Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
sábado, 17 de outubro de 2026
A porta estreita: NOSSO VOTO
"O vento que venta aqui
É o mesmo que venta lá
E volta pro mandingueiro
A mandinga de quem mandingar"
Melquisedeque era o rei de Salém (associada à antiga Jerusalém) e sacerdote do Deus Altíssimo (El-Elyon) que recebeu e abençoou Abraão (Abram) com pão e vinho após uma batalha.
Why Did Melchizedek Bring Out Bread and Wine?
March 29, 2024 // by Dr. Andy Naselli
Melchizedek king of Salem brought out bread and wine. (He was priest of God Most High.) —Genesis 14:18
Voluntários palestinos apagam fogo em uma oliveira que, assim como um carro pertencente a um palestino, foi incendiado por colonos israelenses em vilarejo na Cisjordânia. 16/10/2026 - (AHMAD GHARABLI/AFP)
Colonos judeus atacam palestinos, incendeiam olival e ferem repórter americana na Cisjordânia
Mascarados, quase uma centena de israelenses foi à vila de Abu Falah com gasolina para destruir colheita de azeitonas e fundas para lançar pedras
Por Amanda Péchy
16 out 2026, 11h25 | Atualizado em 16 out 2026, 11h26
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/mundo/na-cisjordania-atacam-palestinos-incendeiam-olival-e-ferem-reporter-do-washington-post/
Quase uma centena de colonos israelenses mascarados realizaram um ataque coordenado, nesta sexta-feira, 16, contra palestinos da vila de Abu Falah, na Cisjordânia, durante a colheita anual de azeitonas.
Enquanto os habitantes locais se reuniam em um olival, o grupo, que portava galões de combustível, ateou fogo às oliveiras e lançou pedras usando fundas, espécie de estilingues gigantes, deixando ao menos dois feridos, incluindo uma repórter fotográfica do jornal americano The Washington Post.
“Os colonos querem nos atacar e nos forçar a sair de nossas casas”, disse à agência Reuters Moutaz Abdelhadi, de 42 anos, um agricultor que presenciou o ataque em Abu Falah.
A porta estreita
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A porta estreita.
3. Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta da perdição e espaçoso o caminho que a ela conduz, e muitos são os que por ela entram. — Quão pequena é a porta da vida! quão apertado o caminho que a ela conduz! e quão poucos a encontram! (S. Mateus, 7:13 e 14.)
4. Tendo-lhe alguém feito esta pergunta: Senhor, serão poucos os que se salvam? Respondeu-lhes ele: — Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois vos asseguro que muitos procurarão transpô -la e não o poderão. — E quando o pai de família houver entrado e fechado a porta, e vós, de fora, começardes a bater, dizendo: Senhor, abre-nos; ele vos responderá: não sei donde sois. — Pôr-vos-eis a dizer: Comemos e bebemos na tua presença e nos instruíste nas nossas praças públicas. — Ele vos responderá: Não sei donde sois; afastai-vos de mim, todos vós que praticais a iniquidade.
Então, haverá prantos e ranger de dentes, quando virdes que Abraão, lsaac, Jacob e todos os profetas estão no reino de Deus e que vós outros sois dele expelidos. — Virão muitos do Oriente e do Ocidente, do Setentrião e do Meio-Dia, que participarão do festim no reino de Deus. — Então, os que forem últimos serão os primeiros e os que forem primeiros serão os últimos. (S. Lucas, 13:23 a 30.)
5. Larga é a porta da perdição, porque são numerosas as paixões más e porque o maior número envereda pelo caminho do mal. É estreita a da salvação, porque a grandes esforços sobre si mesmo é obrigado o homem que a queira transpor, para vencer suas más tendências, coisa a que poucos se resignam. É o complemento da máxima: “Muitos são os chamados e poucos os escolhidos.”
