotaque se expandir e anular um sotaque mais típico da região não me soa algo positivo.
1ano
Ana Maria Barbosa
Aqui no sul de Minas, o sotaque é misturado com São Paulo.
1ano
José Lima
O sotaque dos vários estados do Brasil,ao longo do tempo vai se perdendo , com o advento das redes sociais e das novelas brasileiras estabeleceu um padrão linguístico nacional, principalmente no sudeste centro oeste,com poucas variações Norte nordeste, predominante na região Sul,principalmente nas cidades dó interior, Santa Catarina, Paraná e do Rio grande do Sul.
1ano
Rodrigo Spillare
Sou do Rio capital vou sempre a juiz de fora e é perceptível sotaque mineiro de lá, tenho primos que são nascidos em juiz de fora e você ve nitidamente sotaque deles. O que as pessoas confundem muito é que esse sotaque chiado do Carioca e meio amalandro são das pessoas que moram na capital ou nas proximidades da capital (baixada e algumas regiões mais próximas), agora já cidades mais do interior e que fazem divisa com Minas, São Paulo não tem esse sotaque tão chiado como nosso. Agora o sotaque de juiz de fora eu acho a mesmo de BH, e oque as pessoas confundem muito também é gíria com sotaque, giria hoje em dia não é mais regional é muito popularizada.
1ano
Adriano Espíndola Cavalheiro
Incompleto, desatualizado. No triângulo mineiro, por exemplo, conforme a região, se fala mais próximo do falar do Goiás ou do interior de São Paulo. E é inegável as diferenças entre o sotaque do sul de Goais, com a região paulista que se avizinha de Minas Gerais e faz divisa com Uberaba/MG.
1ano
Állan Campos
Esse mapa generaliza muitas coisas. Na parte centro sul do estado, está São João Del Rei em azul escuro, o dialeto de São João para leste é diferente do dialeto para oeste. O dialeto do Sul também é muito mais parecido com o do interior Paulista.
1ano
Diego Vasconcelos
Nossa, mas o sotaque do sul de Minas é tão diferente do triangulense pra ser considerado o mesmo
1ano
Luis Di Almeida
Sou do sul de minas... E já morei em BH... Lá eles falam uma lingua misturada baiano com carioca... Lembro que alguns riam do jeito que nós falavamos... Mas aqui nao gostamos de pao de queijo nem falamos trem pra tudo
1ano
Danilo Barbosa de Carvalho
qué scutá o minerrr falano, vai lá im Ceição, gualzin o jeito tradicional,
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Aline Ansousa
Eu sou mineira da zona da mata...mineira mesmo ❤️
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Lalo Chiarinelli
ORESSUSAMOS FAZER BOLSÕES ,PISCINÕES REGULADORA DE VAZÃO DAS ÁGUAS NESSAS REGIÕES URGENTES . TRAS RIQUEZA TURISTICA , ANIMAIS AQUÁTICOS E TERRESTRES A ABUNDÂNCIA, É A AGUA QUE TRAS QUALQUER RIQUESA IMPECÁVEL PRA TODOS. URGENCIA ABANDONADA PELOS TAL DE GOVERNANTES , FRACOS DE REALIDADE E REALIZAÇÕES. 😎🤦♂️🤦♂️🤦♂️🤦♂️🤦♂️
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Juan Pablo
Morei em Uberlândia muito tempo ,é difícil fazer essa definição. No triângulo mineiro tem um sotaque caipira puxado com influência do interior de SP e Goiás e em BH como é uma capital não muita antiga ,o nativo tem um sotaque que não é o caipira mas com a chegada do migrante do interior é possível ver uma variação de sotaques na capital.
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Gew Soares
Melhor chamar de Montanhês! Mineiros somos todos!
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Ney Da Costa Lana Lana
Parte do dialeto fora perdido e a cultura tbm.
Na década de 50 e 60 migramos pra São Paulo. Praticamente quase todos faleceram. O sotaque era bem "mineiro," e aqui na sampa a gente era muito.discriminado.
Tanto que há um bairro aqui só de conterrâneos procedentes de MG. Nota: eles não se misturam e a maioria, casando, o sotaque com o tempo vai desaparecendo. Eu nasci em MG mas tenho o sotaque do paulista.
Muito bom o mapeamento. Parabéns 👏
1ano
Isaías Coimbra
Sou geraizeiro , sou do vale do jequitinhonha com muiito orgulho... independência pra nós do norte e nordeste de minas...