Tal o estado da Humanidade terrena, porque, sendo a Terra mundo de expiação, nela predomina o mal. Quando se achar transformada, a estrada do bem será a mais freqüentada. Aquelas palavras devem, pois, entender-se em sentido relativo e não em sentido absoluto. Se houvesse de ser esse o estado normal da Humanidade, teria Deus condenado à perdição a imensa maioria das suas criaturas, suposição inadmissível, desde que se reconheça que Deus é todo justiça e bondade.
Mas, de que delitos esta Humanidade se houvera feito culpada para merecer tão triste sorte, no presente e no futuro, se toda ela se achasse degredada na Terra e se a alma não tivesse tido outras existências? Por que tantos entraves postos diante de seus passos? Por que essa porta tão estreita que só a muito poucos é dado transpor, se a sorte da alma é determinada para sempre, logo após a morte? Assim é que, com a unicidade da existência, o homem está sempre em contradição consigo mesmo e com a justiça de Deus. Com a anterioridade da alma e a pluralidade dos mundos, o horizonte se alarga; faz-se luz sobre os pontos mais obscuros da fé; o presente e o futuro tornam-se solidários com o passado, e só então se pode compreender toda a profundeza, toda a verdade e toda a sabedoria das máximas do Cristo.
PALESTRA - A porta estreita, com Carlos Campetti
TV CEFA
Carlos Campetti é Diretor da Federação Espírita Brasileira e coordenador da área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da FEB. Administra em colegiado o Centro de Estudos Espíritas Sem Fronteiras. Palestrante, médium e co-autor de livros como Trabalho Mediúnico: Desafios e Possibilidades, FEB.
OS PRIMEIROS TEMPOS
Nos dois anos iniciais, numerosos colaboradores definiram posição, junto a Eurípedes. As tarefas ampliavam-se em todas as áreas de serviço.
A razão imediata do desdobramento das atividades era a fama das curas, que já se entendia por outros Estados da Federação.
Da monumental correspondência, da qual a Sala de Eurípedes conserva pequena parte, podem-se verificar pedidos inumeráveis, situados na mencionada faixa de tempo.
Mariano da Cunha, foi, sem dúvida, o maior e mais devotado coadjuvador de Eurípedes, nas tarefas mediúnicas dos primeiros tempos.
Os companheiros de Santa Maria também colaboravam sempre com o grande médium, nos trabalhos do Grupo Espírita.
No setor de passes, distinguia-se luminosamente o potencial magnético de D. Meca.
Era tão grande essa fonte generosa de forças latentes, que Eurípedes chegou a declarar algumas vezes que "sua mãe era possuidora de um magnetismo curador superior ao dele e que ela poderia operar maravilhas, se o quisesse".
Efetivamente, Meca trabalhou até seus últimos dias no alívio a enfermos.
(35) "Nesses momentos, muitas vezes, consideramos como tendo sido provável a elevação de Eurípedes, em sua estrutura puramente espiritual às Faixas Superiores da Vida Maior, nas quais se verificaria o encontro de nosso inesquecível Missionário com os grandes vultos da Humanidade, que lhe supervisionaram a Obra". (Nota de Francisco Cândido Xavier, em entrevista concedida à Autora.)
Eurípedes – o Homem e a Missão | 99
Aqui está a transcrição da página 100:
Uma família de Araxá, cujos dados pessoais lamentavelmente não registramos, chegara à casa do casal Edalides-José Rezende da Cunha, onde a enferma se encontrava sob a carinhosa assistência dos familiares e amigos.
A mencionada família trazia flores para a "sepultura" de D. Meca, pois uma das mulheres havia recebido importante cura através do Espírito da mãe de Eurípedes.
E narra o ocorrido, assinalando que D. Meca lhe aparecera em sonho, lhe transmitira passes e lhe dissera "que podia chamá-la quando precisasse".
Efetivamente, o iluminado Espírito achava-se mais desligado do corpo do que propriamente enlaçado às vestes carnais. E já realizava os grandes serviços de assistência, que ela tanto amava.
Pessoalmente, somos testemunhas de vários casos importantes, dentre os quais, citamos:
Em 1943 lecionávamos no curso primário do Colégio Allan Kardec e sempre sentimos o carinho de D. Meca, já anciã, por nossos trabalhos na casa de Eurípedes.