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Armando Dos Santos Daniel
Independente se concordam/discordam do mencionado, é um ESPETÁCULO esses “linguajares” brasileiros.
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Maíra Pimenta
Mineira caipira do sul de Minas, com orgulho!
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João Paulo De Castro Cruz
Eu moro próximo à divisa com o estado do Rio e aqui o sotaque varia do Mineiro com o carioca.
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Andreza Amaral
Os geraizeiros têm um sotaque cantado, bem estilo baiano. A familia do meu marido é de Jequitinhonha entao escuto sempre. Acho essa história linguística mto interessante. É o q deixa nosso português tão difícil pros estrangeiros. Quem vem pra MG c português de Portugal, sofre 😂
1ano
Gerson Ferreira
É Interessante o sotaque de cada região, gostaria de saber como se formou cada sotaque, às vzs a distância é pouca e já muda...!
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AutoCleaning Clayton
Sou Paulista da grande S.P, tenho amizade com vários mineiros por aqui e fui em São Thomé das letras muitas vezes, sempre fui muito bem recebido por lá, e tenho várias amizades com eles q moran por aqui, o sotaque do sul de minas é qze igual a do interior de s.p, mais tem alguma coisa em diferente sim, o sotaque CARIOCA É um fazedor de graça ,!!!, como sua cidade de um 1,5 de beleza kkkk, sotaque forçado por portuguêses que LAMBIAM E SE AJUELHAVAM PELA CULTURA FRANCESA, por isso um português nojento e puxado para tentar lembrar essa influência
1ano
Marco Oliveira
Os povos q aqui chegaram primeiro foram mesmo de são Paulo Goiás norte Paraná mato grosso minas gerais por isso semelhante e também uma diferença em alguns locais devido influência e contatos
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Rosa Rapid
Da pra dividir o estado em 3.
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José Maria Pereira
Minas Gerais é difenciada mesmo, só não tem Mar porque o embecil que traçou o mapa tirou de MG aquele pedaço do Mar do Sul da Bahia.
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Cláudia Vanessa Rodrigues
Sou Mineira de Uberlândia e acho lindo nosso sotaque, oncotô,oncovô,trem bão demais sô
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Eurico Ugaya
O melhor de Mina: trem bão!
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Clemente Posteraro
Minas são muitas.
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Wudson Fernandes Da Silva
Sotaque do triângulo mineiro e sul de Minas são os mais legais.
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MCarmo Aristides Aristides
Admiro muito historiadores e curiosos e vão atrás destas curiosidades e compartilham com nos outros rsrs
Mas é difícil ser preciso, não acho que Minas Gerais tenha apenas 3 sotaques ...sou do Sul de Minas e mesmo aqui,existe diferença entre algumas cidades.
Por exemplo,passei alguns anos em São Paulo,e foi muito fácil pegar o sotaque paulistano...se estou em Minas dizem que meu sotaque é paulista ,em SP ficam na dúvida rsrs mas não me reconhecem como mineira 🤷♀️rsrs
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Humberto Oliveira Da Cruz
Fronteira de Minas com Bahia, é quase um sotaque só... assim como o Norte do Espírito santo...
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Josiel Chagas Chagas
Todos os comentários fazem sentido e não fazem a verdade é o seguinte; seja qual região de minas tu seja, chegou em outro estado logo te perguntam: Tu é mineiro? Rsrsrsrrstsrs,...sotaque mais identificável do país esteja onde estiver.
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Luiz Carlos Vilela Cardoso
Prefiro ser caipira... Kkkk
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Alan de Sá
Uai rs
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André William da Costa
Meu mestre, Mário Roberto Lobuglio Zágari, foi quem trouxe luz aos "falares mineiros". Saudades!
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Reginaldo Catitu
Entonce, eu sou caipira Memo ! Eu num tinha duda ninhuma disso .
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Ana Loredo de Lima
Muito bom adorei ouvir falar de minha terra minas gerais adoro
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Maria Terêsa Bueno
Sou da zona do caipira mas me considero da zona do mineiro mesmo
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Pedro Vidal Dantas
Uai, eu não sabia que nós era caipira não!!!, O pior, é que somos!!!!
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Corina Conde
Adorei este mapa. Minas é mesmo o estado da integração. MTS jeitos de falar , além dos q estão no mapa. Mas tudo é mineirês.Amo.