Diariamente, passávamos por sua casa, à hora de ir para a escola. Certo dia, estávamos acometida de gripe muito forte, febril e dores por todo o corpo. Quando atravessamos a sala de jantar ela aparece à porta de seu quarto e diz-nos: "Venha cá, minha filha. Eurípedes pediu-me que lhe transmitisse um passe".
Entrei e recebi o passe de D. Meca.
A gripe desaparece imediatamente, com todo o seu cortejo desagradável de sintomas. Leve e feliz, segui meu caminho, profundamente reconhecida à velhinha querida e ao excelso Patrono.
Na mesma década de 40, presenciamos pela primeira vez, o fenômeno de efeitos físicos, operado durante a fluidificação das águas.
Eu mesma havia colocado a água filtrada na garrafa branca e levado para D. Meca fluidificar, especialmente para o meu querido irmão de adoção José Rezende Filho, que se achava gravemente enfermo.
Quando recebi o recipiente das mãos de D. Meca, tudo parecia normal.
Mas, à medida que eu caminhava para casa, com o natural movimento, a água se tornava esbranquiçada.
O resultado foi que o jovem enfermo, que até ali mantinha antigos pontos de ceticismo acerca de fé religiosa, sentiu-se profundamente tocado e passou a nutrir ardente fé pela "água de Vovó Meca".
Era o despertamento de seu Espírito para as Verdades Eternas.
Nos derradeiros dias terrenos de D. Meca, tivemos ocasião de anotar outros acontecimentos de singular importância.
Corina Novelino
100
CECC - Estudo - LE - Cap. IX - Q. 481 a 443 - Convulsionários.
Casa do Caminho CECC Taquara
"Há uma força silenciosa que nasce no coração quando ele aprende a esperar com confiança no que ainda não pode ver."
A esperança é uma força que,
confirmada por Deus,
intensifica-se e facilita-lhe
a vida.
Voluntários palestinos apagam fogo em uma oliveira que, assim como um carro pertencente a um palestino, foi incendiado por colonos israelenses em vilarejo na Cisjordânia. 16/10/2026 – (AHMAD GHARABLI/AFP)
Repórter ferida
Durante o ataque, pelo menos dois jipes militares israelenses passaram rapidamente pelo local, segundo a Reuters. A ação continuou mesmo após a chegada dos soldados, que dispararam gás lacrimogêneo na direção dos palestinos que recuaram devido ao ataque. Um fotógrafo da Reuters viu ao menos um colono disparar sua arma de fogo.
Os dois feridos foram levados a hospitais na região de Ramallah. Uma das pessoas era a americana Heidi Levine, fotojornalista do Washington Post. Um vídeo do ataque mostra Levine deitada de lado em uma trilha de terra, com as mãos protegendo o rosto, enquanto pelo menos três colonos a cercavam.
Heidi Levine, fotojornalista americana do ‘Washington Post’, recebe atendimento médico após ser ferida durante um ataque de colonos israelenses em vila da Cisjordânia. 16/10/2026 – (Issam Rimawi/Anadolu/Getty Images)
“Fui atacada e empurrada ao chão. Felizmente, eu estava usando colete à prova de balas e capacete; caso contrário, provavelmente nem estaria aqui, porque eles continuaram me chutando repetidamente”, ela contou à Reuters do leito do hospital, já estável.
O ataque em Abu Falah ocorreu após um episódio semelhante, nesta manhã, nas proximidades da vila de Turmus Ayya, onde colonos incendiaram três veículos depois de atacarem um grupo de agricultores que colhiam azeitonas.
Violência aumenta na Cisjordânia
Os ataques de colonos judeus na Cisjordânia ocupada aumentaram, com pelo menos 170 incidentes registrados desde 27 de setembro — período que coincide com o início da colheita anual de azeitonas —, segundo a Yesh Din, uma organização israelense que monitora os assentamentos israelenses, os quais a comunidade internacional considera ilegais. Israel contesta essa visão, classificando o território como “disputado”, e não “ocupado”.