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Hércules Amorim
Mineiro da Zona da Mata, com muito orgulho.
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José Ricardo Castanheira de Rezende
Muito legal!
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Vejota Marcelino
Zona da Mata é continuação do interior do RJ, sendo Juiz de Fora um enclave cultural da cidade do Rio...
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Maricotta Massa'Artesanal
Geraizeira de Minas do Norte, com muitíssimo orgulho do meu sotaque cantado. Onde vou, onde moro, de sul de Minas a triângulo não perco por nada meu jeitinho lindo de falar, tão caçoado pelos colegas das outras partes do estado que cismam que não tem sotaque mas conversam igual o Joselino Barbacena kkkkkkkkk deixa eles acharem
1ano
Ademir Ozório da Fonseca
Vão quebrando cabeça aí, enquanto eu como meu ovo caipira aqui frito no torresmo .
1ano
Wantuir Vieira
Sou do centro oeste de minas da cidade de BD tenho o maior orgulho de falar encurtando as palavras,isso e ser mineiro .
1ano
Roberto DO Valle
Zona da Mata é muito diferente da região central.
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Wellington Costa
Minas é o melhor lugar do mundo
1ano
Loures Vanderli
Sou de Juiz de Fora, e falam do meu sotaque , mas sou mineiro !
1ano
Jonas Plazza
Sou nortimeiro quando fui ao Mato Grosso me disseram que o sotaque é de Pernambucano.
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Maura Navarro
O estudo é de 1977. A língua é dinâmica. Hoje poderíamos dividir em mais dialetos.
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Georges Edward Alves
Zona da mata é carioquês.
1ano
Carmen Cezário
E quem mora às margens do Rio Paraiba do Sul, na divisa com o RJ, fala o quê????? Kkkkkk aqui na minha cidade nós dizemos que somos "mineirocas", mistura de mineiro com carioca. E só os mais velhos que falam "uai".
1ano
Carlos Augusto de Sousa
Quem roi o imbecil que fez isso aqui, num e iste esse trem de Geralzeiro, ate pq as minas que dao nome ao estado ficavam mais no Norte e eivisa com o Rio, do wue a ruvisa com Sp, que burrice é a sse mapa
1ano
Edmundo Ramos
É muito lindo mesmo o querido Estado de Minas Gerais,
Meus parabéns
1ano
Luiz Fernando Quirino
Onde se lê "Mineiro" pode também ler "Carioca do Brejo".
1ano
Flavio Badue
Se falam sobre predomínio das linguagens tudo bem, mas fato é que no mesmo leste e sudeste mineiro há muita gente, de cidades pequenas, que falam o r retroflexo e bem rural. Isso é lindo. Sou triangulino e isso é lindo.
1ano
Gabriel Hickel
Não sou de MG, moro aqui há 16 anos e posso dizer que isso não procede. Além de muito simplificado, não leva em conta a mobilidade dentro do estado.
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Cícero Caires
Esse mapa é fake. O mapa verdadeiro 👆👆👆
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Geovani Santos
Moro há dois anos no norte. Aqui o sotaque é mineiro abaianado.
1ano
Daniel Pinheiro
Eu sou de Carangola, porém, depois que a Miriam Leitão nos envergonhou, digo que sou mineiro de outra região, então digo que sou mineiro, apenas isso.
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Marília Rezende
Sou do sur de minas, água VERVA. UAI
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Cid Prado Valle Valle
O Triângulo deveria formar um estado independente.
1ano
Celso Dias
Moro aqui em Nova Serrana ( centro oeste de mg ) mas sou de Diamantina no Vale do Jequitinhonha. Pessoal aqui no Centro Oeste fala errado demais, tipo; Nos vai, cês foi, nos trabalha,
1ano
Arlete Rodrigues
Sou caipira com muito orgulho...mas honestidade é primeiro lugar.coisas que tem gente sabe falar bonito. Más vive achando que mineiro é besta.
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Jeorge Luiz Cardozo
As cores distorce dos números?
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Lourdes Mendonca
Lugar que eu gosto muito
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Thamires Fraga
Zona da mata é muito comparada com um carioca caipira falando
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Beatriz Mangabeira
Norte de Minas fala é baineiro
1ano
Adenilson Gregório
Eu falo trem,uai e pronto !
Queria saber dônde sô,dônde võ,proncovô mesm?
Bom dia/tarde com um cafezim.
1ano
Marisa Borges
Tem Baianeiros tb.
1ano
Affonso Angelo Gonçalves
Sou mineiro da Zona da Mata, tô no azul.
1ano
Lucielena Garcia
Sou caipira montanhês
1ano
Gilcelene Souza Vieira
Caipira com muito orgulho.
1ano
Marcia Paiva
Eu moro em contagem,esse negócio de sotaque Sei não.
1ano
Kleber Melo
O azul é carioca do brejo. O resto é mineiro.
1ano
Gelci Aves
Sei só o caipira do triângulo uai, com muito muitíssimo prazer 🤠
1ano
Jéssica Borges
Caipira do beraba ❤️
1ano
José Constantino Milard Soares
Mapa oi do cu
1ano
Vicente Paula Oliveira
E CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE como é que fica qual é o sotaque que ele FALAVA
1ano
Almeida Freitas Marcel
Impressionante a influencia de Sao Paulo.
1ano
Samuel Vieira
Dizer que nós “speakamos” o caipira e não o mineiro é falácia. Em São Tiago ninguém puxa o “R”, como é característica do caipira. Esse mapa tá errado!
1ano
Jose Aparecido Di Orlinda
No norte de minas 50% é Cruzeiro. 35% é atlético. 15% rio _são Paulo. Mas baiano ou nordeste não tem um
1ano
Carlos Luís OliveiraSoares Oliveira Soares
Minas é o nosso Estado.
1ano
Taso Ervilha
É muita bubissa numa postagem só... credo...
1ano
Pilar de Vasconcellos
Curti o mapa... gostei! Mas gostei muito dos comentários!!!Nossa! Valeram e muito!!Complementam muito bem o mapa e sua apresentação!!!! Eta mineirada culta, uai!!!Embora tivesse também não mineiros, mas pelo jeito gostam também "de pão de queijo com café", uai sô!
1ano
Tcharle Alexandre
No Campo das vertentes creio que 70% falam mineiro e 20% caipira.
1ano
Ricardo Dórea de Castro
Sotaque mineiro , é o mais amado do Brasil
1ano
Jorge Luiz Gonçalves
Pessoal esse estudo foi feito em 1977. Já se passaram quase 50 anos, a língua é dinâmica e já mudou muito e continua mudando.
1ano
Evandro Dutra
Discordo. Juiz de fora fala carioca. Na verdade é um erro JF falar que está em MG. Ofende a galera la
1ano
Neide Narciso
Adorei!
1ano
Carla Bicalho
Baianeiro
1ano
Alex Moreira Rocha
E os carioca do brejo?
1ano
Antônio Pedro
Prados é histórico também!!!!
1ano
Tiago Moraes
Tá, mais todos ae sabem fazer um pão de queijo?
1ano
Ruy Santos de Almeida
E ainda tem Juiz de Fora, a cidade mais próxima ao Rio de Janeiro, com o CARIOCA DO BREJO.
1ano
Franklin Brajao
Cadê os MG "Não credito nisso"
1ano
Raimundo Vieira
Precisa se atualizar
1ano
Wandson Dal Ben DeOliveira
K trem loco! K tanto de falazada nessa Minas Gerais!
1ano
Lili Marta
Como é o jeito " geraizeiro"?🤔
1ano
Roberto Polle
A area azul é dos fluminenses. Fala para o Zema comprar o RJ, ai Minas terá praia.
1ano
João Dias
Tá tudo errado, aqui em Itamogi tem um sotaque bem diferente de quem mora em Formiga.no Norte de minas ex Taiobeiras tem sotaque de Baiano.
1ano
Luiz De Aquino Alves Neto
Em partes do Triângulo se fala goianeiro...
1ano
Hugo de Castro-Machado
“Cidades históricas”, sem mencionar Pitangui e Paracatu? Pitangui é a 7ª vila do ouro.
1ano
Paulo Roberto
O sotaque no norte de Minas é o BAHIANEZ.
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Clotilde Pitta
Mas o uai é geral. Certo?
1ano
Jose Eduardo Faria
A linguagem do Sul mineiro raiz é Sui Gêneris, parafraseando João Guimarães Rosa, "Minas são muitas"
1ano
Antonio Chaves de Oliveira
Eu falo abaianado com um pouco de sotaque Paulista e sou mineiro de onde eu seria Em minas ?