A Cisjordânia abriga cerca de 500 mil colonos e pelo menos 3 milhões de palestinos. Ao longo do governo de Benjamin Netanyahu, em que o primeiro-ministro de Israel aliou-se a partidos ultraortodoxos de extrema direita, houve uma rápida expansão de assentamentos e de postos avançados por oda a Cisjordânia.
Embora ele tenha criticado atos violentos, tomou poucas medidas para coibir incidentes que, além de condenação global, provocaram sanções por parte de aliados de longa data, incluindo o Reino Unido.
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/mundo/na-cisjordania-atacam-palestinos-incendeiam-olival-e-ferem-reporter-do-washington-post/
NOSSO VOTO - Haroldo Dutra Dias
Espiritualidade e Vida
Estreou em 2 de out. de 2026 #Política #Consciência #Espiritismo
*Espiritismo, política, voto e ética:* diante de um cenário político marcado por divisões, conflitos e profundas questões sociais, qual deve ser a postura do espírita e do cidadão? Neste trecho, Haroldo Dutra Dias propõe uma reflexão que ultrapassa partidos e candidatos: **votar com consciência, responsabilidade e compromisso ético**.
▶️ Assista até o final e reflita conosco: o que significa levar os valores espirituais para a vida pública?
A reflexão começa lembrando que o mal nem sempre se apresenta sob a aparência de algo monstruoso. Pessoas comuns podem perder seus referenciais, tomar decisões equivocadas e produzir consequências graves. Por isso, antes de julgarmos pessoas, somos convidados a examinar escolhas, comportamentos e, principalmente, a nossa própria consciência.
ESPIRITISMO E POLÍTICA
Ser espírita não se resume ao que fazemos dentro de uma instituição religiosa. A espiritualidade se manifesta também na fila, no trânsito, no trabalho, diante de uma crise e, naturalmente, no exercício da cidadania.
No momento do voto, a proposta é simples e exigente:
• conhecer nomes e propostas;
• não escolher apenas por influência de terceiros;
• refletir e buscar informações;
• agir com responsabilidade;
• respeitar a consciência e a decisão do outro.
Não se trata de dizer **em quem votar**, mas de compreender **como votar**.
ÉTICA, CIDADANIA E ESPIRITUALIDADE
Outro ponto fundamental surge da pergunta:
*“O homem ético está mais perto de Deus?”*
A reflexão apresentada inverte a lógica:
*Talvez não seja simplesmente o homem ético que esteja mais próximo de Deus, mas o ser humano que, aproximando-se de Deus, aprende a agir eticamente.*
Quando Deus deixa de ser apenas uma ideia e volta ao centro da vida, nossos interesses pessoais deixam de ser a única medida de nossas decisões.
É nessa comunhão que aprendemos a silenciar desejos individuais quando eles entram em conflito com o **bem comum**.
FRASE DO DIA
*“Ninguém está pedindo perfeição. Está pedindo consciência.”*
O voto pode durar poucos segundos, mas representa uma das formas mais importantes de participação na vida coletiva. Independentemente de preferências políticas, a proposta é exercer esse direito com seriedade, discernimento e responsabilidade.
💬 *E para você: como espiritualidade, ética e cidadania podem caminhar juntas?*
Deixe sua reflexão nos comentários.
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*PALAVRAS-CHAVE:*
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Qua Quará Qua Quá
Baden Powell
O vento que venta aqui
É o mesmo que venta lá
E volta pro mandingueiro
A mandinga de quem mandingar
O vento que venta aqui
É o mesmo que venta lá
E volta pro mandingueiro
A mandinga de quem mandingar
O vento que venta aqui
É o mesmo que venta lá
E volta pro mandingueiro
A mandinga de quem mandingar
O vento que venta aqui
É o mesmo que venta lá
E volta pro mandingueiro
A mandinga de quem mandingar
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
O vento que venta aqui
É o mesmo que venta lá
E volta pro mandingueiro
A mandinga de quem mandingar
Sabe de quem é a composição?






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