1ano
Antonio L. Júnior
Sou "baianeiro" nascido no vale do Mucuri e filho de nascidos no vale do Jequitinhonha.
1ano
Giovanni Afonso
Geraizeiro= Baianês
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Tinê Soares
Pra mim, carioca, é tudo mineirês.
1ano
Sérgio Antônio Do Amaral Resende
Interessante, e só. O falar da Zona da Mata, sobretudo de Juiz de Fora, "cariocas do Brejo", assim como nós do Sul, mistura do caipira Paulista.
1ano
Heron de Souza
O linguajar Mineiro desce a serra, tem um pouco no Rio, na região da bocaina da Mantiqueira e também influenciou parte do interior de SP, pois foram mineiros que fundaram a maioria das cidades!
1ano
Geraldo Luiz
Tem base não
1ano
Leonardo Fagundes Cioffi
Cada cidade histórica tem seu sotaque: Diamantina, Ouro Preto, Mariana...
1ano
Rafael Lafeta
Sou do Norte e nunca ouvi ninguém usar esse termo "Geraizeiro"
1ano
Silmar Biazioli
Uai! Sou paulista, mas gosto muito das Minas Gerais!
1ano
Eros Gusmão Andrade
Norte de Minas e Sudoeste da Bahia todo mundo tem sotaque bem parecido. De Montes Claros a Vitória da Conquista o baianes/mineires se mistura...
1ano
Eliza Pereira
Aqui somos mineiros tres estados.
Tudo junto e misturado. Minas Rio e SPaulo.
1ano
Jose Eustaquio Soares
Sou Geraizeiro,arretado.
1ano
Jamil Alves
Eu identifico o mineiro por muitos "As" anasalados e com pouca abertura labial. Além disso, não tem tantos "Is" intrusivos como em SP e RJ, que colocam "is" em palavras como "arroiz", "vocêis" etc. Em compensação, enfatizam as silabas tônicas dessas palavras e "esticam" o som final de Z. Outra característica é o R muito aspirado, mas é uma aspiração diferente do R do RJ.
1ano
Adriano José Gomes
Uai, so, credo..!
1ano
Marcio Monteiro Guimarães
Uai sô, cê já pensou um trem desse!??
1ano
Edijaine Oliveira
Sou caipira 🤣🤣🤣🤣
1ano
Elianir Guerreiro Mascarenhas
O meu neto morando 2 anos em Belo Horizonte já fala igual o povo local tem um de nu para tudo que na não entendo nada
1ano
Nilton José Mendes
Legal...
Sou caipira 33% .
1ano
Unadir Goncalves Júnior
Sou geraizeiro com muito orgulho… kkkk
1ano
Joao Ribeiro
Quem mora em Almenra fala os três, e ainda fala o Baianêz! Kkkkkkkkkk
1ano
Flávia Maria Betti
Sou de BH. Aqui NINGUÉM fala Belzonte. NINGUÉM.
1ano
Luis Otavio Capra
Sul de Minas e Paulista meu parca
1ano
Beto Duarte
Da pra fazer mais 3 estados
1ano
Lobo Júnior
Em resumo, tudo é influência de SP? 🤔
1ano
Maura Franco
Sou caipira!
1ano
Cristina Guerra
A primeira cidade, primeira capital, primeiro arcebispado de Minas foi Mariana, mas está enquadrada, no mapa, como "outras cidades históricas".
1ano
Celio Jacinto Pereira Pereira
Eu sou mineiro de Divinópolis
1ano
Lucas Jesus
Todo mineiro do Norte de Minas é neto de baiano por parte de pai ou de mãe kkk
1ano
Jonas Ventura da Silva
Região de Juíz de Fora é meio carioca no sotaque !
1ano
D CÁrlo Paulo Nadeu
esTRANGOLARA O P trem! assim como cre^em cienteszissimoszis saibam tanto Oeste e^
1ano
Hermes Pereira
Uai sô dos mio
1ano
Orlando Domingos Rodrigues
Os percentuais não estão de acordo com os destaques no mapa
1ano
Borges De Oliveira
Ah tá. E em xis de fora? Carioqueiro
1ano
Misael Matias da Silva
O que eles chamam de mineiro nesse mapa, são os que falam carioques do brejo?
1ano
Celso Souza
Zema
1ano
Rosangela Maia
Sim, e no vale do Jequitinhonha é o baiano kkkk
1ano
Aline Costa
Os caipira que movimenta que todo o PIB do estado kkkk
1ano
Sinege Rasec Cesar
Governador Valadares fala inglês!
1ano
Mauricio Fortunato
Esse mapa tem vários erros
1ano
Mazé Mazes
O mineiro do Sul de Minas fala um mineireis cantado, eu aos 9 anos fui para SP, mas a pegada no R denunciava, sempre me perguntavam se eu era mineira, eu perguntava "poRque?", poRta, poRteira, poRque", 😂😂😂 agora estou há 22 anos no Paraná, e o "dialeto" daqui fica entre o "mineireis" e o "paulisteis", tudo caipira. 😂😂😂😂
1ano
Adriano Lino
A coisa mais linda seria colocar o caipira mineiros com o centro-oeste, São Paulo e o sul brasileiro, como um novo país. Aí sim seria maravilhoso.
1ano
Herbert Fernandes
Infelizmente o sotaque do norte de mg, mucuri e Jequitinhonha, mistura muito com o nordestino, aí fica feio e perde a essência.
1ano
César Martins
Onde se fala mineiro jeca? É na Zona da Mata? Ou in Pós di Carda?
1ano
Arnaldo Mello
Junta tudo e misturado e dá mineires...kkk
1ano
Edmilson Magalhães de Deus
Jf como mineiro foi piada ne?
1ano
Clotildes Cruvinel
Nois e caipira de tudo Alto Paranaiba Coromandel
1ano
David Banerjee
Na parte oeste, o pessoal fala um sotaque mais próximo do caipira paulista.
1ano
Dan Lomonaco
Caminho do ouro entre São Paulo e Goiás? Vc tem certeza do que está falando!?
1ano
Leonardo Hack
Nenhum deles compreensível
1ano
Zé Eduardo A. Martinez
Eu falo os 2 de baixo
1ano
Simar Vulgo Falcao
Idioma carioca do brejo kkk
1ano
Rodrigo Tellini
Sou mineiro caipira, q e a marca registrada do estado, sou caipira pirapora nossa senhora de aparecida...
1ano
Vivian Louise
Tá tudo errado 🤣🤣
1ano
Vanda Rosignoli
Faltou mencionar a influência do Fluminense na Zona da Mata, do paulista na divisa de são Paulo.
1ano
Marildo Fernandes
Uai sô, que trem bobo é esse?
1ano
William Max
Uai sô, tão tá bão... Cê disse, tá dito 😃
1ano
Marcos Marques
Um país...
1ano
Rafael Tuzuki Quaresma
A divisão é em três grandes sotaques, sendo um bahiano, um carioca e outro paulista.
1ano
Gabriela Pedrosa
Interessante mas como a maior parte dos comentários - feitos por mineiros - houve muita mudança e está desatualizado
Minas Gerais meu país ❤️ que brincamos assim mas é quase um país mesmo devido a sua complexidade
A grande roça como chamamos tem muitos sotaques e a culinária tão rica e saborosa, a melhor do mundo
Na região centro oeste de MG até 150km de BH temos singularidades e o jeito de cozinhar parecido, além de não puxar o R também, torcemos para times mineiros (aqui separa o joio do trigo)
Brinco que mineiro mineiro é Cruzeiro ou Galo, não tem meio termo! No máximo os times de outras divisões mas que são de MG
Enfim, é o melhor lugar do mundo!! Quem conhece não esquece jamais! 🚂🤍
1ano
PLácido Borges Campos
O azul ja avançou a oeste
1ano
Teresa De Biase
E a linguagem encontrada por Guimarães Rosa fica onde?
1ano
Luiz De Aquino Alves Neto
Rsrsrs...
1ano
Maxweell Ribeiro Matos
Isso é tudo mentira aqui no triângulo mineiro nois fala o mineiro original.. uai é a palavra que mais falamos ..
1ano
Herbert Fernandes
Sou mineiro do leste do estado.
1ano
Warley Belo
Mais ou menos…
1ano
Elessandro Grossi
tamo no mineiro Vanessa Viana kkk
1ano
Clotildes Cruvinel
Falo errado porque quero é gosto igual a mim tem muitos .Copiam muito nosso"UAI"sem saber como nasceu uai so
1ano
Eduardo Maia Esper
Uai tá lôco!!!
1ano
Claudeir Almeida
Sou mineiro mineiro
1ano
Joao Batista Digregorio
Sou da divisa entre leste paulista e sul de Minas. Costumamos dizer que somos "paulisteiros" (metade paulista metade mineiro). Bem caipira mêmu!
1ano
Moisés Franca
FALOU MAINHA EH BAIANO... FALOU MOOOSSS, MININN EH MINEIRO.
1ano
César Martins
"O Éds é fi da Óliga lá di Pás. O Uds é fi da Héliga lá di Pós." É mineiro jeca ou mineiro caipira?
1ano
Silas Amaral
Amarelo é baiano.
1ano
Adriene Ferreira
Ôxi
1ano
Jonas Borges
Patty Vieira O mapa está de acordo?
1ano
Luis Eduardo Mattos
povo pra falar feio....meu deus..
1ano
Adilson Brandao
Único estado do Brasil q tem uma cara de bruxa né
1ano
Sávio de Paula
Será que o sotaque do Noroeste é igual do Vale do Jequitinhonha? Sei não hein.
1ano
Jorge Gomes
Geraisatletiqueiro - 80%
1ano
NewJuan Lopes
Teófilo Otoni meu amor. Fui muito feliz alí
1ano
Leonardo Pelizzari
Nuuu, é trem demais pra falar, Creindeuspai
1ano
Celso Machado
PARACATU MG APDDEUS
1ano
Nilton Miguel
Cadê o sotaque carioca em Juíz de Fora ?
1ano
Nair De Azevedo Rezende
Verdade .Sou das Vertentes e aqui se fala diferente .O erre carregado quase não é percebido .
1ano
Francisco Marcelo Ivo
Muito do sotaque desses falares já se perdeu! Globalizou.
1ano
Leandro L. Resende
Caipira de Varginha ET City
1ano
Rodinei Oliveira Andrade
O sotaque da região Central de Minas é o mais neutro . Com a quantidade de rádios e casais de tv na Região Metropolitana de Belo Horizonte, está se expandindo.
1ano
Pablo Reis
Sou do sul de Minas. E aqui falam todos do mesmo jeito. Não sei se no triângulo mineiro falam igual aqui. E no oeste de minas também falam diferente.
1ano
Sara Silva Rodrigues
Toda palavra com sotaque está válida no português brasileiro, tenho uma neta que fala palavras que tenho que pesquisar para saber e realmente são palavras com sentido real.
1ano
Jose Ronaldo Pereira Pereira
Terra do morango 🍓 estiva. Mg
1ano
Sandro Pereira
Em três corações as mulheres conversando parecem estar discutindo. Kkk
1ano
Matt Franco Paulista
Pra começo de conversa, precisa de um nome esse estado, antiga colônia dos paulistas kkkkkk
1ano
Jose Maria Cruz Machado
Juiz de Fora tá incluído aonde que não tô vendo!?
1ano
Gilberto De Andrade Gaia
Três falas. Pobre português...
1ano
Christian Rioo
Qual a diferença do caipira para o mineiro?
1ano
Dawson Canedo Marques
Leste de Minas (região metropolitana de Valadares) é muito mais próximo do mineiro raiz do que do geraizeiro...
1ano
Alexandre Canestri
Juiz de fora não fala mineirês, lá o dialeto é carioca do brejo...
1ano
Celio Ferreira Da Costa
Sou mg sou caipira
1ano
Nice Fatima Vieira
Eu sou caipira sim com muita honra
1ano
Carlos Coutinho
faltou o Terraplaneiro,kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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1ano
Jozias Freitas
Jeremias Silva
1ano
Cícero Caires
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1ano
Sérgio Salvati
Marco Gonçalves
1ano
Cimar Ferreira
Rosymar Suely
Juvênia Ferreira
1ano
Gustavo Ayala
@rafaela.gigliotti
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Giselle Mazzolli
Magda Costa Gusmão
1ano
João Cláudio Maneira Zappulla
Emanuelle Lara
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Ary Peter
François Ramos
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Hércules Júnior Giselda Shirley Da Silva Silva Maria Célia Silva Gonçalves
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Giselle Mazzolli
Sissa Mathenzzi
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Zembla Maria Rodrigues
Raphael Gotcha.
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Cícero Caires
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Cícero Caires
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Osvaldiney Nunes
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Tatiane Brito
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Ricardo Colomietz
Clecio Melo
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Luciano Oliveira
Ana Beatriz da Rosa
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Bruno Rámos
Stefany Barbosa
1ano
Rafaela Stano Zanetti
Poços de Caldas, sul de minas, divisa com o Estado de São Paulo ( Águas da Prata/ Caconde/São Roque da Fartura), 150 km de Campinas. Nosso sotaque é o caipira paulista e a única coisa que é acrescentado é o " UAI".
1ano
Maurício Rubio Pinto Alves Rubio
Uai sô
Que trem é esse?
1ano
Renato Ranzini Rodrigues
E tem o sotaque dos "cariocas de brejo" de Juiz de Fora...
1ano
Álvaro Pascoal Costa
Sou de São joão evangelista, vale do Rio Doce muito próximo de Serro,cidade mãe de uma vasta extensão de terras,da Antiga Vila do Principe , que abrange, desde de Governador valores até em terras divosoras com Goiás e de Conceição do Mato dentro a Capelinha nesta região ,temos um sotaque genuina mineiro .Percebi, por morrrar em São Paulo e conviver com os mineiros de todo o Estadão mineiro e aí perceber a diferenciação no sotaque,cultura ,alimentação e costumes de convivência familiar.Temos nesta faixa de terras no interior do estado uma grande influência portuguesa .
1ano
Osmair Freitas
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1ano
Edmar Di Lana
Seria ótimo se os mineiros obrigassem as autoridades mineira a proporem um plebiscito para devolver ao governo federal aquela parte em amarelo! Aquele povo não são mineiros genuínos, mas sim, baianos! Vcs sabiam? Outrora, aquele território em amarelo, chamado vale do jequitinhonha, tbm conhecido como o vergonhoso vale da miséria, pertencia ao governo da Bahia! Foi excluído da Bahia e cogitou-se q seria então formado o estado "são Francisco"! Foi então q algum idiota político mineiro da época, decidiu incorporar o humilhante vale da miséria ao rico, promissor e diferenciado estado das minas gerais! Se alguém aí pensar q estou falando bobagens, pesquise, e então verá q falo a vdd!..
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Larissa De Tomi
Discordo em partes do mineiro. Pelo menos aqui na nossa cidade histórica (São João del-Rei) tivemos grande influência dos imigrantes italianos também. Muitas famílias aqui ainda falam o dialeto italiano, muitas palavras do nosso dia a dia é uma mistura do português com o italiano.
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Carlinhos Gomes
Sou paulista de Franca que faz divisa com o sul de Minas e meu sotaque caipira é extremamente pesado. Praticamente todas as vezes que viajo pra outros estados e a nossa capital estadual sempre perguntam se eu sou mineiro e no exército meu apelido era mineiro, kkkk. Não sou mas adoro, minha mãe era mineira e tenho orgulho das minhas raízes mineiras...
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Ronan Ribeiro
UBERLÂNDIA, PARECIDO COM O DE SÃO PAULO!
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Samuel Silva
Sou do leste de Minas e moro em divinópolis.
O pessoal estranhou muito o meu sotaque...
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Jose Antonio Silva
Carlos Pires... Marcos Pires....Julio Julio Cesar Meneguini Meneguini....Uai Sô.... Lembrando que o Coelho é da Região Central 😂😂😂😂😂😂😂😂 de MG diz ele né...
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JD Diaz
Moro mais ou menos perto do sul do norte mineiro e não tenho influência nenhuma com baianos 👏
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Joel Henricke
Caipira seu ku
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Lucas Rodrigues
MG tem o formato da cara do Sr. Burns
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Vicente Sudam
Minha Prima que mora em Janauba no norte fala "" Uai meu Rei "" 😂😂😂.
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Maurilio Coura Carn
Falta o "roçaliano", kkkkk
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Ale Guerrero
olhaíemedizquipensamor Flávia 🤓
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Eduardo Magalhães
MG um Pais!! NAÇÃO GERALISTA DA INCONFIDÊNCIA
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Rui José
Cândida Canêdo Ana Paula Rocha estudiosas
1ano
Ricardo da Mata
O relativismo é uma doença.
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Luiz Oliveira
Uai! Uberlândia é caipira mez nóis é de minas uai!
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José Marcio Tavares
Alice Ribeiro
1ano
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'Sô', 'sá'! What is the authentic Minas Gerais accent?YouTube
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Rede Minas
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21 de nov. de 2023
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